JARDIM ZOOLÓGICO DE BRASÍLIA
“Sgt. Sílvio Delmar Hollembach”

Os candangos que chegaram para construir Brasília, no final dos anos 50, fizeram do zoológico a primeira instituição ambientalista a ser criada no Distrito Federal – sua fonte mais prazerosa de entretenimento e de lazer.

Inaugurado no dia 6/12/1957 – antes mesmo da cidade que lhe dá abrigo, possui quatro grandes objetivos: lazer, educação ambiental, conservacionismo e pesquisa.

FOTOS HISTÓRICAS

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O nome do zoológico é uma homenagem ao sargento Silvio que, em 1977, morreu salvando uma criança do cercado das então recém-paridas ariranhas. Sentindo as suas crias ameaçadas, as ariranhas atacaram a criança que caíu no recinto... O bravo homem, que pulou e tirou a criança de lá, morreu no hospital dias depois...

O Jardim Zoológico de Brasília ocupa área de 140 hectares, ao lado do Santuário de Vida Silvestre do Riacho Fundo (440 hectares) e do Parque das Aves (110 hectares), os quais são geridos pela Fundação Pólo Ecológico de Brasília – FunPEB, com área total de 690 hectares.

A Fundação é vinculada à Secretaria de Estado de Administração de Parques e Unidades de Conservação – COMPARQUES do Governo do Distrito Federal – GDF.

Tem na topografia um leve declive, característica do bioma Cerrado, onde se distribuem vários viveiros e três lagos artificiais em cujas ilhas pode-se observar macacos, marrecos, garças etc.

Em seu plantel encontram-se aproximadamente 1.300 animais entre aves, répteis e mamíferos, num total de 253 espécies (147 da fauna brasileira e 106 da fauna exótica), destacando-se aqueles da fauna representativa da América do Sul, alguns sob ameaça de extinção (dados referentes ao mês de outubro de 2006).

Entre os mamíferos da fauna brasileira podemos ver várias espécies ameaçadas de extinção, como o mico-leão-dourado, mico-leão-preto, macaco-aranha-da-testa-branca, jaguatirica e a onça-pintada.

Até julho de 2004, nasceram 24 animais, dentre os quais tamanduá-mirim, veado-catingueiro e canguru.

Algumas espécies da Fauna Africana que podem ser encontradas no Jardim Zoológico de Brasília: cobo, adax, leão-africano, girafa, entre outros. Também se reproduz um grupo de antílopes (Tragelaphus bustoni) que já não existe na natureza, com vistas à sua futura reintrodução na África...

O primeiro animal do zoológico foi a fêmea de elefante-asiático “Nely”... (parece que 4 elefantes do Circo vieram para cá)...

“Rabisco, Nina e Laila”, os tigres-de-bengala nascidos e criados no Zoológico de Brasília, filhos de “Hanny”...

Dados do zoológico em 2006: 54 recintos, 247 funcionários e conta também com um restaurante, lanchonetes, teatro de arena, auditório, pavilhão de veterinária e cozinha dos animais, uma pequena biblioteca e Museu de Taxidermia.

Brincadeira de bicho – Veja alguns tipos de enriquecimento ambiental praticados com os animais do Zoológico de Brasília:

CAIXA-PROBLEMA – Uma das atividades mais comuns consiste em jogar uma caixa fechada com folhas, ossos e aromas de ervas para que os grandes felinos (leões, tigres, onças, sussuaranas) abram.

TRILHA DE CHEIRO – Com folhas molhadas em diferentes aromas ou ervas de cheiros característicos, os pesquisadores fazem trilhas para felinos e canídeos explorarem.

CABO-DE-GUERRA – Nessa atividade, os animais têm de alcançar e puxar sacos de juta molhados com sangue e pendurados por uma corda. Depois, é só desvendar o conteúdo, geralmente folhas.

PINHATA – Balão feito de papel machê. Pendurado em uma corda e recheado com frutas e sementes, serve para estimular orangotangos, que tentam pegar a pinhata com uma vara. Coberto com pêlo de lhama, o balão vira brinquedo para suçuaranas.

PRESA COM CONTROLE REMOTO – Um carrinho de controle remoto coberto com couro de cabra simula uma presa dentro da jaula. É usada com raposas-do-campo, lobos-guará e cachorros-do-mato.

