MPEG – Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi

O Parque Zoobotânico de Belém do Pará é o mais antigo do Brasil !

O Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) é uma instituição de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia do Brasil. Está localizado na cidade de Belém, Estado do Pará, em plena região Amazônica.

Desde sua criação, em 6/10/1866, por Domingos Soares Ferreira Penna e consolidado por Emílio Goeldi no período de 1894 a 1907, tem como missão produzir e difundir conhecimentos e acervos científicos sobre sistemas naturais e sócio-econômicos relacionados à Amazônia.

O Museu foi instalado oficialmente em 25/03/1871; fecha em 1889 e reabre em 1891... O zoólogo suíço, Emílio Goeldi (1859-1917), assumiu a direção do Museu Paraense, em 9/06/1894. Em 1895, foi criado o Parque Zoobotânico.

No dia 1º de dezembro de 1900, o Museu Paraense passa a se chamar Museu Goeldi. Em 1930, novamente muda de nome para Museu Paraense Emílio Goeldi.

Abaixo (lado direito da tela), retrato de Emílio Goeldi (1894). Do lado esquerdo, entrada do Parque Zoobotânico pela Av. Magalhães Barata. Ambas fotos com fotógrafo e data não identificados – Museu Paraense Emílio Goeldi / Arquivo / Coleção Fotográfica.

O Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi está situado no centro urbano de Belém, com uma área de 5,2 hectares. Foi fundado em 1895, sendo o mais antigo do Brasil no seu gênero.

Além de abrigar uma significativa mostra da fauna e flora amazônicas, o Parque concentra as atividades educativas do Museu Goeldi, tal como um laboratório para aulas práticas. Recebe anualmente cerca de 200 mil visitantes.

No Parque Zoobotânico estão instalados a Diretoria do Museu Goeldi, as Coordenações de Pesquisa e Pós-Graduação, Comunicação e Extensão, Administração, Museologia, Assessoria de Comunicação Social e Editora.

Do lado esquerdo, foto aérea da região, identificando o local do Parque. Do lado direito, aspecto do Parque Zoobotânico – foto de Janduari Simões.

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História

O século XIX foi o auge das expedições naturalistas à Amazônia. Desde os primeiros anos, acorreram à região viajantes ingleses, alemães, franceses, italianos, americanos e russos. A abertura dos portos em 1808, tornou o Brasil mais acessível aos viajantes naturalistas e artistas que vieram com grande entusiasmo para estudar e retratar nossa natureza...

1871 – A segunda metade do século XIX marcou a história da capital do Pará, Belém. No período, a borracha passou a ser o produto mais exportado do Estado, gerando lucros cada vez maiores.

O movimento cultural expandiu-se com o enriquecimento de uma classe ilustrada. A criação de associações culturais, jornais e partidos políticos; a freqüente visita de naturalistas, artistas e aventureiros; o embelezamento e urbanização da cidade deram a Belém do Grão-Pará as condições para se tornar a metrópole da Amazônia.

Em 25/03/1871, o Museu Paraense foi instalado oficialmente pelo Governo do Estado, tendo sido nomeado Domingos Soares Ferreira Penna como seu primeiro diretor.

Quando o 2º Império chega ao fim (1889), a conjuntura política na década de 1880 era bastante complicada... Grupos monarquistas e republicanos brigavam por causas próprias. Domingos Soares Ferreira Penna, republicano, envolveu-se em acirradas disputas políticas, as quais, somadas à sua delicada saúde, não permitiram que o Museu Paraense fosse instalado adequadamente.

Faltava pessoal e apoio para as pesquisas. As coleções acabaram perdendo-se pelas más condições de conservação. A produção científica do nascente museu foi mantida pelos próprios trabalhos de Ferreira Penna, sobre geografia, arqueologia e outros assuntos. A morte do naturalista, nos primeiros dias de 1889, coincide com o fechamento do Museu Paraense...

1891 – Três ilustres republicanos foram responsáveis pela reabertura e reforma do Museu Paraense: Justo Chermont (o primeiro governador republicano), José Veríssimo (diretor da Instrução Pública e mentor da recuperação do museu, iniciada em 1891) e Lauro Sodré (governador a partir de 1893, que prosseguiu na execução do antigo sonho de Ferreira Penna).

Renegando tudo o que pudesse estar vinculado ao Império e influenciados pelo Positivismo, corrente filosófica que valorizava o saber como fato útil, prático e verdadeiro, os homens do início da República perceberam a importância que o Museu Paraense, obra bastarda da Monarquia, deveria ter na nova administração.

O Ciclo da Borracha na Amazônia: De 1890 a 1910, o Pará se tornou o maior exportador de borracha do mundo. Os lucros desse comércio deram a Belém nova fisionomia e novos hábitos.

