FUNDAÇÃO ZOO-BOTÂNICA DE BELO HORIZONTE

O Jardim Zoológico de Belo Horizonte foi fundado em 25/1/1959, durante o governo municipal de Celso Mello Azevedo e, a partir de 1991, passou a fazer parte da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte.

Antes de ser construído onde se localiza atualmente – no complexo arquitetônico da Lagoa da Pampulha (projetado por Oscar Niemeyer) –, o Jardim Zoológico de Belo Horizonte estava previsto para ser no local onde funciona, hoje, o Minas Tênis Clube I.

Esse projeto não foi aprovado na época e, como a área da Pampulha estava sendo utilizada como um clube ou campo de golfe, o Zoológico foi sediado no Parque Municipal que, durante algum tempo, funcionou como um pequeno zoológico, com exposição de algumas aves...

Mais tarde, a área da Pampulha (segunda maior área verde pública de “BH”, com quase 1,5 milhão de metros quadrados) foi destinada à construção do zoológico...

Mesmo depois de inaugurado, as construções e reformas do zoológico eram realizadas com poucos recursos e o plantel de animais era mantido através de doações...

Nas décadas de 70 e 80, foi possível realizar algumas melhorias, como a construção da Portaria da Pampulha e o início da recuperação das áreas verdes. Foram construídos recintos mais apropriados, assim como realizadas várias permutas com zoológicos estrangeiros e brasileiros a fim de aumentar e melhorar a coleção de animais.

Em 1991, juntamente com o Jardim Botânico, foi criada a Fundação Zoo-Botânica que herdou uma história de mais de 30 anos, uma vez que passou a administrar o Jardim Zoológico, existente desde 1959.

Hoje, a Fundação é a entidade responsável e que administra o Jardim Zoológico, o Jardim Botânico e o Parque Ecológico Francisco Lins do Rego da capital mineira.

O Zoológico é um dos Departamentos da Fundação – a qual integra a administração indireta da Prefeitura de Belo Horizonte.

Além de algumas interessantes seções como a de Aves e Mamíferos, o Zoológico possui uma estrutura que conta com Hospital Veterinário, Fazenda Educativa e seções de Nutrição, Enriquecimento Ambiental e Condicionamento Animal.

Com espaços para desenvolver atividades educativas e de entretenimento, como a Casa de Educação Ambiental, Casa de Répteis e o Borboletário (o qual tenho um fôlder que foi presente de Valéria)...

– Série de 10 cartões telefônicos “Série Borboletas”, com arte de CPM-1, emitida em 07/2001, pela TELEMAR, com crédito de 30 unidades e tiragem de 200 mil cada. Fonte de pesquisa: Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG (www.ufmg.br):

  1. 1/10 Anartia jatrophae (azul claro), família Nymphalidae, foto Luis Bar
  2. 2/10 Protesilaus protesilaus, família Papilionidae, foto Luis Bar
  3. 3/10 Anartia jatrophae (lilás), família Nymphalidae, foto J.C. Fürst
  4. 4/10 família Lycaenidae, foto Cristiano Xavier
  5. 5/10 Anartia jatrophae (branca), família Nymphalidae, foto Cristiano Xavier
  6. 6/10 Ascia monuste, família Pieridae, foto Cristiano Xavier
  7. 7/10 Leucanella sp (lagarta de mariposa), família Saturnüdae, foto Luis Bar
  8. 8/10 Agraulis vanillae, família Nymphalidae, foto Ronald Hautequestt de Araujo
  9. 9/10 Dirphia sp (lagarta de mariposa – taturana ou tatarana: tata = fogo, rana = parecido), família Saturnüdae, foto Ronald Hautequestt de Araujo
  10. 10/10 família Papilionidae

O Zoo agora tem uma novidade, que é um jardim japonês, inaugurado recentemente por causa do centenário da imigração... Várias reformas foram realizadas em recintos como do rinoceronte, hipopótamo, praça das aves, gorila, elefante e girafa. O Hospital Veterinário passou a ter uma boa estrutura para desenvolver a medicina veterinária preventiva e curativa.

