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http://www.zoologico.sp.gov.br/ |
O Zoológico de São Paulo foi criado em 1957, à partir de uma instrução do então Governador Jânio Quadros (ex-presidente do Brasil em 1961) ao Diretor do Departamento de Caça e Pesca da Secretaria da Agricultura, Sr. Emílio Varoli (então, presidente do zoo).
Os primeiros animais exóticos como: leões, camelos, ursos e elefantes foram adquiridos de um pequeno circo particular e os animais brasileiros como onças e galos-da-serra, foram adquiridos em Manaus.
A inauguração do Zoológico, prevista para janeiro de 1958, teve que ser adiada devido as fortes chuvas daquele ano... Inaugurado oficialmente em 16/03/1958, o Zoológico de São Paulo ocupa uma área de 824.529 m², com 4 quilômetros de alamedas, e é quase todo coberto por Mata Atlântica nativa.
Localizado em uma área de Mata Atlântica original, o Parque aloja nascentes do histórico riacho do Ypiranga (que um dia viu D. Pedro I proclamar a Independência do Brasil), cujas águas formam um lago que acolhe exemplares de aves de várias espécies exóticas, além das 3 mil aves migratórias. Assim como o lago, a mata abriga animais nativos de vida livre, formando maravilhosa fauna paralela.
Apesar do clima chuvoso, muitas pessoas participaram da inauguração do Parque e puderam ver pela primeira vez na cidade de São Paulo, 482 animais, dentre eles: 9 veados, 2 onças-pintadas e 1 preta, 3 jaguatiricas, 2 gatos-do-mato, 1 urso, 23 papagaios, entre outros.
No ano de 1958, a entrada era gratuita, à partir da criação da Fundação Parque Zoológico de São Paulo, em 1959, os ingressos passaram a ser cobrados. A Fundação obteve personalidade jurídica e autonomia administrativa, financeira e científica.
O Parque Zoológico de São Paulo é considerado o maior do Brasil e um dos 10 melhores do mundo, tanto pela diversidade de animais que abriga, quanto por seu trabalho na preservação de espécies em extinção.
Hoje, o Zoológico conta com um variado acervo, sendo considerado o maior da América Latina em diversidade de espécies, algumas bastante raras como o guepardo, o lagarto-de-língua-azul, a zebra-de-grevy, o lobo-guará, a arara-azul, arara-spix e arara-de-lear, que podem ser vistas ao lado de girafas, tigres etc. É um dos poucos do mundo a ter uma coleção completa de felinos e símios.
Através da exibição de 3.200 animais, aproximadamente, representando 102 espécies de mamíferos, 216 espécies de aves, 95 espécies de répteis, 15 espécies de anfíbios e 16 espécies de invertebrados, em recintos e terrários amplos e semelhantes ao hábitat natural, o Zoológico de São Paulo promove a conscientização do público sobre a variedade e diversidade das formas de vida sobre a Terra.
Espécies brasileiras ameaçadas de extinção como o mico-leão-de-cara-dourada e o tamanduá-bandeira têm programas especiais de reprodução em cativeiro promovidos pela Fundação (dados referentes ao mês de outubro de 2006).
Algumas espécies da fauna africana que podem ser encontradas no Jardim Zoológico de São Paulo: chimpanzé, dromedário, elefante-africano (Terezita), girafa, grande-codu, hipopótamo, leão-africano, rinoceronte-branco, entre outros.
EVOLUÇÃO DOS LOGOS DO ZOOLÓGICO
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| 1973–1991 | 1992–1995 | 1996–2002 | Desde novembro de 2002 |
Abaixo (lado esquerdo da tela), carimbo comemorativo (Zioni: 3727): “Parque Zoológico de São Paulo – 16/03/1958 – 25 Anos, ECT 17 a 23/06/1983”. Do lado direito, carimbo comemorativo (Zioni: 6364): “40 Anos do Zoológico de São Paulo, 24 a 30/05/1998”... Interessante notar também a evolução dos logotipos através de carimbos comemorativos...
