Página oficial do SBM – Sistema Brasileiro de Museus: http://www.museus.gov.br/
Abaixo, alguns museus brasileiros que expõem exemplares de girafídeos em Taxidermia ou em diferentes tipos de obras relacionadas ao tema...
– Museu de Ciências Naturais da PUC, Belo Horizonte (MG)
“Esqueleto e pele de Girafa”
– Museu de Anatomia Veterinária da USP, São Paulo (SP)
“Esqueleto de Girafa”?
– Museu de História Natural Capão da Imbuia (PR)
“Crânio completo de Girafa” (com maxilar e mandíbula),
“Osso da Bacia de Girafa”, “Vértebra” (uma peça) e um “Osso da Perna”
– Museu da Casa Brasileira, São Paulo (SP)
“Cadeira Girafa”
– Museu A Casa, São Paulo (SP)
“Cadeira Girafa com mesa” e “Banco Girafa”
– Museu Mazzaropi, Taubaté (SP)
“O noivo da Girafa”
– Museu de Ciências Naturais da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul (RS)
“Esqueleto de Girafa”
– Museu do Barro, Caruaru (PE)
“Personagem Girafa da Festa Bumba-meu-boi”
Nome: Museu de Ciências Naturais PUC Minas – MG
Sigla: MCN PUC Minas
Endereço: Avenida Dom José Gaspar, 290
Bairro Coração Eucarístico – Campus PUC Minas
Belo Horizonte – Minas Gerais (MG) – CEP: 30535-610
Telefones: (31) 3319-4152 / 3319-4520 (agendamento de visitas)
Fax: (31) 3319-4983 (www.pucminas.com.br – link Arte Cultura)
museu@pucminas.br – http://www.pucminas.br/ – http://www.pucminas.br/museu/
Metrô: Estação Gameleira
Missão: Promover o interesse dos visitantes pelas Ciências Naturais, por meio da apresentação de exposições, educação e pesquisa. Tipologia do acervo: Arqueologia, Ciências Naturais e História Natural.
Histórico do Museu: O museu funcionou durante 15 anos em um espaço temporário, até que em 1998 foi construído um novo prédio para abrigar seu acervo, com espaço adequado ao desenvolvimento de suas atividades científicas, educativas, culturais e de extensão. As exposições permanentes foram abertas ao público a partir de agosto de 2002. Desde 2005 passou a ser vinculado à Diretoria de Arte e Cultura da PUC Minas.
Criado em 1983, o Museu de Ciências Naturais PUC Minas é um espaço interdisciplinar da universidade que complementa sua extensão de serviços à comunidade. A equipe do Museu desenvolve pesquisas nas áreas de paleontologia, zoologia e conservação da natureza.
Histórico da formação do acervo: Acervo fossilífero, arqueológico, zoológico e botânico reunido a partir da década de 1970 até o momento atual, como resultado de cooperação técnico-científica, doações e principalmente do desenvolvimento de projetos de pesquisa pelos professores da universidade (PUC Minas). O acervo fossilífero compõe uma das maiores coleções da América do Sul de mamíferos do período Pleistoceno, exemplares de outras ordens zoológicas e períodos, além de réplicas. O acervo zoológico atual compõe-se de exemplares de mamíferos, aves, répteis, anfíbios e invertebrados, com especial destaque para espécies da fauna brasileira do Cerrado. O acervo arqueológico encontra-se em fase de formação, segundo autorização do IPHAN, resultado de resgates das construções de hidroelétricas em Minas Gerais.
Na ala “Fauna Exótica”, os animais que não ocorrem no Brasil são o tema dessa exposição, como por exemplo, elefantes (africano e asiático), rinoceronte e antílopes.
► Uma girafa macho chamada “Cupim” que morreu em 13/02/1997, no Zoológico de Belo Horizonte, teve seu esqueleto preservado. Hoje, compreende a exposição do Museu da PUC/MG, em Belo Horizonte... Nota: visitei em 01/08/2008 e lá fui informado que se trata de uma fêmea por causa da largura dos ossos da bacia...
Nota: Há outro museu na cidade (dados abaixo), cujo acervo me parece que tem um crânio girafídeo... 24/07/08: Resposta Site Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG. Sr. Sérgio, Não tenho conhecimento dessa informação. Atenciosamente, Claudia Cristina Cardoso, Museóloga – MHNJB Setor de Museologia (smuseo@mhnjb.ufmg.br).
Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG
Rua Gustavo da Silveira 1.035 – Santa Inês
Belo Horizonte – Minas Gerais (MG) – CEP:
Telefone: (31) 3461-5805
Criado em 1968, ocupa uma área de 600 mil m², possuindo vários exemplares da
flora e fauna nacionais. Há exposições de arqueologia, mineralogia, física e
laboratório interativo. Abriga também o Presépio do Pipiripau e o “Palacinho”,
prédio este que servia de residência aos governadores de Minas nas férias e
finais de semana. Horário: terça a sexta, das 8 às 11:30 h e das 13 às 16h.
Sábado e domingo, das 10 às 17 h.
Museu de Anatomia Veterinária – MAV-USP
O Museu de Anatomia Veterinária "Prof. Dr. Plínio Pinto e Silva" é mantido pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo. Foi aberto à visitação pública em 1984 expondo peças que estavam sendo colecionadas por professores e alunos da Faculdade.
Sobre a família dos girafídeos, o Museu explica que existem vários tipos de Cornos e Chifres entre os animais...
