PARQUES E JARDINS ZOOLÓGICOS DO MUNDO E AS SUAS GIRAFAS...

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“Descobrir o animal, explorar o meio ambiente, conhecer o homem... Seguir suas evoluções paralelas, percorrer a frágil teia que teceu suas coabitações ancestrais e que confunde seus destinos para sempre...

Tentar compreender seu destino comum. Em uma palavra, apreender a conservação do planeta em sua totalidade. É para isto que gostaríamos de devotar nossas vidas.” Extraído de Novas aventuras selvagens: Isabelle e Jean-François Lagrot.


“Découvrir l'animal, explorer le milieu, connaître l'homme... Suivre leurs évolutions parallèles, parcourir la toile fragile qu'a tissée leur cohabitation ancestrale et qui enchevêtre leurs destins à tout jamais...

Et tenter de comprendre leur avenir commun. En un mot, appréhender la conservation de la planète dans son ensemble. Voilà à quoi nous voudrions vouer nos vies.” Extrait Nouvelles aventures sauvages: Isabelle et Jean-François Lagrot.


As palavras “soo” (tupi-guarani), “çoo”,“zoo” ou Zoo (sufixo grego), como é no mundo inteiro, é um monossílabo extraordinário, significa animal, bicho, em quase todas as línguas e é por isso que em qualquer cidade do mundo a gente encontra o Jardim Zoológico...

Poucas experiências são tão significativas para adultos e crianças quanto uma visita ao Zoológico. Apreciar a diversidade da fauna cria um vínculo poderoso e universal com a natureza. Aproximadamente 10% da população do planeta visita um zoológico a cada ano.

Atualmente, o conceito sobre Jardim Zoológico é integrar os visitantes para que eles reconheçam e interajam com os animais, conhecendo e respeitando a vida animal na terra e tendo consciência ecológica.

Apesar da internet que traz para dentro de casa o conhecimento, os zoológicos do mundo são visitados anualmente por mais de 600 milhões de pessoas, o que prova que o homem tem necessidade de verificar pessoalmente como agem e como vivem os animais.

Ao longo das últimas décadas muitos zoológicos tem intensificado seus esforços para reproduzir os animais em cativeiro. Por volta de 1960, por exemplo, tornava-se claro que um animal feliz no zoo era aquele suficientemente fácil de reproduzir.

Só gostamos do que entendemos e só entendemos o que conhecemos bem. Conhecer algumas das espécies ameaçadas de extinção talvez nos leve a compreender melhor a importância de protegê-las...


Um jardim zoológico, também chamado de zoológico ou simplesmente zoo, é um local específico para se manter animais, selvagens e domesticados, que podem ser exibidos ao público.

No zoológico existem profissionais especializados, como veterinários, que cuidam da alimentação, das jaulas, da saúde mental e física dos animais, entre muitas outras atividades. Tem objetivos como: educação, saúde, preservação, pesquisa etc.

Muitas vezes os zoológicos são criticados pelas pessoas que acreditam ser errado manter animais presos em cativeiro, mas outros argumentam que os zoológicos podem ajudar na preservação dos mesmos.

História

Os seres humanos criam animais em cativeiro há pelo menos 2500 anos... Os primeiros animais mantidos em cativeiro talvez tenham sido os pombos, no Iraque...

A primeira coleção de animais foi provavelmente feita pelos egípcios, há mais de 4000 anos, e possuía 100 elefantes, 70 felinos e milhares de outros mamíferos. Foi fundado na China um enorme zoológico chamado de Jardins da Inteligência, há 3000 anos.

Os primeiros zoológicos eram coleções particulares, geralmente de reis. No passado os animais eram treinados para se exibirem ao público, mas isso raramente acontece nos dias atuais.

A mudança de atitude e da mentalidade das pessoas, com os avanços da tecnologia, entre outros fatores, está fazendo com que os zoológicos fiquem mais sofisticados.

Espaços novos são projetados para simular o hábitat natural, que além de favorecer o bem-estar do animal pode ser usado para aprender os costumes naturais do mesmo, pois simulando a natureza o animal terá reações naturais.

Faz-se a combinação de espécies, vegetação, temperatura e umidade. A comida fica oculta para estimular os animais a procurá-la como fariam se estivessem em meio selvagem.

Os zoológicos possuem vários objetivos, dentre os quais estão a pesquisa, a preservação e a educação, sendo que a diversão é o menos relevante. Assim os zoológicos têm o papel de proteger os animais em vez de explorá-los.

Educação — Como a urbanização acabou afastando as pessoas do contato com a natureza selvagem, automaticamente diminuiu o contato com os animais. O zoológico educa as pessoas fazendo-as conhecer os animais e as ameaças que eles enfrentam.

Saúde — A saúde dos animais é muito importante, por isso eles são incentivados a se comportarem como se estivessem soltos em meio selvagem. Caso esse incentivo desapareça os animais se entediam e podem entrar em depressão ou agir anormalmente.