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ANIMAIS FAMOSOS
– famoso rinoceronte “Cacareco”...
– Foto primeiros animais: leoa “Helena”, data de 1958...
– O elefante-asiático fêmea, chamado “Mara”, é da década de 60... parece que ela morreu na tragédia de 2004...
– Também nessa época ocorreu a construção do recinto das girafas e já existia o recinto dos hipopótamos... a girafa “Clotilde” foi mãe de várias das girafas que foram para outros zoológicos...
Nota: A partir de 31/05/1966 houve um concurso, para quem pagasse em dia suas quotas mensais ou a quota integral do carnê Permanente Familiar Vitalícia, na “Campanha de Expansão do Zoológico”, cuja taxa de subscrição era de Cr$ 5.000 (cinco mil cruzeiros) e 18 prestações mensais de Cr$ 1.000 (hum mil cruzeiros), que deveriam ser pagas no escritório central (Rua São Bento, 59 – 3 andar – conj 3-B), na entrada do Parque Zoológico nos finais de semana , ou ainda nas agências de cinco estabelecimentos bancários. O prêmio maior foi um Aero-Willys 2.600 (novinho em fôlha), segundo o talão completo, de número 89059, que tenho na coleção (encontrado na feira do Masp em 13/07/08)...
– A construção do recinto dos chimpanzés ocorreu em 1969... o chimpanzé “Tarzan” foi o mais famoso.
– O recinto dos tigres (atual leões) data de 1970...
– O recinto do condor e das aves de rapina foi inaugurado em 1980...
Outros famosos foram: o rinoceronte-indiano “Nabo” e o raro e querido gorila “Virgulino”, que viveu no zoo durante 33 anos.
Estes animais marcaram grandes períodos e ainda são lembrados com muito carinho pelos funcionários e visitantes do parque.
Entre as celebridades que moram atualmente no Zoológico estão o tigre-siberiano “Trigo” que foi criado com mamadeira pelos biólogos, o condor-dos-andes que chegou em 1972 e nossa querida mascote, a hipopótamo “Tetéia”, trazida do Zoológico de Córdoba, na Argentina, em 1964.
“Tetéia” tem uma trajetória belíssima, mãe de 10 filhotes, inclusive um fato raro, o nascimento de gêmeos. Essa simpática vovó mora, hoje, com sua última filha, “Sininho”.
A foto do lado esquerdo mostra a girafa “Clotilde”, mãe de várias girafas de outros zoológicos, segundo o site oficial na página Bichos Famosos que fizeram a história do zoológico... Ambas as fotos são de Glória Jafet.
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O Parque Estadual Fontes do Ipiranga abriga o Jardim Botânico de São Paulo, a Fundação Parque Zoológico, o Simba Safári, o Instituto Astronômico e Geofísico da USP e a Secretaria de Estado da Agricultura.
Veja o sauveiro de vidro e conheça a vida no interior de um enorme formigueiro!
— Fundação Parque Zoológico de São Paulo – FPZSP
Avenida Miguel Stéfano, 4241 – Água Funda – São Paulo (SP) – CEP: 04301-905
Telefone: (11) 5073-0811 – Fax: (11) 5058-0564
Maria Luiza Gonçalves (5077-2700), falei com o Lucas em 17/01/2008.
Caixa Postal: 12954 – São Paulo (SP) – CEP: 04010-970
De terça a domingo, das 09:00 às 17:00 hs. (Metrô: São Judas)
administracaozoo@zoologico.sp.gov.br – http://www.zoologico.sp.gov.br/
— O Senhor Diretor Presidente da FPZSP, Doutor Paulo Magalhães Bressan, devolveu o envelope circulado dentro de envelope timbrado com o logotipo do Zoológico de São Paulo e o logotipo do Governo do Estado de São Paulo – Secretaria do Meio Ambiente.