Apesar do esforço do Governo do Estado em recuperar o Museu Paraense, faltava direção científica e pessoal habilitado. O governador Lauro Sodré manda vir do Rio de Janeiro o naturalista Emílio Goeldi, demitido do Museu Nacional por questões políticas após a Proclamação da República.

O zoólogo suíço assumiu em 9/06/1894 a direção do Museu Paraense. Teria irrestrito apoio do governo para transformá-lo num centro de pesquisa de renome internacional. Com uma nova estrutura, que o enquadraria nas normas tradicionais de museus de história natural, o Museu Paraense ganhou uma produtiva equipe de cientistas e técnicos.

Em 1895, foi criado o Parque Zoobotânico, mostra da fauna e flora regionais para educação e lazer da população. Em 1896, iniciou a publicação do boletim científico, com boa repercussão.

Grande parte da Amazônia foi visitada, onde se fez intensivas coletas para formar as primeiras coleções zoológicas, botânicas, geológicas e etnográficas. Goeldi contratou o excelente pintor e profundo conhecedor do ambiente amazônico, Ernesto Lohse que ilustrou o livro “Álbum de Aves Amazônicas”, com sublimes pranchas. Lohse foi morto em 1930 por revolucionários na porta do museu...

1900 – Na virada do século, o Brasil consolidava suas fronteiras. Nessa ocasião, os limites entre Brasil e França, no norte do Pará, estavam sendo questionados por ambos os países.

As pesquisas que o Museu Paraense iniciava na região, levantando dados sobre a geologia, a geografia, a fauna, a flora, a arqueologia e a população, foram decisivas para municiar a defesa dos interesses brasileiros, representada pelo Barão do Rio Branco.

Em 1º de dezembro, pelo laudo de Berna, na Suíça, sede do julgamento internacional, o Amapá seria definitivamente incorporado ao território do Brasil. Em homenagem a Emílio Goeldi, o governador Paes de Carvalho alterou a denominação do Museu Paraense para Museu Goeldi.

Abaixo, ambas as fotos mostram o “Prédio da Rocinha”, no Parque Zoobotânico. A fotografia contemporânea (lado esquerdo da tela) é de Rômulo Fialdini – Banco Safra. Nota: Existe um livro editado em 1986 pelo Banco Safra, de capa dura com 287 páginas (28cm x 21cm), sobre o Museu Paraense Emílio Goeldi... Já a fotografia antiga (lado direito) data de 1902 e foi tirada por F. A. Fidanza.

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Desde 1850, a febre amarela causava muitas mortes em Belém. Dentre as vítimas, dois pesquisadores recém-chegados da Europa para trabalhar na Seção de Geologia do Museu Paraense. Emílio Goeldi decidiu incorporar-se à luta contra a doença. Procurou identificar as principais espécies de mosquitos da Amazônia, o ciclo reprodutivo e biológico desses insetos.

As pesquisas intensificaram-se a partir de 1902, quando Goeldi publicou no Diário Oficial os meios de profilaxia e combate à febre amarela, malária e filariose, antecedendo em muito as recomendações do médico Oswaldo Cruz quando esteve em Belém, em 1910.

Desenho de Ernst Lohse para a obra Os Mosquitos no Pará, de Emílio Goeldi (1905).

1907 – Depois de 13 anos de atividades incessantes em Belém, Emílio Goeldi retirou-se. Doente, retornou à Suíça, onde veio a falecer em 1917, aos 58 anos. Jacques Huber, botânico conterrâneo, o substituiu na direção do Museu Goeldi.

Ambos foram responsáveis por uma intensa atividade científica. Nesse período, o Museu foi reestruturado e ganhou o respeito internacional. Foram desenvolvidas pesquisas geográficas, geológicas, climatológicas, agrícolas, faunísticas, florísticas, arqueológicas, etnológicas e museológicas. O papel educacional do Museu foi reforçado com o parque zoobotânico, publicações, conferências e exposições.

A Revolução de 1930 e o período posterior, marcado pela ditadura de Getúlio Vargas, foi o início da transformação pela qual o Estado brasileiro passaria. As velhas oligarquias agrárias estavam sendo substituídas por uma nova classe, representante do poder industrial.

No Pará, o interventor Joaquim de Magalhães Barata nomeou o pernambucano Carlos Estevão de Oliveira para a direção do Museu Goeldi. De acordo com o estilo e a ideologia de governo instaurada com o golpe, caracterizado pelo populismo e nacionalismo, recuperou as dependências do Parque Zoobotânico, a principal área de lazer da população, e alterou novamente o nome da instituição, para Museu Paraense Emílio Goeldi.

