| INTRODUÇÃO | ELEVADA ÀS ALTURAS |
Por ser o mamífero mais alto da face da Terra e, empregando um sentido mais divino ao animal, talvez, as girafas nos “remetam” aos céus... Nesta coleção, dividida em seis capítulos, você conhecerá o último gigante do Planeta: a GIRAFA.
Sendo assim e, fundamentado em analogias com a história e o futuro das girafas, poderemos “experimentar” a Bíblia Sagrada através do Pentateuco (os 5 primeiros livros do Velho Testamento atribuídos a Moisés) e as Escrituras do Novo Testamento, ao mesmo tempo em que exercitaremos da cronologia de nossa Era.
Isto é, tento dividir a minha coleção em seis capítulos... Os cinco primeiros, divididos como a Bíblia e o sexto capítulo como as Escrituras do Novo Testamento, o qual seria análogo ao futuro das girafas...
Inúmeras vezes, pesquisando ou observando as girafas, senti uma afinidade ainda maior por elas, pois algumas características de seu comportamento natural estão bem próximas do meu comportamento no mundo social.
ELEVADA ÀS ALTURAS pode significar que as girafas são “elevadas”, que eu distingo e enalteço tal animal porque o amo, que esta coleção tem um efeito de “elevação”, como numa ascensão, como pôr em plano superior, conferindo um ar de nobreza, grandeza e superioridade.
A cada um de nós, criança ou adulto, é dada a felicidade de uma nova descoberta, a cada dia; de fazer novos amigos, a cada instante. A você também é dada a possibilidade de, com seu animal de estimação, poder “tocar” o céu. Basta querer, basta tentar!
Quiçá, a altura das girafas represente uma construtiva ambição para todos nós...
Pentateuco (“penta” = 5, “teuco” = livro) é o conjunto dos 5 Livros: 1º Gênesis, 2º Êxodo, 3º Levítico, 4º Números e 5º Deuteronômio.
A Bíblia ou as Sagradas Escrituras são redigidas em três línguas: o Hebreu, o Aramaico e o Grego.
INTRODUÇÃO E ROTEIRO
Introdução | Plano | Roteiro | Cronograma
Capítulo I – GÊNESE (Pré-História)
Capítulo II – ÊXODO (Antiguidade)
Capítulo III – LEVÍTICO (Idade Média)
Capítulo IV – NÚMEROS (Idade Moderna)
Capítulo V – DEUTERONÔMIO (Idade Contemporânea)
Capítulo VI – NOVO TESTAMENTO (Atualidade)
Obs.: Se você quiser “pular” o roteiro,
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Roteiro em Sinopses
Capítulo I – GÊNESE
Uma analogia entre o primeiro livro de Moisés e o período Pré-histórico da Terra. O Gênese narra as origens do Universo e do gênero humano, a criação divina de todas as coisas e as girafas na Arca de Noé.
Já a Pré-história é anterior ao aparecimento da escrita (2000 a.C.) e, aqui, é reconstituída por meio das girafas em arte rupestre. Este capítulo compreende as “Leis Básicas”, a origem Bíblica e Científica da girafa, sua morfologia e hábitat – a África.
Capítulo II – ÊXODO
Subentende a “Lei da Selva”. Tenta exprimir semelhanças entre o Êxodo e fatos que ocorreram na Antiguidade (1550 a.C. a 395 depois de Cristo), quando a Bíblia foi escrita em hebraico pela primeira vez.
Êxodo significa emigração, fuga, narra a saída dos israelitas do Egito, conduzidos por Moisés aos pés do Sinai, para aí receberem de Deus a sua lei e se constituírem por meio de um pacto sagrado...
Assim como um “testamento”, temos Aristóteles e sua classificação, a UNICEF análoga às primeiras escritas e a etimologia, o ecossistema das girafas, seus amigos e inimigos naturais.
Capítulo III – LEVÍTICO
Compreende uma “Lei Adjetiva”. Regula-se o culto religioso (girafas natalinas) à maneira de ritual (hábitos das girafas), dirigido especialmente aos levitas, que formavam o clero consagrado ao serviço do santuário...
Época das Crônicas, dos Salmos e dos astrólogos que interpretavam mensagens dos deuses. Buscando semelhanças com a Idade Média, tempo dos santos, das cruzadas e conquistas, das diversas religiões, das crises e da transição para o capitalismo, encontramos: “magnas” girafas através da arte literária.