Antiga História do Zoológico de São Paulo
Grandes chácaras faziam vizinhança ao sítio Tapanhoim onde, em 1892, foi instalado o 1º Zoológico de São Paulo e o primeiro Posto Zootécnico do Brasil. Ambos foram criados pelo médico Dr. Carlos José de Arruda Botelho, proprietário das terras e secretário da Agricultura de São Paulo. Uma de suas grandes realizações foi dar início à imigração japonesa no Brasil...
De início, logo ao adquirir as terras do Tapanhoim, mandou buscar vacas na Holanda para fornecer leite ao paulistanos – e é de gado bovino a primeira exposição estadual que acontece no Jardim da Aclimação... Como os gados permaneciam em observação assim que chegavam no Brasil e passavam por uma espécie de “aclimatação” às novas temperaturas destas terras, assim, com o tempo, surgiu o nome do bairro: Parque da Aclimação...
No grande zoológico havia leões, onças, jacarés, antas, cotias, tamanduás, carneiros, cabritos e ursos. Na década de 20 o jardim da Aclimação foi atingindo seu ápice, até se tornar um acontecimento que deslumbrou a cidade. O Zoo marcou época na capital... Desta forma o parque tornou-se marco do desenvolvimento do bairro. Ao expandir-se, algumas de suas ruas foram recebendo nomes de pedras preciosas ou rochas nobres, como: Ametista, Diamante, Safira, Topázio, Turmalina, Ônix; e também nomes de planetas – Saturno, Urano etc.
Em 1939, os herdeiros de Botelho (que passavam por dificuldades financeiras para a manutenção do Parque) venderam a área para a prefeitura e o então prefeito Prestes Maia transformou a região no Parque da Aclimação...
Hoje, o Parque ocupa 122.130 m² e conserva seu antigo lago, grandes árvores centenárias e belos caramanchões. O bairro foi se desenvolvendo ao longo do Parque, seguindo a tradição de calma do jardim, e se tornando eminentemente residencial com grandes casas cercadas de altos edifícios.
Parque da Aclimação – Rua Muniz de Souza, 1119 – Aclimação.
Do sítio Tapanhoim fazia parte o “Quebra Bunda”, era assim chamado porque os escravos ditos vadios, alí, eram espancados até ficarem descadeirados – mediante o pagamento de uma taxa paga pelos senhores de escravos ao proprietário.
O acesso ao jardim se fazia por dois monumentais portões de ferro fundido. O principal ficava voltado para a avenida Aclimação e o outro, para a rua Muniz de Souza. Ao entrar pelo portão da avenida, o visitante logo se deslumbrava com uma larga e bem cuidada alameda sombreada por árvores frondosas, que circundavam o lago em toda sua extensão, numa distância de dois quilômetros.
Essa alameda estava dividida em duas partes: na maior ficavam as diversões (como o salão de baile, o rink de patinação e barracas de tiro ao alvo), o bosque e a vacaria; na outra estava instalado o zoológico...
Você sabe mais alguma informação sobre esta história?
Girafas da Fundação Parque de São Paulo
Abaixo, cartão-postal da década de 70, Foto Zoo (Nº 2)... penso ser a girafa “Chico”... Outros cartões-postais da coleção: Nº 1 (elefante-asiático), Nº 3 (camelo), Nº 9 (zebra), Nº 11 (leão), Nº 17 (vista da ilha de macacos), Nº ? (veado)...
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Em 1980, nasceu um macho?, filho de Rebeca e Chico. (informação de Carlos, em 02/11/06)
Nota: Jornal O Globo (14/10/1972): Desembarca hoje no porto de Santos o rinoceronte-branco “Toc Toc”, comprado a uma firma alemã por 12 mil dólares (cerca de Cr$72 mil cruzeiros). Ele será transportado imediatamente para o Zoológico da Água Funda, em São Paulo, mas só dentro de uma semana, depois de submetido a processo de adaptação, será mostrado ao público. Toc Toc tem 3 anos, 1,20m de altura e pesa 800 quilos. Antes de embarcar, ficou de quarentena em um viveiro em Nápoles, onde foi comprado. No zoo ele ocupará uma área de 120 metros quadrados...