A partir de 1931, investimentos regulares na ampliação e equipagem do Parque Zoobotânico o tornaram reconhecido nacionalmente. Chegou a abrigar 2.000 exemplares de animais vertebrados, de centenas de espécies da região, muitas das quais raras ou pouco conhecidas. Esse crescimento foi possível graças à subvenção que o Governo Estadual impôs às prefeituras do interior, obrigando-as a remeter mensalmente animais e parte de sua arrecadação ao Museu Goeldi.

Muitas espécies foram reproduzidas em cativeiro com sucesso, em especial répteis e peixes. Somente nos três primeiros anos de coletas sistemáticas, foram descritas cinco novas espécies de peixes, inclusive um gênero novo.

As perspectivas para o Museu Goeldi no início dos anos 50 não eram promissoras. Foi a criação do Conselho Nacional de Pesquisas (CNPq – http://www.cnpq.br/), em 1951, durante o governo do presidente Eurico Gaspar Dutra, e a imediata instalação, em Manaus, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), que trouxeram a solução para o velho Museu Paraense.

No dia 7/12/1954, José Olympio da Fonseca, diretor do INPA, firmou com o governador do Pará, General Zacarias de Assunção, um Termo de Acordo pelo qual o Museu Goeldi seria administrado e recuperado pelo INPA, durante 20 anos. Com essa medida, o Museu Goeldi pôde, mesmo com dificuldades, intensificar a pesquisa científica e salvar suas coleções.

Centenário do Museu Paraense

De 6 a 11/06/1966, em Belém, foi realizado o primeiro grande evento sobre a Amazônia, o Simpósio sobre a Biota Amazônica, organizado pelo Conselho Nacional de Pesquisas (CNPq) e Associação de Biologia Tropical. O evento homenageou o centenário do Museu Paraense e contou com a participação de 16 países, representados por 97 instituições. No total, 256 conferências e trabalhos originais foram apresentados, nas áreas de Ciências Humanas e Naturais.

Abaixo (lado esquerdo da tela), cartão-postal com vista parcial do Jardim Zoológico do Museu Paraense Emílio Goeldi, emitido por Ambrosiana – edição e propriedade exclusiva da Ação Católica Brasileira, Belém – Pará (PA).

– Do lado direito, selo postal emitido em 6/10/1966, sobre o Centenário do Museu Emílio Goeldi (RHM: C-555), com valor facial de Cr$30 cruzeiros, cuja imagem mostra uma peça de cerâmica... Picotagem: 11x11½. Tiragem: 3.000.000 – Rotogravura. Filigrana: (Q) Correio Estrela Brasil – 5mm.

Nota: Na coleção há um cartão-postal P&B, número 10, que mostra a legenda “Viveiro dos Reptis. – Museu Goeldi, Pará”. Adquirido de Marcelo em 10/10/08.

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Na década de 1970, a limitação do espaço do Parque Zoobotânico, impedia o crescimento do Museu Goeldi. Esse foi o principal motivo para a aquisição de um campus de pesquisa, durante a administração de Luís Miguel Scaff no Museu e de Warwick Kerr no INPA. Em uma área de 10ha, adquirida em 1978, na periferia da cidade seriam construídos, ao longo dos anos, os departamentos de pesquisa, biblioteca e administração.

A transferência ainda não está completa, mas o Campus de Pesquisa já é o local principal da realização dos experimentos científicos e da guarda das coleções do Museu. O Parque Zoobotânico permanece como uma mostra viva da natureza amazônica e ponto de referência para o programa de educação científica do Museu Goeldi.

Entrada do Campus de Pesquisa, na Av. Perimetral. Foto de Janduari Simões.

– Série de 3 valores emitida em 18/05/1981 (RHM: C-1194/C-1196): “Museus de Ciências”, cujos selos mostram: Museu Nacional do Rio de Janeiro – RJ (Urna Funerária Maracá), Museu Paraense Emílio Goeldi – PA (Tanga Marajoara) e Museu de Arqueologia e Artes Populares de Paranaguá – PR (Cerâmica Tupi-Guarani). Abaixo, apenas um envelope de 1º Dia de Circulação de K. Filet, ilustrado com a efígie de Emílio Augusto Goeldi (1859-1917). Numeração do catálogo Zioni Soares dos carimbos comemorativos: Belém (3394A), Paranaguá (3394B) e Rio de Janeiro (3394C).

Ainda no século XIX, Emílio Goeldi, então diretor do Museu Paraense, tentou adquirir uma área conservada destinada à pesquisa... Essa iniciativa permaneceria sem resposta até 1990, quando o Museu, na gestão de Guilherme de La Penha, colocou uma equipe em campo à procura da área ideal.

A Floresta Nacional de Caxiuanã, a 400 km de Belém, foi a área escolhida para sediar a Estação Científica Ferreira Penna. Parte da floresta foi cedida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA) e o Governo Britânico apoiou a construção de uma das melhores bases científicas instaladas em áreas florestais. A Estação foi inaugurada em outubro de 1993.