— Fundação Pólo Ecológico de Brasília
Avenida das Nações, s/nº – Zoológico de Brasília – Via L 04 Sul – Asa Sul
Brasília – Distrito Federal (DF) – CEP: 70610-100
Telefones: (61) 3345-3171 (Recursos Humanos) / 3345-3311 / 3622
Horário de Funcionamento: de terça a domingo, das 9 às 17 hs.
dicon@zoo.df.gov.br – http://www.zoo.df.gov.br/

Mandei correspondências registradas, com selos obliterados no dia do Cinquentenário do Zoológico (06/12/2007) para:
– Raul Gonzalez Acosta (Diretor-Presidente) presi@zoo.df.gov.br / 3345-3394
– Mariza Papa da Silva (secretária Presidência) 3345-3233 – devolveu o envelope obliterado no dia 13/12/07, com o bilhete que reproduzo: “Querido Sérgio, Amei o presente... Que Deus possa continuar te iluminando, pois seu trabalho é divino e com certeza um dom dado por Deus. Muito Obrigada! Grande beijo! Mariza Papa, 12/12/2007.”
– Ana Lúcia de Faria dos Santos (Diretoria de Educação e Lazer)
– Camila Guimarães (Direção / Assessoria de Imprensa) imprensa@zoo.df.gov.br / 3345-3566 – obs.: ficou de ver o carimbo para mim...
– Clariana Gelinski (Veterinária – Curadoria de Mamíferos) mamiferos@zoo.df.gov.br – devolveu o envelope obliterado no dia 20/12/07.
– Tânia Ribeiro Junqueira Borges (DICON – Diretora de Conservação e Pesquisa) – devolveu o envelope obliterado no dia 20/12/07.
– Alessandra Ferreira Lima (secretária da DICON) dicon@zoo.df.gov.br / 3345-3311 – devolveu o envelope obliterado no dia 20/12/07.

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Museu de Zoologia da Fundação Pólo Ecológico de Brasília / Zoológico de Brasília / FUNPEB
Sigla: MZFUNPEB
Endereço: Avenida das Nações, s/nº – Zoológico de Brasília – Via L 04 Sul – Asa Sul
Brasília – Distrito Federal (DF) – CEP: 70610-100
Telefones: (61) 3345-3517 / 3345-3245 / Fax: (61) 3345-3910
museuzoobrasilia@yahoo.com.br – http://www.zoo.df.gov.br/

Missão: Desenvolver atividades relativas ao processamento técnico, execução, divulgação, preservação, conservação, restauração dos animais do Zoológico de Brasília e região formando seu acervo. Promover; incentivar a elaboração e execução de projetos, exposições, seminários, cursos e programas de intercâmbio ambiental com outras entidades. Tipologia do acervo: Ciências Naturais e História Natural.

Histórico do Museu: Não há registro documental sobre a criação do Museu. O único registro encontrado no arquivo geral da Fundação foi uma reportagem em 1994, quando morreu o primeiro animal do zoológico e, nessa reportagem, o diretor presidente declarou que seria criado um museu em sua memória, mas não há registro de criação e nem livros de controle até o final de 2004. Histórico da formação do acervo: O acervo é constituído de animais taxidermizados de forma artística, partes de animais, conservação em via úmida, crânios, esqueletos completos, coletados e confeccionados no próprio laboratório, com animais que vêem a óbito no Zoológico de Brasília ou são recebidos em doação por outras instituições.


Girafas do Jardim Zoológico de Brasília

Xerox de jornal “O Globo” com foto, datado de 12/03/1981 (presente de Carlos em 02/11/06): Enquanto sua noiva não chega, “Raio de Luz” brilha em Brasília.

A figura mais badalada de Brasília, no momento, não é nenhum parlamentar oposicionista, nenhum chefe de estado estrangeiro, não frequenta os gabinetes da Praça dos Três Poderes, não tem intimidade com os escalões mais elevados, não vai aos coquetéis de embaixadas e ainda não apareceu em nenhuma coluna social.

Mas nem por isso Raio de Luz, a girafa carioca cedida ao Jardim Zoológico de Brasília pelo Zoo do Rio, deixou de escapar do destino inevitável de quem quer que venha à cidade: já é o centro de uma questão política que envolve figuras como o governador de São Paulo e o Ministro-Chefe do Gabinete Civil, General Golbery do Couto e Silva.