Capítulo IV – NÚMEROS
O quarto capítulo, subjetivamente nos pergunta: Sem Lei, nem Rei?
Neste livro, os povos recebem os recenseamentos, refletindo-se em fatos e providências legislativas correspondentes à vida nômade no deserto da península sináitica... Com similitude aos fatos que ocorreram entre 1454 a 1789 (Idade Moderna), percebemos uma Europa “estranha”...
Paralelamente, chineses, indianos e árabes exploram rotas marítimas de comércio. O advento das grandes navegações européias subjuga e finda com a colonização de toda a África.
Unificações Políticas fazem das girafas “Alianças” – presentes diplomáticos entre os reis. Conceitua o declínio das girafas pelos exploradores até o desenvolvimento urbano na África. Ora “reis e rainhas” das girafas! Girafas nas artes e em circos...
Capítulo V – DEUTERONÔMIO
Abrange uma “Segunda Lei”. Ao fim da jornada no deserto, Moisés retoma a legislação precedente para adaptá-la às novas condições de vida...
Na parecença deste fato com às revoluções na Europa e os acontecimentos na Idade Contemporânea (1790 a 1918), temos o “batismo” da girafa por Carl von Linné, em conseqüência a Taxonomia, novos métodos de Classificação Científica e as Subespécies de girafas através da Toponímia.
Igualmente a introdução de novos padrões de medidas, o Sistema Métrico; a reviravolta ocorrida na Teoria da Evolução das Espécies proposta pelos evolucionistas; também temos a invenção do Selo Postal e a primeira emissão filatélica sobre girafas; ainda a descoberta do Ocapi – o único parente das girafas.
Capítulo VI – NOVO TESTAMENTO
O último capítulo compara o Apocalipse com a Atualidade. Remete-nos à duas épocas antagônicas. Intenciona à analogia reflexiva, percebendo e concluindo o nosso próprio presente. O passado está intrínseco na pergunta:
– Será que em pleno século XXI voltamos ou deveríamos voltar à época da “Lei do Talião”, quando a máxima “Olho por olho, dente por dente” era vigente?
O futuro representa o alcance da consciência ecológica, o entendimento, a razão. Considera e examina o Juízo Final, o que estamos fazendo para o nosso Planeta, para a preservação das espécies, para nós mesmos...
Contém: Girafas ameaçadas de extinção, girafas em Entidades e ONGs, girafas em Museus de História Natural, girafas em Reservas e Parques Nacionais Africanos, girafas em Jardins Zoológicos e ainda, na última página, um “protesto girafídeo”.
Capítulo I – GÊNESE / PRÉ-HISTÓRIA (Análogo ao período Pré-histórico da Terra, fatos que ocorreram entre milhões de anos atrás até 2000 a.C.)
O Gênese narra as origens do Universo e do gênero humano até a formação do povo de Israel na sua estada no Egito... Já a Pré-história é anterior ao aparecimento da escrita (2000 antes de Cristo) e, aqui, é reconstituída por meio das girafas em arte rupestre.
O primeiro livro de Moisés, com a criação divina de todas as coisas e as girafas na Arca de Noé...
Este capítulo compreende as “Leis Básicas”, a origem Bíblica e Científica da girafa, sua morfologia e hábitat – a África.
I – 1) Origem da girafa através da Teoria Bíblica; Girafas na Arca de Noé
I – 2) Origem da girafa através da Teoria da Geração Espontânea: Aristóteles, Paracelso
I – 3) Origem da girafa através da Teoria Científica: Eras geológicas; Teoria do Big Bang
I – 4) Várias teorias, uma conclusão: “coincidências” do Rift Valley...
I – 5) Registros paleontológicos de antigas girafas; Os homens que conviveram com as antigas girafas
I – 6) Arte rupestre ou arte naturalista: Arte Saariana, Arte Austral, Arte Franco-cantábrica
I – 7) Formação das girafas: Biologia, Morfologia, Anatomia, Estrutura: ossos, corpo, pata, cabeça, cornos, língua
I – 8) A distribuição geográfica das girafas, até a sua formação endêmica no Continente Africano
Capítulo II – ÊXODO / ANTIGUIDADE (Análogo a fatos que ocorreram entre 1550 antes e 395 depois de Cristo)
Êxodo significa emigração, fuga, saída. Ele narra a saída dos israelitas do Egito, conduzidos por Moisés aos pés do Sinai, para aí receberem de Deus a sua lei religiosa e civil e se constituírem por meio de um pacto sagrado “testamento”, em peculiar “povo de Deus”...
