PIRENÓPOLIS

Texto de Sérgio Sakall (/200)

COM RÍTMO DO INTERIOR, MAS SEMPRE COM CLIMA DE FESTA

A cidade é famosa pela Festa do Divino que realiza todos os anos, cinqüenta dias após a ressurreição, na época da Páscoa. Nas comemorações ao Espírito Santo (com duração de 12 dias), entre vários eventos ocorrem as Cavalhadas – as maiores do Brasil – embora existam outras bastante significativas.

Além desta, há outras, como a Festa do Morro: romaria em louvor a Santíssima Trindade. Trata-se de uma procissão que percorre 22km. de estrada, entre a cidade até o alto da Serra dos Pirineus, levando a imagem da Santíssima Trindade.

Comemorada no final de semana da lua cheia, apenas no mês de julho, tem missa, fogueira, queima de fogos e distribuição de chá e biscoitos aos presentes.

Distante 150 quilômetros de Brasília (depois da Estrutural, Águas Lindas e, posteriormente, Pirenópolis) e 120 quilômetros de Goiânia, Pirenópolis conta com ótima e diversificada rede de hotéis, pousadas e campings, também de restaurantes que servem aquela maravilhosa “comidinha” regional.

Em suas estreitas ruas e ladeiras há casas que oferecem um autêntico artesanato. Aliás, em cada casa, rua ou praça a cordialidade é sempre de um povo amigo e festeiro.

UM BEM NACIONAL

Nascida de um pequeno arraial minerador, criado em 1727; posteriormente elevada à Vila, em 1832; conquistou a categoria de cidade quando então vivia o auge de sua prosperidade e cultura, em 1853.

Por ter sido um centro urbano florescente até fins do século XIX e, em seguida, ter experimentado um período de estabilidade e isolamento que a manteve intocada das transformações do século XX, a antiga Minas de Nossa Senhora do Rosário de Meya Ponte, conservou praticamente intacta sua feição original.

Não como um cenário vazio, mas como uma cidade viva, através de um forte apego aos seus valores, suas tradições e manifestações culturais.

Não distante, em 1989, Pirenópolis foi tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional. Hoje, tem um valor inestimável, tanto para o estado de Goiás como para a nação.

Incrustada aos pés da Serra dos Pirineus, daí seu nome (que significa cidade dos Pirineus), a cidade manteve-se como testemunha viva dos primeiros tempos da ocupação do território goiano.

Também se cristalizou através do bem histórico e patrimonial de íntegra conservação, ou mesmo através do cotidiano de seus moradores, pautado ainda em tradições seculares.

Pirenópolis é viva, mesmo fora das épocas de festa, porque seja na pintura de sua ponte, em suas casas coloridas, nas reminiscências do Museu das Cavalhadas, ou seja em seu povo hospitaleiro, qualquer turista pode “sentir” o clima de festa que a cidade oferece.


Lugares de Interesse

A Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário foi construída pelos escravos (1728 a 1732), com recursos provenientes da mineração do ouro. É a mais antiga de Goiás. Nela estão sepultados os genearcas das mais ilustres famílias goianas. Tombada pelo Patrimônio Histórico em 1941.

Abaixo, montagem em cartão telefônico emitido pela Brasil Telecom – são 4 cartões que compõem a imagem da Igreja Matriz de Pirenópolis.


Homenagens Filatélicas

Acima, Máximo Postal com selo emitido em 1977... Abaixo, em 19/05/2002, os Correios Brasileiros emitiram uma série de selos sobre as Cavalhadas entitulada: “Cavalhadinha de Pirenópolis”. Local de Lançamento: Pirenópolis – Goiás (GO).

Os selos mostram: rei e cavaleiro, combate, participação popular e mascarados...

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EM SÃO LUÍS DO PARAITINGA

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Última atualização: 21/10/2008.
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