Na coleção há dois cartões-postais com foto colorida e a inscrição no verso: “72 – São Paulo – Jardim Zoológico, Zoological Garden”; um deles datado de 05/04/1979. Ambos da Brasilcólor (com endereços diferentes), impresso por Gráfica Graúna...
Na foto P&B (abaixo), a girafa Evelina com sua cria de um dia de vida, no Zoológico de São Paulo. Do outro lado da cerca, o pai da girafinha brinca com o filhote. Foto de Cícero de Oliveira Neto – Folha Imagem (26/10/1980).
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Em 1981, haviam 4 girafas no Zoo de Sampa, 3 fêmeas e 1 macho. Uma delas iria para o Zoológico de Brasília, segundo o Dr. Paulo Maluf; entretanto acabou ficando somente nas histórias de jornais... Tenho uma foto numa reportagem sobre o zoo de Sampa mostrando, em 1981, uma fêmea adulta com um filhote novo. Não reparei se é a Evelina. Acho que é Rebeca... (informação de Carlos, em 02/11/06)
Em 10/06/1982, nasce Talita, filha de Rebeca e Chico, todos da subespécie masai (matéria abaixo).
11/06/1982 – Jornal O Globo, com foto. Às 11h50m do feriado cheio de sol, sob os olhares de crianças, adultos e funcionários, nasceu ontem, o filhote fêmea da girafa Rebeca. Logo pela manhã, os tratadores do zoo perceberam que Rebeca estava agitada, andando muito pelo viveiro, sem querer comer. Eram os sinais de que o parto não iria demorar e Rebeca foi então separada dos outros 4 companheiros – o macho Chico, um filhote e outras duas fêmeas – e transferida para um viveiro ao lado. O parto não durou mais que uma hora. Segundo o veterinário José Daniel Fedulho, durante todo o tempo Rebeca manteve-se tranquila, mesmo quando as contrações aceleraram. Como ocorre normalmente, a girafa permaneceu em pé e primeiro apareceram as patas dianteiras do filhote, em seguida a cabeça e imediatamente houve, a expulsão total quando a girafinha levou um autêntico tombo, despencando de uma altura de pelo menos um metro. Ao cair no chão, a placenta se rompeu e Rebeca passou a lamber o filhote, aguardando que ele ficasse em pé. Houve expectativa: se o recém-nascido não conseguisse se levantar, é porque havia algo de anormal. Mas a nova girafinha não causou preocupações: levantou-se minutos após o nascimento, permanecendo trêmula encostada nas pernas da mãe, que continuou a lambê-la ainda por um longo tempo. A primeira tentativa de mamar deu-se uma hora depois do nascimento. Mas o filhote não chegou a se alimentar, pois percorreu o ventre da mãe com o focinho e não encontrou as mamas. O veterinário explicou que o filhote deverá mamar até os seis sete meses de idade, e que o desmame se dará aos poucos, paralelamente, ao início da alimentação de verduras, cevada, capim, cenoura picada e ração. Durante o nascimento, o público permaneceu em silêncio, vibrando quando a girafinha tocou o solo e começou a andar. A girafinha, provavelmente será batizada pelos visitantes. (informação de Carlos, em 02/11/06)
Fazenda de Araçoiaba produz alimentos para Zoológico de São Paulo
Uma fazenda na região de Sorocaba é responsável pela produção de alimentos para o Zoológico de São Paulo, desde 1982. O local, no bairro Jundiaquara, em Araçoiaba da Serra, também é usado para a reprodução de algumas espécies de animais em cativeiro. Em uma área de 574 hectares, a fazenda da Fundação Zoológico de São Paulo produz mais de mil toneladas de alimentos por ano que alimentam 3,5 mil animais. Entre as diversas culturas, estão hortaliças, grãos, frutas e forrageiras.