Estação Científica Ferreira Penna, na Floresta Nacional de Caxiuanã. Foto de Janduari Simões.

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A partir de 1994, teve início o Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil (PPG-7), assinado pelo Governo Brasileiro e pelo Grupo dos Sete Países mais Ricos do Mundo (G7), durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (RIO-92).

– Nota: Em 1992, foi emitido o carimbo comemorativo (Zioni: 5068): “XII Congresso Latino-Americano de Zoologia, 26 a 31 de Julho de 1992, XIX Congresso Brasileiro de Zoologia”, Belém – Pará (PA).

A melhoria na infra-estrutura e na capacitação institucional do Museu Goeldi foram incluídos como prioridades no PPG-7, pela contribuição dada ao conhecimento da maior floresta tropical do mundo e pelas preciosas coleções que a instituição formou ao longo de uma história centenária.

– Em 1995, foi emitido um carimbo comemorativo “Herbário João Murça Pires”, Belém – Pará (PA) – ECT, 17 a 23/10/95. Abaixo, fragmento de envelope “Olho de Boi”, com carimbo comemorativo dos 100 anos do Herbário João Murça Pires, do Museu Paraense Emílio Goeldi (com desenho de folhas), sobre selo regular 698 ou 717...

Reconhecido como Centro de Referência Internacional, o Museu ampliou as parcerias vigentes com outros países, como Inglaterra, Canadá, Japão, Alemanha, França, Holanda e Estados Unidos.

Duas conferências marcaram os 130 anos da mais antiga instituição científica da Amazônia, avaliando os rumos da pesquisa e da difusão científica na região: o Workshop “Comunicação Pública da Ciência na Amazônia” e o Simpósio “Diversidade Biológica e Social da Amazônia em um mundo em transformação”, ambos em setembro de 1996.

Representantes de instituições e cientistas de vários países estiveram no Museu Goeldi discutindo questões relacionadas à evolução de ecossistemas, inventário e análise da biodiversidade, ocupação humana da Amazônia, diversidade étnica e cultural, educação e comunicação científica. Esses temas apontam, de maneira geral, em que sentido a Ciência contribuirá, num futuro próximo, para a preservação da última grande reserva genética do planeta.

– Existe uma série de cartão telefônico emitida pela TELEPARÁ em 02/1999 que compreende 6 cartões com 20 unidades e tiragem de 150 mil cada: “MCT/CNPq – Museu Paraense Emílio Goeldi, Criando e Preservando Espécies Ameaçadas de Extinção”. Os 6 cartões telefônicos mostram “Seres em extinção – Aves”: ararajuba (Aratinga guarouba), colhereiro (Ajaia ajaja), gavião-real (Harpia hapyja), guará (Eudocimus ruber), jacamim-de-costas-cinzenta (Psophia crepitans) e urubu-rei (Sarcoramphus papa).

– Há outra série de cartão telefônico emitida pela TELEPARÁ em 03/1999 que compreende 11 cartões com 20 unidades e tiragem de 150 mil cada: “MCT/CNPq – Museu Paraense Emílio Goeldi, Criando e Preservando Espécies Ameaçadas de Extinção”. Os 11 cartões telefônicos mostram “Seres em extinção – Borboletas”...

Quase vinte anos depois de conquistada sua autonomia institucional, o Museu Goeldi passou por nova re-estruturação...

Em 2000, saiu do âmbito do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), onde se encontrava desde 1954, e foi subordinado diretamente ao Ministério da Ciência e Tecnologia (http://www.mct.gov.br/).

Maior agilidade administrativa, maior poder de interlocução na esfera federal e maior articulação no âmbito das políticas públicas para a Amazônia são algumas das vantagens que essa mudança trouxe...

Veja o Álbum de Aves Amazônicas
De Emílio Goeldi, com ilustrações de Ernesto Lohse

Instituição: Museu Paraense Emílio Goeldi
Endereço: Avenida Magalhães Barata, 376 – São Brás
Belém – Pará (PA) – CEP: 66040-170
Telefone: (91) 249-1302 ou 249-1233 – Fax: (91) 249-0466
Biblioteca Clara Maria Galvão: (91) 219-3324 (luizvideira@museu-goeldi.br)
postmaster@museu.goeldi.br – http://www.museu-goeldi.br/

Messias Costa é o veterinário do Parque Zoobotânico do Museu Goeldi (11/2007).

Parque Zoobotânico – EVA – Escola Virtual de Assuntos Amazônicos
http://www.museu-goeldi.br/eva/parque/parque.html
http://www.museu-goeldi.br/institucional/i_parque.htm

Visitei em 12/2002.

12/10/2007: Solenidade de lançamento da série “Zoológicos do Brasil” na DR/PA.

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Última atualização: 11/10/2008.
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