A história é longa e começou a cerca de dois meses, quando Paulo Maluf e sua mulher, D. Sílvia, estiveram em visita à capital. Na ocasião, receberam um pedido – a doação de uma girafa. É que em São Paulo havia 4 girafas, número mais do que suficiente para um só Jardim Zoológico, enquanto em Brasília não havia nenhuma. Segundo diretores do Zoo de Brasília, D. Sílvia prometeu uma fêmea, que seria despachada imediatamente.

– Com a promessa, nós nos colocamos em campo – diz o veterinário Fernando Teixeira, administrador do Jardim Zoológico há mais de cinco anos. Achamos que seria interessante termos um casal e sabíamos que havia um macho disponível no Rio de Janeiro. Entramos em contato com o pessoal de lá e conseguimos Raio de Luz, que acaba de chegar.

A viagem de Raio de Luz foi uma epopéia: um caminhão foi especialmente adaptado para o seu transporte, túneis e fiações de telefone e eletrecidade driblados com cuidados mirabolantes pelos veterinários que o acompanharam nas 48 horas entre Rio e Brasília, a uma velocidade de 60 quilômetros por hora. Na estrada, a girafa fez sensação. Filas de carros alinharam-se atrás do caminhão. Nos postos de gasolina em que se fizeram paradas o tumulto foi total.

Até o poeta Carlos Drummond de Andrade comentou a jornada, encantado com viagem tão longa de uma girafa (ou um Girafo, como definiu Raio de Luz) para encontrar companhia. Mas o tão esperado casamento não aconteceu por culpa de um detalhe: a noiva faltou. Raio de Luz chegou a Brasília, instalou-se no Jardim Zoológico, onde, pelo visto, está muito satisfeito, mas goza, por enquanto, a sua paz de solteiro. Sua noiva paulista ainda não veio.

O que houve? O que não houve? Consultado em São Paulo, o secretário de informação e comunicação do governador Paulo Maluf, José Olavo Diniz, disse não ter conhecimento de nenhuma promessa governamental relacionada a girafas. Mesmo assim, afirmou que o pedido teria sido feito por D. Esmeralda do Couto e Silva, esposa do ministro Golbery. Ao general ninguém perguntou nada: afinal, nos tumultuados dias que correm, ele tomaria qualquer pergunta neste sentido como, no mínimo, uma brincadeira de mal gosto.

Enquanto isso, Raio de Luz vai se adaptando ao novo hábitat. Ele está instalado num cercado de 200 metros quadrados, vizinho ao cercado onde um casal de camelos aguarda seu primeiro filhote. Passa os dias contemplando a natureza em redor e as centenas de visitantes que tem atraído ao Zoológico. Mastiga folhagens com muita tranquilidade, dá algumas passadas pelo cercado, lambe e mordisca a cerca do alto de seus 7 metros. À noite, quando está muito cansado, chega a deitar-se, uma operação um tanto complicada; quando o cansaço não é muito, dorme mesmo de pé.

O Jardim Zoológico de Brasília, sua nova moradia, parece agradá-lo, e se um Jardim Zoológico pode agradar a algum animal, não é para menos: é considerado um dos melhores do país. Situado numa área de 600 hectares perto do Núcleo Bandeirante (a primeira das cidades-satélites, acampamento dos candangos nos idos de 1950), conta com mais de 1.500 animais, especialmente da fauna sul-americana. Está cercado por bosques de pinheiros, possui lagos e riachos de água corrente.

O Zoológico também gostou de Raio de Luz. Quando ele chegou, numa sexta-feira pela manhã, um dos zeladores, que jamais havia visto uma girafa na vida, exclamau maravilhado: – Ah, foi assim que inventaram o guindaste.

Dos visitantes, não sou poucos os que, com Raio de Luz, travam o primeiro contato com sua espécie. As crianças brasilienses, que nunca sairam da cidade, por exemplo, só conheciam girafas da televisão ou das histórias em quadrinhos, e dificilmente poderiam imaginar bicho tão alto e simpático.

Aos poucos, vai-se estabelecendo grande intimidade entre Raio de Luz e seus fãs. Muito calmo, sem medo das pessoas, ele já tenta esticar o pescoço para alcançar as pipocas e amendoins que lhe são oferecidos pelos visitantes. Estes não são exatamente os pratos mais adequados ao seu regime alimentar, mas o zelador dá de ombros: – Se nem o governo consegue controlar a inflação, como é que a gente vai controlar a comida da girafa?