A qualidade dos alimentos é garantida através de cultivo orgânico. Milho é a grande produção da fazenda do zoo e ocupa 100 hectares. O produto é a base para a fabricação de rações. Recentemente, implementou-se também o cultivo de soja. Além de produzir alimentação balanceada para o cardápio do zoo, a fazenda tem como preocupação os cuidados com o meio ambiente.
Através do Sistema de Gestão Agroambiental e controle de impactos, a proposta é chegar a um resultado que diminua a geração de resíduos e melhore a qualidade do produto. A fazenda também produz madeiras, sapés, mudas diversas de folhagens para utilização no paisagismo e ornamentação do Zoológico de São Paulo. Outra atividade da fazenda é criação de animais silvestres, principalmente para reprodução.
Em 13/04/1988, Talita, foi enviada temporariamente, com o propósito de ficar no Zoo do Rio por 2 anos e ver se engravidava...
05/06/01 – O Zoológico de São Paulo passa a administrar o Simba Safári, rebatizado de Zoo Safári...
04/09/01 – Nasceu às 8h, com 60 quilos e 1 metro e meio de altura, cria do casal de girafas Clotilde e Geraldinho. Demorou mais de uma hora para se erguer. Logo após o nascimento, a mãe foi afastada do filhote porque poderia ter uma reação agressiva. Em seguida, o animal foi aquecido e envolto com um cobertor para ativar a sua circulação. Passado o susto, Clotilde amamentou a nova filha. Depois de 4 meses entra na dieta das espécies adultas: ração, capim, abóbora e frutas da época. Até novembro de 2002, outra girafa vai ter um filhote. E o pai também é Geraldinho...
15/10/01 – No parque há uma tabela de locação de espaços no zoo, mas se você tem um projeto e quer uma parceria, sugiro que você faça uma solicitação oficial para o Diretor Presidente Dr. Paulo Magalhães Bressan. Fátima Valente – bióloga da Divisão de Ensino e Divulgação (ensino@zoologico.com.br).
18/09/02 – Zoo SP monta esquema especial para transferir girafas para Americana
Milena Buosi / Lívia Marra, da Folha Online
Para tentar garantir a segurança e conforto de duas girafas, o Zoológico de São Paulo montou um esquema especial de transporte para o próximo sábado, quando mãe e filha serão levadas para o Zoológico de Americana (128 km a noroeste de SP). Elas serão transportadas em um contêiner, colocado sobre um caminhão-prancha. O contêiner é revestido com colchões e tem uma grossa camada de feno, para que as girafas não escorreguem. O local é dividido por uma grade, para que a mãe não “pise” na filha.
A operação mobilizará um biólogo, um veterinário, tratadores, marceneiros e serralheiros do zoológico, além de funcionários da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) e da concessionária AutoBan, que administra a rodovia dos Bandeirantes, por onde elas passarão. Estima-se que o caminhão onde estarão os animais trafegue a 30 km/h no sábado. A previsão é de que as girafas saiam por volta das 20h de sábado do zoológico e cheguem em Americana somente na manhã de domingo.
O transporte, segundo a bióloga Kátia Cassaro, do setor de mamíferos do zoo, é especial por causa da altura dos animais. A mãe, Clotilde, tem 4,5 metros de altura, e a filha, sem nome ainda (que nasceu em 04/09/2001), tem cerca de 2 metros. “É um transporte de altíssimo risco. Não é comum o transporte de girafas adultas por causa da altura. Além disso, ela pode ficar estressada”, disse a bióloga.
Segundo Kátia, o intercâmbio de animais entre zoológicos é comum. “Precisamos trazer novos animais e, para isso, alguns precisam sair daqui”, disse. “Aqui, as seis girafas do zoológico são aparentadas. Precisamos mudar, para não dar problemas consanguíneos.”
Clotilde, 22, nasceu em São Paulo. Sua filha comemorou o 1º aniversário este mês. O tempo médio de vida de uma girafa é de 28 anos. Ela é herbívora e se alimenta, basicamente, de capim e ração. Durante a viagem, mãe e filha não serão alimentadas. O transporte foi planejado há dois meses. Desde então, elas passam parte do dia dentro do contêiner.