Preservação — Com o avanço científico e tecnológico, a poluição e o desmatamento aumentaram drasticamente, afetando o hábitat de certos animais, por este motivo para alguns animais a única forma de evitar a extinção é viver em cativeiro. Muitas espécies já conseguiram reproduzir-se em cativeiros e mais tarde, depois de um período de adaptação, foram devolvidas com sucesso à natureza.

Pesquisa — Os zoológicos têm como grande função a pesquisa em animais, como por exemplo testes para gravidez de rinocerontes, tratamento de doenças, inseminação artificial e rastreamento de animais na natureza, tudo isso ajuda na reprodução e também no nosso aprendizado sobre seus estilos de vida, ajudando em sua preservação.

Um pouco sobre a história dos Zoológicos pode ser vista na página de introdução...

Foto by Sakall (1997).

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— Na França, Louis XIV, plantou árvores, flores e vegetação em volta das jaulas – o que despertou a primeira consciência de representação do hábitat dos animais.

— Os primeiros zoológicos da Europa e da América do Norte eram parques extensos onde foram plantadas árvores e plantas. As jaulas eram desenhadas para que houvesse limpeza e desinfecção...

“Brasilia Sive Terra Papagalorum”
Brasil Terra dos Papagaios

Assim era designado o Brasil na cartografia antiga. Era o paraíso das aves!

Existiam aqui, várias espécies de papagaios... Em 1511, entre as primeiras exportações comerciais do Brasil Colônia, estavam incluídos 22 tuins e 15 papagaios...

São diversas as espécies de aves ameaçadas de extinção, principalmente os chamados de Xerimbabo que são os que aprendem a imitar a voz humana rapidamente...

O primeiro ZOOLÓGICO e o primeiro JARDIM BOTÂNICO do Novo Mundo, foram fundados no Brasil, entre 1637 a 1644. Durante todo o século XVI e a primeira metade do XVII, muitos se ocuparam em registrar animais e plantas do país.

Já nos primeiros dias da descoberta da nova terra, Pero Vaz de Caminha (secretário) e um participante desconhecido da viagem de Pedro Álvares Cabral, descreveram araras, um peixe-boi e os nativos – existem descrições da fauna, flora, índios, topografia, geografia, entre outras coisas do Brasil, também nos documentos oficiais dos governantes portugueses.

Entre 1533 a 1597, o jesuíta José de Anchieta, escreve cartas com muitas descrições da fauna, flora e pessoas...

Entre 1540 a 1591, o colono Gabriel Soares de Sousa (Bahia), escreveu “Tratados”, verdadeira enciclopédia do Brasil.

Mas a grande obra de História Natural Brasileira veio no período holandês, sob o governo de Maurício de Nassau (Johan Maurits de Nassau-Siegen), Governador-Geral da colônia holandesa no Nordeste brasileiro durante 7 anos (Companhia das Índias Ocidentais Holandesas – Pernambuco).

Proveniente de uma família cuja árvore genealógica compunha-se de grandes personalidades da Boêmia, Dinamarca e outras cortes européias, chegou ao Recife como Governador aos 33 anos de idade e foi o primeiro europeu a fundar um zoológico, um jardim botânico e um observatório astronômico no Novo Mundo, ou a criar ali um museu.

Em 1648, de volta à Holanda, Maurício de Nassau publicou “Historia Naturalis Brasiliae” que era basicamente uma enciclopédia de zoologia, botânica e topografia médica do Nordeste brasileiro...

ZOOLÓGICOS DO BRASIL

HISTÓRIA DOS ZOOLÓGICOS EUROPEUS

PÁGINA DE AMIGOS DAS GIRAFAS

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Das savanas às cidades... As girafas estão presentes em zoológicos do mundo inteiro, como podemos ver através de muitas emissões filatélicas dos 5 Continentes...

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Alguém poderia fazer a gentileza de traduzir este texto em italiano?

Prendiamo ad esempio la giraffa. Plinio, che ben conosceva il cammello, non può fare a meno di ricorrere ad esso per analogia quando si tratta di descrivere due animali che lo spiazzavano un poco: lo struthocamelus e il camelopardalis, entrambi originari della lontana e misteriosa Africa ed entrambi non ignoti al mondo romano: anche a quello dei giochi circensi.

E' facile a notarsi come gli stessi nomi latini dei due animali si tolgano abilmente dalla peste facendo ricorso alla parola camelus. Abbiamo insomma un termine di confronto, il cammello, alla luce del quale comprendere o quanto meno indicare e descrivere lo struthocamelus, cioè il “passero-cammello”, strano ibrido – nella sensibilità antica – fra uccello e quadrupede, e il camelopardalis, il “cammello-leopardo” nel quale le dimensioni e la forma rammentavano alla lontana il primo dei due animali dei quali era detto ibrido, e il mantello chiazzato il secondo.