Raio de Sol – A primeira girafa fêmea do Zoo de Brasília chegou com aproximadamente 3 anos de idade, proveniente do Zoo Dvur-Kralove, na Tchecoslováquia. Ela chegou ao porto de Santos em 29/06/1985 e no zoo em 03/07/1985. Infelizmente, veio à óbito em 11/09/1987, vítima de Timpanismo. Seu nome era Raio de Sol e, hoje, ela é símbolo da campanha “Zoo Tá Limpo” que objetiva esclarecer aos visitantes para que não forneçam comida, sanduíches, pipocas ou utilizem sacos plásticos próximos aos recintos, para não acontecer o mesmo que aconteceu a girafinha Raio de Sol que ingeriu um saco plástico, causando sua doença...

Duas girafas que nasceram em Natal Parks Board, localizado próximo a cidade de Natal, na África do Sul; e daí, foram compradas. Viajaram de avião ao Rio de Janeiro, depois foram de caminhão até Brasília, no dia 04/12/1997, onde chegaram com 3 anos de idade, aproximadamente, e foram batizadas com os nomes Léo e Bia.

À esquerda, foto by Sérgio Sakall (02/1998), dois meses após a chegada do casal Léo e Bia. À direita, foto extraída do site oficial.

– Série de 10 cartões telefônicos “Filhotes”, da Fundação Pólo Ecológico de Brasília – Jardim Zoológico, emitida em 07/2000, pela Telebrasília / BrasilTelecom, com crédito de 30 unidades e tiragem de 200 mil cada, que mostram filhotes de mamíferos por 3 artistas, Carlos Eduardo Machado Cabral: 1 tigre (Panthera tigris), Marília Marques Guimarães Marini: 2 anta (Tapirus terrestris), 3 cariacu (Odocoileus virginianus), 4 lontra (Lutra longicaudis), e Marcelo Lima Reis: 5 bugio (Alouatta caraya), 6 gato-do-mato (Leopardus tigrinus), 7 jaguarundi ou gato-mourisco (Herpailurus yaguarondi), 8 raposa-do-campo (Lycalopex vetulus), 9 suçuarana (Puma concolor), 10 veado-catingueiro (Mazama gouazoubira).

– Em outubro de 2000 foi emitido um cartão telefônico da TELEBRASÍLIA com o título “GIRAFA” (Giraffa camelopardalis), com foto de Paulo Melo que mostra o casal de girafas Léo e Bia...

02/06/2001 – Brasília (http://www2.correioweb.com.br/cw/2001-06-02/mat_40404.htm) – Aves Brasileiras – Jardim Zoológico. Amanhã, a partir das 10h. Atividades recreativas e apresentação do Coro Sinfônico da UnB. Com lançamento da série de selos Aves Brasileiras.

Em 03/06/2001, o WWF-Brasil e a Empresa de Correios e Telégrafos lançaram uma edição especial de selos com o tema “Aves Brasileiras”, em comemoração ao Dia do Meio Ambiente. O lançamento foi no Jardim Zoológico de Brasília, com a participação de milhares de pessoas. Com início às 10h, durante o dia também ocorreram atividades recreativas e apresentação do Coro Sinfônico da UnB...

– 13/06/2001, nasceu o primeiro filhote do casal!

11/2002 – A família do Zoo de Brasília ganhou uma nova integrante: uma girafa fêmea, filhote do casal Léo e Bia. O rebento, ainda sem nome, nasceu saudável no dia 16/11/2002. A equipe do zoo estava apreensiva desde a terça-feira anterior, quando Léo e Bia foram vítimas de um raio que caiu no cercado onde moram. Os dois animais desmaiaram na hora, mas sobreviveram ao choque. Apesar do susto, pois foi um sufoco conseguirem reerguer Léo e Bia com segurança, tudo deu certo! O parto de Bia foi tranquilo...

02/2003 – O recinto das girafas já está ficando pequeno para uma família de 4 integrantes... Com isso, o zoo tem receio da possibilidade de alguns “conflitos” entre Léo e Giba, sobretudo pela proximidade de sua maturidade sexual. Também o seu crescimento pode dificultar um futuro transporte e sua recolocação em um outro grupo. O Zoo de São Paulo tem demonstrado interesse em recebê-lo, principalmente porque estão com uma jovem fêmea sem parceiro... A viagem de Giba de Brasília para São Paulo ocorreu em 12/03/2003.