“A educação ambiental é imprescindível para garantir um futuro saudável, em harmonia com o meio natural. Dentro dessa perspectiva foi criada a Ecolojinha, através de uma parceria entre a Fundação Zoo-Botânica e Fundação Biodiversitas. A Ecolojinha tem o objetivo de colaborar com projetos para sensibilização ambiental e está sempre pronta a disponibilizar produtos criativos e de grande interesse aos amigos da natureza.” – Texto da embalagem de alguns produtos da Ecolojinha (cujo logotipo é uma pegada de bicho).

O Zoológico possui um plantel de 250 espécies e 1.200 indivíduos, aproximadamente, divididos entre as classes de mamíferos, aves e répteis, além do borboletário onde são criadas mais de 40 espécies.

A Fundação Zoo-Botânica possui 55 recintos com mamíferos na área de exposição e 24 no setor extra para abrigar um plantel de 173 animais de 47 espécies. Deste total, 119 indivíduos são de 31 espécies da fauna brasileira e 54 indivíduos de 16 espécies da fauna exótica (dados referentes ao mês de junho de 2005).

Alguns mamíferos africanos em exposição no zoológico:

Chimpanzé: Serafim é o chefe da família e está sempre em alerta, tomando conta de todos. Agdá é a mãe carinhosa de Dorotéia e Lunga. Dorotéia, mais conhecida como Doro, é a irmã mais velha, sempre atenta e gulosa. E Lunga, o caçulinha, é um moleque!

Cobo-de-meia-lua: A Zoo-Botânica possui uma grande família de cobos-de-meia-lua. Ao todo, são cinco machos e quatro fêmeas. Os machos jovens já foram separados do grupo para evitar confronto com o adulto na época de acasalamento. Aqui, esta espécie se reproduz com sucesso anualmente.

Elande: O Elande é um bovídeo africano que mede até 3,50 metros de comprimento e 1,80 de altura. Possui uma coloração castanho-amarelada com faixas verticais brancas no dorso. Seus cornos são grandes, espirais e estão presentes em ambos os sexos. A Zoo-Botânica possui um casal e um filhote. A alimentação na FZB-BH consiste de verduras, capim moido, ração e alfafa.

Elefante-africano: Beré, Axé, Dandara e Jamba são os quatro elefantes-africanos da Zôo-Botânica. Dandara e Jamba (o único macho do grupo), juntaram-se à Beré e Axé em 1998, após terem chegado da Namíbia. Axé, filha de Beré, é a primeira elefantinha nascida com sucesso em um zoológico da América Latina.

Gorila: Idi é o nosso famoso gorila. Está aqui desde 1975 e é muito querido por todos da cidade. Em janeiro de 2003, completou 30 anos de idade. Pesa mais de 200 quilos e adora comer diversas frutas, ração, verduras, sucos, legumes (ele adora jiló!) e outras delícias.

Hipopótamo: Toquinho e Popota são o casal mais esbelto da Zoo-Botânica! Juntos com a charmosa Geriza, formam o trio da pesada de hipopótamos. Pesam de 3 a 4,5 toneladas e são bem redondinhos. De coloração rosada, estes simpáticos animais adoram ficar dentro da água mergulhando.

Leão-africano: Simba é o rei da Zoo-Botânica e tem duas esposas, Priscila e Léa. Aqui se alimentam de carne bovina, frango e coração.

Mandril: Os mandrils são bonitos macacos que ficaram famosos com o filme “O Rei Leão”! Têm o rosto bem colorido e o bumbum de coloração lilás. A fêmea é bem menor do que o macho e possui pelagem de coloração menos intensa. Gostam muito de andar e se alimentam de frutas, legumes, verduras e ração. Na natureza, também caçam pequenos animais. Aqui, ficam em um fosso como os chimpanzés e felinos. São bem agressivos e os tratadores têm que tomar cuidado ao alimentá-los.