Estamos no período dos Faraós e da escravidão do Egito, no ano de 1500 a.C. (Abraão, Sarah, Ismael, Isac, Rebeca, Isaur, Jacó, Israel, José). Israel somente veio a existir como nação a partir de 1440 a.C, por ocasião do Êxodo. Mais ou menos no ano 1000 a.C. que profetas e juízes são os grandes líderes do povo. Leis. Sentenças aplicadas. Reis: Saú, Davi, Salomão.
Subentende a “Lei da Selva”. Tenta exprimir semelhanças entre o Êxodo e fatos que ocorreram na Antiguidade (1550 a.C. a 395 depois de Cristo), quando a Bíblia foi escrita em hebraico pela primeira vez.
*Assim como um “testamento”, temos Aristóteles e sua classificação, a UNICEF análoga às primeiras escritas e a etimologia, o ecossistema das girafas, seus amigos e inimigos naturais.
II – 1) A África e o hábitat de suas Girafas; Ecossistema; A Fuga das Girafas
II – 2) Amigos e inimigos naturais: Pássaro, Inseto, Leão, Jacaré, Hiena, Cachorro Selvagem etc.
II – 3) Extermínio das girafas desde o homem pré-histórico até o homem da Antiguidade
II – 4) Analisa as Primeiras Escritas; A Bíblia foi escrita em hebraico a primeira vez entre 1200 a 1125 a.C.; Etimologia: Camelo e Leopardo (gregos e romanos que inventaram o seu nome)
Capítulo III – LEVÍTICO / IDADE MÉDIA (Análogo a fatos que ocorreram entre 395 a 1453)
Compreende uma “Lei Adjetiva”. Regula-se o culto religioso (girafas natalinas) à maneira de ritual (hábitos das girafas), dirigido especialmente aos levitas, que formavam o clero consagrado ao serviço do santuário...
Época das Crônicas, dos Salmos e dos astrólogos que interpretavam mensagens dos deuses. Buscando semelhanças com a Idade Média, tempo dos santos, das cruzadas e conquistas, das diversas religiões, das crises e da transição para o capitalismo, encontramos: “magnas” girafas através da arte literária.
Baixa Idade Média – Na crise do feudalismo valorize as cruzadas, a reabertura do Mediterrâneo e o Renascimento urbano e comercial. É necessário destacar também a crise do século XIV (guerra, peste e fome) e a transição para o capitalismo. Colocar todos os livros por causa das crônicas de Jó. Provérbios – sabedoria popular – parábulas – salmos – poesias. Profetas: Isaías, Jeremias, Baruc, Ezequiel, Daniel. Primeiras escritas...
Magos – Daniel (1, 20; 2, 27; 5, 15) – aplica a palavra a certa classe de “sábios” ou astrólogos que interpretavam sonhos e mensagens dos Deuses. No Novo Testamento seu uso amplia-se para incluir todos aqueles que praticam artes mágicas (At 8, 8; 13, 6-8). Os Magos do Oriente, que vieram em busca de Jesus, eram, provavelmente, astrólogos da Transjordânia, da Nabatéia, que souberam do Messias prometido ao povo judeu em razão das relações comerciais e políticas entre seus povos.
Profetas – São um misto de pessoas que entram na esfera do transcendente e ao mesmo tempo na esfera do mundo. Por vezes eles entram numa espécie de delírio e transe criticando a realidade, fazendo denúncias e anunciando os desejos de Deus. No contexto bíblico, os profetas eram aqueles que anunciam e denunciam a vontade de Deus a respeito do homem e do mundo. Os profetas falam diante de quem devem falar, diante do povo, dos reis, sacerdotes ou outros povos.
Girafas em culto e rituais religiosos – Embora não se saiba quem esculpiu girafas nas inúmeras artes rupestres do continente africano, isso sugere que elas tenham sido bastante importantes em antigas culturas na África. Elas foram pintadas e entalhadas de forma mais cuidadosa em alguns países, sobretudo naqueles que abrangem a região do Deserto do Saara. Há hipóteses de que diferentes culturas podem ter considerado as girafas como “animais da chuva”, tendo poderes sobre a chuva...