12/2003 – A girafa Bia morreu. As condições em que isso ocorreu ainda estão sendo estudadas pelos veterinários, mas as circunstâncias foram as seguintes: ela estava prenhe pela 3ª vez consecutiva, de um macho (15kg), a mais ou menos 6 meses; havia uma onda de calor muito forte no Estado; e também o raio que atingiu a casa das girafas no ano passado pode ter a debilitado um pouco... O feto da Bia foi colocado em formol, não tenho certeza, mas acredito que ele será doado para a coleção científica da Universidade de Brasília. A pele da Bia não pôde ser aproveitada, então apenas o crânio e uma das patas serão tratados e preparados para ficar em exposição no museu de taxidermia do zoo.

O laudo de necrópsia: insuficiência cardio-respiratória, entretanto não se sabe o que provocou isso. Curiosidade, o coração de Bia pesava 4,4 kg, seu pulmão 8,8Kg, seu fígado 7,1kg e rim 1,1kg. Tinha 2,8m de cernelha e 1,4m de pescoço! Seu intestino delgado media 50 METROS e o grosso 16,9 METROS!

Fotos do amigo e também colecionador de girafas Gustavo, recebidas em 04/2004.


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10/06/04 (Adriana Bocchiglieri) – Ana Raio deverá ser enviada para Belo Horizonte. Na verdade, os zoos estarão trocando suas filhotonas; aproveitando o tamanho das mesmas (em torno de 3,2m), o que facilitará o transporte. Como ainda estamos reformando as cercas dos recintos de nossa galeria África, Léo e Ana estão ficando na maternidade, observando tudo por cima. Talvez, na próxima semana, a troca dos animais seja feita. Vamos ter ainda de esperar um tempo para termos filhotes, mas será bom para as duas já se acostumarem com seus novos lares e companheiros. Tentarei fotografar etapas do transporte e depois te repasso melhor as informações, ok?

21/08/04 (Adriana Bocchiglieri) – Yaza chegou aqui na terça de madrugada e foi solta no recinto com Léo pela tarde, sem problemas. Léo está bem enciumado de sua nova companhia, cercanco-a e protegendo-a até dos tratadores. Mas ela e muito dócil e receptiva. Já Ana Raio deu um baile para entrar na terça, embarcando na quarta de manhã. A viagem foi tranquila e ela está bem com seus parceiros, lá em BH.

Foto de Gustavo, recebida em 24/08/04, sobre a chegada da girafinha mineira “Yaza” no Zoo de Brasília: Léo e o novo filhote Yaza.

03/08/07 – Zoo de Brasília ganha uma camela branca, ela foi batizada com o nome de Camila. A camela morava em um circo e está maltratada. O zoo ganhou um novo morador na última semana – uma camela branca. Com dificuldades para andar, devido ao período em que passou dentro de uma jaula pequena em um circo, a camela Camila foi comprada por um criadouro e doada para o zoo. Camila, de seis anos, ainda está muito assustada. Ela tem medo dos veterinários e tratadores e fica brava quando alguém tenta passar remédio nos machucados, mas aos poucos está fazendo novos amigos. O casal de girafas, Léo e Bia, que mora ao lado, trocam olhares com Camila o tempo inteiro. Para não ficar estressada, foi montada uma lona de circo e como estava acostumada com a presença de outros animais, algumas Lhamas foram transferidas para a casa dela.

09/08/07 – O trabalho de parto começou nessa quarta-feira (8), às 20h, mas só às 7h30 de hoje as patinhas do filhote apareceram. A mãe, a girafa Yaza, tem 5 anos e saiu de Belo Horizonte (MG) para morar no Zoo de Brasília. Seria o seu primeiro filhote. Geralmente, o parto de uma girafinha demora cerca de cinco horas. Enquanto Yaza fazia força, os tratadores do zoo distraíam a girafa macho, o Léo. De acordo com a assessoria de imprensa do zoológico, o parto de Yaza foi muito complicado e o bebê girafa acabou morrendo. A girafa mãe será submetida a uma cirurgia e também sofre risco de morte.

24/07/07 (Eliane Zanetti, Relações Públicas – amezoobrasilia@yahoo.com.br) – Somos uma ONG criada em 1989 para apoiar os projetos do Zoo de Brasília, neste mês nossa biblioteca foi totalmente incendiada e perdemos todos os nossos registros e nossa história, se vc puder nos ajudar com fotos ou arquivos do Zoo de Brasília agardecemos muito. Obrigada.