Rinoceronte-branco: Luna e Doran, como são chamados o casal de rinocerontes-brancos da Zoo-Botânica. Chegam a medir mais de quatro metros e pesam mais de três toneladas.

E girafas, claro! Yaza é a mais nova girafinha da Zoo-Botanica e também de Minas Gerais. Seus pais, Zola e Rafiqui, vieram da África do Sul em 1999. Yaza nasceu no dia 16/07/2003, já com 1,90 metros de altura.

Yaza

Nota: veja página “Ensaio na Igreja São Francisco de Assis”, na Pampulha, Belo Horizonte – Minas Gerais.

— FUNDAÇÃO ZOO-BOTÂNICA DE BELO HORIZONTE
Avenida Otacílio Negrão de Lima, 8000 – Pampulha
Belo Horizonte – Minas Gerais (MG) – CEP: 31365-450
Telefone: (31) 3277-7259 / 3277-7100 – Fax: (31) 3277-7258
http://www.pbh.gov.br/zoobotanica – fzbzoo@pbh.gov.br

ECOLOJINHA – Avenida Otacílio Negrão de Lima, 8.000 – Loja A – Pampulha – Minas Gerais (MG) – CEP: 31365-450 – Telefone: (31) 3277-7201 (adquiri uma camiseta e um pin em 27/12/03).

Em 02/08/08 adquiri no centro da cidade 1 cartão-postal com 4 fotos de Sérgio Ricardo, impresso por Postais de Minas, que mostra: leões, elefantes-africanos, cobo e a casa do gorila... Também 3 cartões-postais na Ecolojinha da série de 4? com fotos de Cyro Jose Soares: Tracajás (yellow spotted amazon river turtle), Lobo-guará (maned-wolf) e 4 em 1 que mostra Harpia, Jibóia, Orquídea e Tamanduá-mirim (harpy eagle, boa, orchid, lesser anteater)... Na coleção já tinha do Gorila... Nota: falar com Breno, (31) 3277-7191...

Postais de Minas Comércio Ltda
Rua Monte Simplon, 792 – Nova Suissa
Belo Horizonte – Minas Gerais (MG) – CEP 30480-530
Telefone: (31) 3375-3457 – Cel.: (31) 9161-9102
postaisdeminas@uaivip.com.br – http://www.postaisdeminas.com.br/
Todo o trabalho de fotografia e edição é feito pelo seu proprietário, Sérgio Ricardo de Freitas, que tem como formação acadêmica o curso de História e pós-graduação em História do Brasil.

26/05/2008: Gostaria de saber se há algum cartão-postal sobre a FUNDAÇÃO ZOO-BOTÂNICA DE BELO HORIZONTE... Além desse, procuro cartões-postais sobre GIRAFAS e também sobre o Museu de Ciências Naturais de BH. Aguardo resposta, obrigado. 26/05/2008: Formulário de Contato do Site. Infelizmente não tenho estes postais. Sérgio.

— Devolveu os envelopes circulados dentro de um envelope timbrado da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte. Havia enviado um para a diretoria (A/C: Diretoria / Administração) e outro para a bióloga Valéria do Socorro Pereira (vpereira@pbh.gov.br), a quem agradeço as informações sobre a família dos girafídeos.

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Breve história das quatro girafas mantidas no Jardim Zoológico
da Fundação Zoo-Botânica da Prefeitura de Belo Horizonte
(Consultando arquivos, biólogos, veterinários, tratadores e monitores)

Sendo prefeito de Belo Horizonte o Dr. Maurício Campos, o zoológico já hospedou no passado, um casal de girafas que foi adquirido da empresa holandesa Van den Brink. Chegaram à cidade durante a administração de Antônio Caixeta, em 09/1976. O macho recebeu o nome de “Cupim”. Na época, eram animais jovens com 3 anos de idade, aproximadamente.