E' evidente che il camelopardalis era la giraffa: per descrivere la quale Plinio spingeva a fondo la risorsa offertagli dall' arte delle ibridazioni: “Gli Etiopi chiamano nabu una bestia simile nel collo al cavallo, nei piedi e nelle zampe al bue, nella testa al cammello, con macchie bianche sul pelame fulvo; per questo è chiamata camelopardalis, e fu vista a Roma per la prima volta durante i giochi del circo offerti da Cesare quando era dittatore. Da quel momento la si vede spesso, animale notevole per il suo aspetto più che per la natura feroce, e per questo ha avuto anche il nome di pecora selvatica”.

Il camelopardalis era anche noto quindi col nome di ovis fera. La parola nabu, usata dagli Etiopi, corrisponde all' aggettivo “alto”; del camelopardalis (un termine desunto dal greco), parlava anche Varrone nel De lingua latina, composto più o meno all' indomani di quel 46 a.C. nel quale il trionfante Caio Giulio Cesare aveva fatto conoscere ai romani il camelopardalis, nome straniero come un po' tutti quelli delle ferae (commentava il conservatore Varrone, che non vedeva di buon occhio le novità né le cose strane che venivano da lontan): “La camelopardalis, testé portata da Alessandria, così chiamata perchè aveva la figura di un cammello e la pelle screziata di una pantera”.

Aristotele non conosceva la giraffa; o, quanto meno, non ce ne parla. Ne trattano invece i geografi Agatarchide e Artemidoro, il secondo dei quali era la fonte specifica di Plinio. Ricordata da Plinio, la giraffa scompare poi dalle cronache antiche e medievali. Meno spettacolare dell' elefante, inutile in battaglia, incapace di lavori troppo pesanti, cagionevole di salute, essa non era un animale che potesse troppo adattarsi a venire esibita in Occidente.

La ritroviamo tuttavia - esemplare unico, e fra i più ammirati - nel serraglio che seguiva l' imperatore Federico II nei suoi spostamenti, durante la prima metà del Duecento: un serraglio del quale - addobbati di una sorta di stoffe preziose e di monili e tenuti alla catena da schiavi saraceni - facevano parte leopardi, linci, scimmie, orsi, pantere, leoni, falchi, poiane, pavoni, aras, struzzi, colombe di Siria e l' immancabile elefante.

Di quest' apparato, straordinario per l' epoca, Federico si serviva sopratutto quando faceva il suo ingresso nelle città italiane; ma, tra esse, quelle costiere non erano a loro volta nuove a spettacoli di questo tipo. Animali esotici si vedevano relativamente spesso, difatti, a Venezia, a Genova, a Pisa, nei centri meridionali. Tuttavia il presentarsi attorniato da quelle che, allora, erano altrettante meraviglie, costituiva per Federico una prova ulteriore del suo proporsi quale Nuovo Adamo e Nuovo Cristo, signore del creato, padrone dei misteri della natura.

La formosa difformitas, la “straordinaria eccezionalità” della giraffa, costituivano appunto uno degli attributi di un sovrano straordinario. I contatti con l' Oriente al tempo delle crociate resero relativamente frequenti gli arrivi in Europa di animali esotici, attorno ai quali si concentravano curiosità e attenzione; e, al pari dei monarchi dell' Asia, Federico - che amava collezionare animali strani come collezionava gemme e oggetti preziosi, congegni mirabili, curiosità naturali - introdusse nelle corti europee il gusto del serraglio.

Questo interesse degli occidentali per gli animali esotici faceva sì che ad essi fossero attenti i viaggiatori e i pellegrini che dall' Europa si recavano in Africa e in Asia, e le descrizione dei quali venivano usate anche dai pittori. Ad esempio il fiorentino Lionardo di Niccolò Frescobaldi, che nel 1384 si recò ad Alessandria e quindi al Cairo per poi dirigersi, attraverso il Sinai, alla volta di Gerusalemme, giunto al Cairo vide elefanti e giraffe, e li descrisse con un sistema che per certi versi ricorda Plinio: cioè ricorrendo a parti distinte di animali familiari al suo paese, e istituendone un paragone con esse: “La giraffa è un animale corpulento, come comunale cammello, e mansueta come pecora, e di pelo di cervio. I piedi suoi ha fessi come di bue, le gambe di dietro lunghe circa due braccia; la coda come di capra, la schiena corta, le gambe dinanzi lunghe circa quattro braccia, il collo altrettanto, la testa come vitella di latte, e corna vestite di pelle come quelle del cavriolo”.

La promiscuità di forme secondo la quale veniva descritta non giovò alla giraffa: essa non ebbe fortuna nè nell' araldica, nè nell' emblematica. Restò comunque associata al fascino dell' Africa, e come tale sarebbe divenuta, nell' Europa moderna, un' abitatrice obbligatoria dei giardini zoologici.

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Última atualização: 01/07/2008.
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