13/08/07 (Adriana Vaz Abrão – avabrao@editorasaraiva.com.br) – Família da girafa Giba. Precisamos de orçamento para quatro fotos: Uma da Bia grávida, Uma do parto, Uma da família inteira e Uma só do filhote. O uso será em ¼ de página de miolo do nosso livro didático Ciências volume 1, de Paulo Cunha, da Atual Editora. Aguardo retorno ainda na tarde de hoje, desculpe, mas há tempos estamos buscando essas imagens. Phone: (11) 3613-3167, Iconografia Saraiva.

03/09/07 (Cléa Lúcia Magalhães, Educação Ambiental, clealuciamag@hotmail.com / 3345-3245, Cc: Eliane) – Conhecemos sim o seu site. É muito legal! Já tiramos várias informações de lá para utilizar em nossos trabalhos. Como Eliane te contou, nossa biblioteca incendiou e seu site nos tem sido muito útil. No dia 12 de outubro teremos o lançamento dos selos série Zoológico a nível nacional aqui no Zoo. Neste mesmo dia estaremos homenageando nosso Diretor-Presidente que estará ganhando o título de cidadão de Brasília e a cerimônia será toda conduzida pelo cerimonial da Camâra Distrital. No dia 12 começara a contagem regressiva de 50 dias para nosso aniversário de 50 anos, no próximo dia 6 de dezembro. Estamos em fase de planejamento do que queremos realizar. Se tiveres alguma sugestão é muito bem vinda. Você virá para o lançamento do selo? Abraços e Obrigada!

07/09/07 (Cléa) – Nosso Diretor-Presidente Sr. Raul Gonzalez Acosta receberá o título de Cidadão de Brasília. Será uma Cerimônia Oficial de nossa Câmara Legislativa que fará todo o cerimonial de acordo com as regras e protocolos oficiais. Esta semana que entra teremos uma reunião que, espero dará certo e brevemente você como um Girafa Mania, ficará muito feliz. Não vou falar agora, porque ainda não está concretizado. Mas tenho a certeza de que tudo dará certo!

O evento do tipo Sessão Solene (Req. Nº: 2497/6), Comemorativa dos 50 Anos do ZOOLÓGICO DE BRASÍLIA, foi de autoria da Deputada Eliana Pedrosa, e ocorreu no dia 06/12/2007, às 9 horas...

Câmara Legislativa do Distrito Federal
SAIN Parque Rural – Brasília (DF) – CEP: 70086-900
Telefone: (61) 3966-8000


Registros:

  1. Raio de Luz (macho) – nasceu no Rio em 1976. Subespécie girafa-masai. Veio para Brasília em 12/03/1981. Penso que Raio de Luz conviveu dois anos com a Raio de Sol, depois, pelo que sei, viveu sozinho até morrer... Quando?
  2. Raio de Sol (fêmea) – nasceu em 1982, no Dvür Kralove Zoo, República Tcheca. Veio em 03/07/1985. Morreu em 11/09/1987.
  3. Léo (macho) – nasceu na África do Sul. Subespécie girafa-austral. Veio em 04/12/1997.
  4. Bia (fêmea) – nasceu na África do Sul. Subespécie girafa-austral. Veio em 04/12/1997. Morreu em 12/2003.
  5. Giba (macho) – Veja sua história!
  6. Ana Raio (fêmea) – nasceu no Zoo em 11/2002. Filha de Bia e Léo, portanto da subespécie girafa-austral. Foi trocada com Yaza do Zoo de BH, em 24/08/2004.
  7. Yaza (fêmea) – nasceu em Belo Horizonte em 16/07/2003. Filha de Zola e Rafiqui. Subespécie girafa-austral.
  8. ? (fêmea) – nasceu no Zoo em 9/08/2007 e morreu no mesmo dia, por causa de parto complicado. Filha de Yaza e Léo.
  9. “Chico” e “Kim” (2 machos da subespécie girafa-reticulada) – foram apreendidos do Le Cirque (adquiridas no Zoológico de Los Angeles, em 1998) e vieram para o zoo em 24/08/2008.

Atualmente: agosto de 2008, 4 girafas: “Léo” e “Yaza”, também “Chico” e “Kim”. Visitei em 01/02/1998 e 05/2002.

APREENSÃO DE ANIMAIS

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Última atualização: 05/11/2008.
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