A fêmea, não deixando nenhuma cria, morreu em 26/11/1978, com apenas 5 anos de idade, devido à um ataque de abelhas africanas... O macho, sozinho, viveu no zoológico até 13/02/1997, quando então morreu com 24 anos, aproximadamente. Seu esqueleto e pele estão, hoje, guardados na exposição do Museu da PUC/MG, em Belo Horizonte.

Atualmente, a Fundação Zoo-Botânica possui um casal de girafas nascido em 1997, no Parque de Vida Silvestre de Natal (Natal Wildlife Park), na África do Sul. Chegaram à Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte em 30/01/1999, durante a administração do prefeito Célio de Castro.

O grande ambientalista Dr. Hugo Werneck era, então, presidente da Fundação Zoo-Botânica, órgão ligado à Secretaria Municipal de Meio Ambiente e que administra o Jardim Zoológico, o recém criado Jardim Botânico e as Ilhas artificiais da Lagoa da Pampulha. Cada uma dessas girafas foi comprada por 25 mil dólares...

Em animado concurso popular, o jovem macho recebeu o nome de “Rafiqui”, que significa “Amigo” no dialeto suaíle. A fêmea foi batizada como “Zóla”, que no mesmo dialeto significa “Amor”. A fâmea teve o seu primeiro cio no ano de 2000, mas infelizmente não ficou prenhe. Os técnicos esperam ainda pelo nascimento da primeira girafinha belorizontina. Será uma festa...

O casal está ecologicamente bem instalado, em um recinto arejado e aberto, próximo a alguns de seus grandes conterrâneos africanos como os elefantes, os rinocerontes e os antílopes. Apesar de tecnicamente protegidos, não estão muito longe de seus maiores predadores como os leões e os grandes crocodilos do Nilo.

No passado, a empresa de engenharia “Engesolo” adotou o recinto e a manutenção das girafas. Hoje, esta área necessita ser reformada e melhorada. A Sociedade de Amigos da Fundação Zoo-Botânica, espera por algum novo patrocinador...

Os tratadores, com cuidado e dedicação, fornecem às jovens girafas africanas trato e alimentação de boa qualidade. O grupo de Educação Ambiental com seus monitores, sempre presentes, próximos ao recinto e especialmente treinados, informam ao público sobre a biologia e ecologia das girafas no seu ambiente natural, na longínqua África, como também no ambiente do zoológico.

Para garantir o bem-estar dos animais, os técnicos do zoológico (biólogos, veterinários, zootecnista, agrônomo), desenvolvem estudos sobre o comportamento da espécie, a formulação e balanceamento da dieta, o controle da saúde, a ambientação do recinto onde vive, etc.

Como, em média, cada ano, 900.000 pessoas visitam a Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte, provavelmente, essas duas girafas foram até hoje observadas com admiração pelo menos por 2.000.000 de pessoas, que com este simples “ato de ver” aprendem a respeitar a vida na sua diversidade, nos seus mistérios e na sua beleza que é uma das manifestações do Sagrado.

Das girafas atualmente registradas nos diversos zoológcios brasileiros, 3 estão no Rio Grande do Sul, 4 em São Paulo, 2 no Paraná, 2 em Santa Catarina, 2 em Brasília, 1 no Rio de Janeiro e 2 em Minas Gerais.

Nota: o texto acima é um trecho da série de livros: “Os maníferos do nosso zoológico – 1” (imagem abaixo), “As Girafas e os Ocapis, Heranças da Mãe África”, do autor Célio Valle – Sociedade de Amigos da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte, 2001 (páginas: 32, 33 e 34). Presente de Seme, em 29/03/06.

Este livro, com 36 páginas, está à venda na Ecolojinha da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte.

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Girafas da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte, fotos de 27/12/03.

A Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte faz intercâmbio internacional com: Natal Parks Board, localizado próximo a cidade de Natal, na África do Sul (não é parque nacional, mas um parque local daquela região).