III – 1) Girafa & Simbologia; Culto religioso, Reis
III – 2) Alimentação
III – 3) Água
III – 4) Os Rituais das girafas; Zoobiologia e Zooética; Características de Comportamento: Reprodução e Procriação, Vida Social, Adaptação Especial, Hábitos, Elegância
III – 5) Alberto Magno e Tomás de Aquino
III – 6) Marco Pólo; A primeira girafa da China
III – 7) São Francisco de Assis
III – 8) A girafa na arte literária: Salmos, poesias, provérbios, parábolas (3literatura)
Capítulo IV – NÚMEROS / IDADE MODERNA (Análogo a fatos que ocorreram entre 1454 a 1789)
Recebem o nome dos recenseamentos do povo contidos na primeira parte, estendendo-se, depois, em refletir fatos e providências legislativas correspondentes a cerca de 40 anos de vida nômade no deserto da península sináitica...
O quarto capítulo, subjetivamente nos pergunta: Sem Lei, nem Rei?
Neste livro, os povos recebem os recenseamentos, refletindo-se em fatos e providências legislativas correspondentes à vida nômade no deserto da península sináitica... Com similitude aos fatos que ocorreram entre 1454 a 1789 (Idade Moderna), percebemos uma Europa “estranha”...
Paralelamente, chineses, indianos e árabes exploram rotas marítimas de comércio. O advento das grandes navegações européias subjuga e finda com a colonização de toda a África.
Unificações Políticas fazem das girafas “Alianças” – presentes diplomáticos entre os reis. Conceitua o declínio das girafas pelos exploradores até o desenvolvimento urbano na África. Ora “reis e rainhas” das girafas! Girafas nas artes e em circos...
Talvez, o período da Idade Moderna foi o “pior” para o velho continente africano... Bem como à exótica girafa que, pouco conhecida, foi enviada à China, já em 1415. O mundo civilizado europeu só começou a ter contato com a enorme variedade de animais com o advento das grandes navegações intercontinentais... Os exploradores da África marcam o início da colonização. Então, as girafas passam a ser um importante presente diplomático aos reis, pois são enviadas das savanas rumo à várias cidades européias, durante muito tempo, até depois do século XVIII, sobretudo nos anos 20. Com as grandes expedições e principalmente com as construções de muitas estradas de ferro em vários países da África, começa o declínio do recenseamento das girafas...
Diversos meios de transporte são características de desenvolvimento dos países, levando o progresso aos lugares por onde passam. Entretanto os animais selvagens e, claro, as girafas, ficaram cada vez mais sem espaço físico para sobreviverem. Matas foram derrubadas e savanas interrompidas... O desenvolvimento urbano, as fazendas, a poluição ambiental, a devastação de seu hábitat que deu lugar à agricultura, são alguns dos fatores que continuam colaborando com a diminuição da fauna e flora de todo continente africano...
IV – 1) Adaptação às Leis; Classificação em Reino Animal e Vegetal
IV – 2) Taxinomia; Classificação Científica: Mamíferos; Ungulados; Família: Girafas e Ocapis
IV – 3) Carl von Linné batiza as girafas; Classificação Binária ou Nomenclatura Binominal (próximo capítulo...)
IV – 4) Subespécies de girafas; Toponímia: estudo linguístico ou histórico da origem do nome próprio de lugar
IV – 5) Declínio das girafas desde os antigos até hodiernamente: Exploradores da África; Desenvolvimento Urbano; Poluição Ambiental; Alterações de hábitat que tem sofrido devastação para a agricultura, como drenagem de pântanos e o fogo etc.
Capítulo V – DEUTERONÔMIO
Segunda lei, emanada pelo fim da jornada no deserto, Moisés retoma a legislação precedente para adapta-la às novas condições de vida sedentária, em que o povo vivia a se encontrar com a conquista iminente da Palestina. Ou seja: retomar a legislação precedente para adaptá-la às novas condições de vida...
Abrange uma “Segunda Lei”. Ao fim da jornada no deserto, Moisés retoma a legislação precedente para adaptá-la às novas condições de vida...