Segundo o Zoológico, elas estão prontas para a viagem. Passaram a se alimentar dentro do contêiner e agem como se fosse parte do recinto. “Há dois meses elas estão se habituando com o local”, disse Kátia, que acompanhou, há cerca de cinco anos, o transporte de duas girafas jovens para o Rio de Janeiro e Buenos Aires. Para o Rio, uma delas foi de caminhão. A outra foi transportada até o porto de Santos, onde partiu de navio para a Argentina.
“Espero que esse transporte seja tranquilo como os das outras duas”, disse. “Apesar de todos os cuidados, não sabemos qual será a reação delas. Isso é impossível prever.”
21/09/02 – A girafa Clotilde que deveria ter sido transferida, recusou-se a entrar no contêiner preparado para viagem e enfrentar mais de 120 quilômetros de estrada até Americana. Segundo a chefe do do Departamento de Mamíferos do Zoológico de São Paulo, a bióloga Kátia Cassaro, durante a adaptação ao contêiner, a girafa ficou apreensiva, nervosa e não quis entrar no local. “Não insistimos por acreditarmos que estaríamos prejudicando o animal”, disse Kátia. Ela explica que para não contrariar a vontade do animal, enviamos em seu lugar, um animal bem mais jovem e de comportamento menos arredio, a jovem Sapeca (4 anos), medindo 4 metros e pesando 700 quilos. Além de Sapeca, seguiu viagem a filhote de Clotilde que tem um aninho, tem mais ou menos 2 metros de altura e pesa 150 quilos, cujo nome será escolhido em concurso, no Zoo de Americana. Ainda de acordo com a chefe dos mamíferos, existe a possibilidade da viagem, marcada para hoje, às 20h, ser cancelada em decorrência das chuvas.
15/12/03 – O programa da Luisa Mell me trouxe ao Zoo de Sampa... Naquela oportunidade, alimentei o macho vindo do Zoo de Brasília...
Em 24/01/04, deu início uma tragédia no zoológico... parece-me que morreram 73 animais ao todo...
Nota: Entre 2001 e 2004, isto é, desde que o zoo de Sampa passou a administrar o Simba (mesma época que comecei no projeto dos selos postais sobre os zoos brasileiros) até quando aconteceu a tragédia de tantas mortes no zoo de Sampa, eu fiquei tão chateado que simplesmente abandonei tudo... Acho que foi o único ano que não visitei o zoo.. Só voltei em abril de 2005.
17/02/05 (Folha Online) – Seis animais morrem no zoo entre dezembro de 2004 e janeiro deste ano. Entre eles estão o gorila Virgulino e a girafa Clotilde, animais representativos para o parque. O zoo afirma que as mortes tiveram causas naturais, comprovadas por exames. No ano passado, 73 animais morreram envenenados no parque. De acordo com o zoo, o gorila sofreu um ataque cardíaco e a girafa Clotilde morreu após uma queda e trauma, “não se levantando mais”. Os outros animais mortos são o urso Soraia (que apresentou quadro de torção gástrica), uma onça parda, um guepardo e uma girafa fêmea jovem. “O zoo mantém uma população de mais de 3.500 animais. Nascimentos e mortes de animais fazem parte da rotina de todos os zoológicos”, diz nota emitida pela Divisão de Ensino e Divulgação do parque. “O Zoológico de São Paulo enfatiza que desde de março de 2004 não registrou mortes por envenenamento, sendo os óbitos aqui mencionados, decorrentes de causas naturais comprovados pelos exames efetuados.”
21/04/05 – Passeio no Zoológico de Sampa, com as amigas Maria Aparecida e Miriam...
CINQUENTENÁRIO DO ZOOLÓGICO DE SÃO PAULO
Registros:
Atualmente: Março de 2008, 4 girafas: Sapeca e os 3 filhotes... Visitei sempre enquanto adolescente, sobretudo...
Última atualização: 17/11/2008. |