A dieta da girafas no zoológico de BH é composta por ração, alfafa, cenoura, banana, maçã, verduras, rama de batata e galhos de leguminosas.

08/03/03 (por Valéria do Socorro Pereira): A Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte adquiriu um casal de Giraffa camelopardalis giraffa (também chamada de Girafa do Cabo), proveniente da África do Sul. A data de chegada em BH foi 30/01/1999, com aproximadamente 2 anos de idade. Foi feito um concurso para escolha dos nomes (nomes tirados de dialetos africanos) e os escolhidos foram: Zola (significa amor) para a fêmea e Rafiqui (significa amigo) para o macho.

22/10/03 (por Valéria do Socorro Pereira): Em 16/07/2003 (quarta-feira), às 21h20, nasceu uma girafa fêmea em Belo Horizonte. O filhote pesava cerca de 80 quilos, com 1,80 metro no momento de seu nascimento – é a primeira girafa nascida em um zoológico público do Estado de Minas Gerais. Houve uma eleição para escolha do nome e o escolhido foi: Yaza – que significa “Sorte” em um dialeto africano...

Nesta foto eu registrei Yaza sentada, quando ela tinha 5 meses de idade (27/12/03).

24/08/04: Yaza foi trocada com Ana Raio do Zôo de Brasília...

07/11/06: Nasceu na terça-feira, dia 7 de novembro, uma girafa fêmea, filha de Zola e Rafiqui, no Zôo de Belo Horizonte. O parto durou 4 horas. A girafinha está bem, ainda não tem nome e pesou ao nascer 90 quilos e media 1,80 metros... (informação de Carlos, em 14/11/06)


Registros:

  1. Cupim (macho) – chegou em 09/1976 (com 3 anos). Adquirido da empresa holandesa. Viveu 24 anos. Morreu em 13/02/1997. Nota: vídeo de 1987 que Ricardo fez, uma vez que a girafa parece que mastigava uma garrafa de plástico; ele achou estranho e resolveu filmar...
  2. nome? (fêmea) – chegou em 09/1976 (com 3 anos). Adquirido da empresa holandesa. Viveu 5 anos. Morreu em 26/11/1978.
  3. Rafique / Rafiqui ou “Amigo” (macho – 5,00m – não tem o tufo de pelos no rabo) – nasceu em 1997. Veio da África do Sul em 30/01/1999. Subespécie Girafa-do-Cabo.
  4. Zóla ou Amor (fêmea – 4,50m) – nasceu em 1997. Veio da África do Sul em 30/01/1999. Subespécie Girafa-do-Cabo.
  5. Yaza ou Sorte (fêmea) – nasceu em 16/07/2003, por volta das 21h. Primeiro filhote de Zola e Rafiqui, portanto da subespécie Girafa-do-Cabo. Foi para o Zoo de Brasília, em 24/08/2004, trocada com a girafa Ana Raio.
  6. Ana Raio (fêmea – 4,50m) – nasceu no Zoo de Brasília em 11/2002. Filha de Bia e Léo. Veio para BH em...
  7. O segundo filhote de Zola e Rafiqui foi Jahari, um macho, nascido em 22/11/2004, por volta das 11h. Ele foi para o Zoo Beto Carrero, em maio de 2006. O zoo de Santa Catarina enviou, em contrapartida, o macho de zebra Zuck e a fêmea de camelo Sarah.
  8. Ayana (fêmea) – nasceu em 7/11/2006, terça-feira, o terceiro filhote do casal de girafas africanas Zola e Rafiqui. Os dois animais estão na capital mineira desde 1999. A gestação durou 15 meses e o parto, quatro horas. O filhote, que é uma fêmea, tem 90 quilos e 1,8 metro de altura e já está correndo pelo viveiro. Ela está no terreno de 2,5 mil metros quadrados, que tem área cercada por toras de eucalipto e piso de grama. A dieta desses animais, na Zôo-Botânica, é composta de ração, alfafa, cenoura, banana, maçã, verduras, rama de batata e galhos de leguminosas...