Na parecença deste fato com às revoluções na Europa e os acontecimentos na Idade Contemporânea (1790 a 1918), temos o “batismo” da girafa por Carl von Linné, em conseqüência a Taxonomia, novos métodos de Classificação Científica e as Subespécies de girafas através da Toponímia.
Igualmente a introdução de novos padrões de medidas, o Sistema Métrico; a reviravolta ocorrida na Teoria da Evolução das Espécies proposta pelos evolucionistas; também temos a invenção do Selo Postal e a primeira emissão filatélica sobre girafas; ainda a descoberta do Ocapi – o único parente das girafas.
IDADE CONTAMPORÂNEA (Análogo a fatos que ocorreram entre 1790 a 1918)
No final do século XVIII, através de sua Classificação Binária, Linné “batiza” as girafas em latim com nome e sobrenome: Giraffa Camelopardalis – nome científico que as identifica em toda Nação; embora tenha outros nomes em cada idioma. No período da Revolução Francesa, um novo sistema de medidas foi adotado. Então, o animal mais alto do mundo passou a ser medido em metros (de 4 até 6 m de altura, na fase adulta) e seu peso em quilogramas (entre 950 a 1.400 kg). Também houve uma nova divisão sistemática dos animais, de acordo com suas estruturas corporais, assim como renovadoras teorias sobre a evolução das espécies... Naquele tempo, ninguém acreditava que houvesse qualquer transformação nos animais, aceitava-se a teoria da não-mutação que considerava todos as espécies de seres vivos imutáveis e fixos – época em que reinava a doutrina do fixismo.
V – 1) Adaptação às Novas Leis; Introdução de novos padrões de medidas para o Sistema Métrico: altura, tamanho e velocidade das girafas.
V – 2) Revolução Francesa – final do século XIX; Unificações Políticas – girafas como presentes diplomáticos, como “Alianças” – presentes entre os reis dos Séculos: XV ao XVIII; Adaptações das girafas – das sananas africanas às grandes cidades européias (zoológicos).
V – 3) Expansão Napoleônica, Ideologias e Revoluções na Europa (1830 e 1848); Invenção do Selo Postal – a primeira emissão filatélica sobre girafas e uma reflexão sobre selos “ilegais”.
V – 4) Segunda Revolução Industrial e animais ameaçados de extinção pelo Capitalismo Financeiro; a peste bovina, uma doença que se acredita ter sido introduzida juntamente com o gado importado para o continente africano.
V – 5) A reviravolta ocorrida na Teoria da Evolução das Espécies proposta pelos evolucionistas: Erasmus Darwin, Georges Louis Leclerc (Conde de Buffon), Jean-Baptiste Pierre Antoine de Monet (Cavaleiro de Lamarck), Charles Darwin.
V – 6) Genética; Gregor Mendel; August Weissmann
V – 7) Ocapis – o único parente das girafas
V – 8) Girafas & Artes
1ª Guerra Mundial; Revolução Russa...
Capítulo VI – NOVO TESTAMENTO
Apocalipse: Juízo final. A lei do talião é um privilégio jurídico, pelo qual a pena deve ser proporcional ao fato, face à lei anterior do mais forte, conforme Gn 4, 23. Pena de talião – pena antiga pela qual se vingava o delito infligindo ao delinquente o mesmo dano ou mal que ele praticara. Jesus Cristo superou esta visão legalista da lei...
ATUALIDADE
Análogo a fatos que ocorreram desde 1919 até hoje e uma reflexão futura...
VI – 1) Apocalipse; Juízo final de hoje; Compreende uma reflexão sobre o futuro, sobre a Preservação das espécies... Será que em pleno século XXI estaremos voltando à pena antiga pela qual se vingava o delito infligindo ao delinquente o mesmo dano ou mal que ele praticara? Se não preservarmos o meio ambiente, os animais, a flora e fauna, não estaremos nos matando também?
VI – 2) Animais Ameaçados de Extinção; Leis de Preservação dos Animais e Protetores
VI – 3) Entidades, ONGs, Museus; Congressos veterinários
VI – 4) Reservas e Parques Nacionais Africanos; Turismo; Consciência Ecológica; Ecologia
VI – 5) Jardins Zoológicos
VI – 6) Futuro e Conclusão
Nota: Resenha recebida de Helion, em 06/05/2004.
GIRAFAMANIA |
SÉRGIO SAKALL |