Visitei em 27/12/2003 e 02/08/2008. Última informação: 4 girafas: Rafiqui, Zola, Ana Raio e Ayana...

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CEBUS – Centro de Biodiversidade da Usipa
Zoológico da Usipa

A Associação Esportiva e Recreativa Usipa, um dos maiores centros de formação desportiva do Brasil, está localizada no município de Ipatinga, no Vale do Aço, no Estado de Minas Gerais.

Evidentemente, em função do aço, é que se deu sua fundação em 23/02/1959, para atender às necessidades de lazer de milhares de pioneiros que trabalharam na construção da Usiminas – a maior siderúrgica da América Latina.

O elo das palavras Usiminas e Ipatinga deu origem ao nome escolhido – Usipa. O Centro de Biodiversidade da Usipa – CEBUS é muito mais que um local onde se exibem animais vivos, conhecido como zoológico...

“Cebus” é o nome científico (gênero) do macaco-prego. Uma homenagem ao primeiro animal habitante do Zoológico da Usipa que hoje abriga animais entre mamíferos, aves e répteis.

O trabalho do CEBUS tem o reconhecimento do Ibama e Universidades brasileiras que desenvolveram em 1997 um projeto de pesquisa envolvendo os felinos da instituição.

Com isto, o CEBUS integra atualmente o seleto grupo de instituições brasileiras consideradas como zoológicos fundadores de colônias de felinos em cativeiro, fazendo parte de uma rede de bancos de dados genéticos em nível mundial.

O trabalho científico do CEBUS propicia a reprodução de vários animais em cativeiro, o que dificilmente acontece. Entre estes animais estão os gaviões-caracará, os jacarés-de-papo-amarelo, as emas e as cobras jibóias.

Historicamente o antigo Zoológico da Usipa já existia desde a criação do Clube e a legislação que transformou todos os zoológicos brasileiros juridicamente legais pode ser considerada recente, tendo sido instituída no final da década de oitenta.

Desde 1993, o CEBUS já havia protocolado seu pedido junto ao IBAMA e o registro definitivo aconteceu em 2002, em função do término das novas instalações.

O Projeto Xerimbabo é um Programa de Educação Ambiental conhecido nacionalmente como “ação que permeia todas as outras”. Realizado pelo Centro de Biodiversidade da Associação Esportiva e Recreativa Usipa, foi criado por este órgão federal em 15/10/1984, desenvolvendo periodicamente diversas atividades na área de meio ambiente, desde cursos de Educação Ambiental para crianças e adultos, até exposições, palestras e seminários, sempre acreditando numa reorientação positiva das relações entre o homem e a natureza.

A área destinada ao evento tem mais de 200 mil metros quadrados e está localizada no Centro de Biodiversidade da Usipa composta por um Zoológico e um Parque Zoobotânico, área de preservação das Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais – Usiminas, patrocinadora oficial do Projeto.

A palavra Xerimbabo, segundo Luiz Caldas Tibiriçá, em seu Dicionário Tupi – Português, quer dizer animal de estimação do indígena. O nome foi escolhido para denominar o projeto baseado na relação de interdependência que o silvícola brasileiro demonstra em seu cotidiano com a natureza. Índios, animais e plantas em harmonia. Por quê não imitá-los?

— CEBUS – Centro de Biodiversidade da Usipa ou Zoológico da Usipa
Avenida João Cláudio Teixeira Sales, 801 – Horto – Ipatinga (MG) – CEP: 35160-307
Telefone: (31) 3824-7414 – Home Page: http://www.usipa.com.br/

— Devolveu o envelope circulado dentro de um envelope timbrado da USIPA em 20/12/2007, também recebi um cartão de natal personalizado da Usipa. Havia enviado para o diretor do Zoológico da Usipa, José Angelo Paganini.

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Última atualização: 15/10/2008.
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