Os cornos de bois, búfalos e antílopes têm um núcleo ósseo e irrigado com sangue. Sobre este núcleo, há lâminas córneas de origem epidérmica. Estes cornos são permanentes e crescem por deposição de material na base, que forma anéis de crescimento.
O corno dos rinocerontes não é ósseo. É formado por fibras queratinizadas (como as unhas) compactas, com crescimento contínuo a partir da epiderme.
► Por sua vez, os pequenos cornos da girafa são projeções ósseas do crânio, cobertas por pele.
Os chifres dos veados também são projeções ósseas do crânio, mas caem e são substituídos a cada ano, ao final da estação reprodutora. O osso compacto destes chifres, enquanto crescem, é coberto por uma pele aveludada que depois se desprende e cai.
O Museu de Veterinária, localizado na Cidade Universitária, em São Paulo – SP, é mantido pelo Departamento de Cirurgia e Obstetrícia da Faculdade de Veterinária da USP. Seu acervo compõe-se de esqueletos de 80 animais de espécies variadas entre os quais o folclórico rinoceronte cacareco e de um elefante, 1500 crânios de animais e outros.
A coleção de esqueletos de animais de diferentes tamanhos e classes é a grande atração do museu. A estrutura óssea de um elefante asiático e de uma girafa são os que mais despertam interesse...?
Museu de Anatomia Veterinária
Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, tr. 4, bl. 7 – Cidade Universitária (SP)
Horário: segunda à sexta das 9 às 12 e das 14 às 17 horas
Telefone: (11) 813-6944 – http://mav.fmvz.usp.br/
Museu de História Natural Capão da Imbuia – PR
O Museu de História Natural Capão da Imbuia, situado no Bosque Capão da Imbuia – remanescente de Floresta com Araucária na região urbana de Curitiba –, no bairro Capão da Imbuia (vizinho do bairro Tarumã), é referência nacional na área de pesquisa zoológica, com importantes coleções científicas regionais e corpo técnico altamente qualificado, tendo sido credenciado pelo Ministério do Meio Ambiente, como fiel depositário de amostras de componentes do patrimônio genético natural.
Além da pesquisa científica na área de zoologia, o museu mantém um setor expositivo aberto à comunidade, onde também é realizado um trabalho de Educação Ambiental para atender escolas de Curitiba e da sua região metropolitana, através de visita orientada e de empréstimo de material didático. É administrado pelo Departamento de Zoológico de Curitiba.
As visitas ocorrem ao longo de uma exposição interna denominada “Ecossistemas Brasileiros” (um acervo exposto nas salas do Museu), onde dioramas, animais taxidermizados e plantas desidratadas compõem os principais ambientes brasileiros representados no Paraná.
No bosque ao redor, “No Caminho das Araucárias”, pode-se caminhar e ver uma exposição externa composta por vitrines de vidro onde com alguns animais empalhados (taxidermia) ficam protegidos e painéis dispostos ao longo de uma passarela elevada que percorre o interior do bosque. Utilizando elementos naturais, essa exposição é totalmente voltada ao desenvolvimento de uma consciência quanto à conservação da Floresta com Araucária, que se encontra ameaçada de desaparecimento em toda a sua área de ocorrência.
Nota: no dia 10/04/2008, conheci o taxidermista “Tião”, Sebastião Carlos Pereira, quem me mostrou as peças girafídeas do acervo do museu (telefone: 41 3366-3133, ramal 38).
MCB – Museu da Casa Brasileira
Na mansão do Solar Fábio Prado, construído durante a década de 40 que pertenceu ao ex-prefeito de São Paulo, Fábio Prado, é onde o Museu está instalado desde 1972.
O MCB é uma instituição pública pertencente à rede de 16 museus estaduais, vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, e da qual fazem parte entre outros: Pinacoteca do Estado, Museu da Imagem e do Som (MIS), Museu de Arte Sacra, Memorial do Imigrante, Memorial da América Latina e Paço das Artes.
Artesanato, imagens, roupas, utensílios domésticos e jóias fazem parte de seu acervo que já atingiu quase mil peças. Existe uma biblioteca com aproximadamente 3 mil volumes dedicados ao assunto, com fotografias, documentos e recortes, uma coleção de cadeiras desde o século XVII, uma cômoda do século XIX que pertenceu a Madre Teodora de Itu, entre outros objetos.
Em sua coleção permanente, o museu expõe uma cadeira de estrutura simples e pequenas dimensões (foto abaixo), com design de Lina Bo Bardi – arquiteta que projetou o MASP. O desenho dessa cadeira reduz ao máximo a matéria e a forma, valorizando-as.
Feita em pinho-do-paraná, tem encosto em “T” que acompanha a linha das costas. O assento redondo é seguido de três pernas fixas por cavilhas de ipê. Sua estrutura permite o empilhamento em espiral dessas cadeiras.
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► “Cadeira Girafa” Foto do acervo MCB |
A CASA, inaugurada em maio de 1997, é uma casa-museu do objeto brasileiro que tem como objetivo contribuir para o reconhecimento, valorização e desenvolvimento da produção artesanal e do design, incrementando a percepção consciente a respeito do produto brasileiro bem como promovendo sua produção cultural.
Rua Cunha Gago, 807 – Pinheiros – São Paulo – CEP: 05421-001 (SP)
Telefone: (11) 3814-9711 – acasa@acasa.org.br – http://www.acasa.org.br/
Nesse Museu também há em exposição a “Cadeira Girafa” – empilhável de três a três, é ideal para bares e pequenos ambientes, forma conjunto com mesa redonda com três pés, tudo confeccionado em madeira freijó.
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► “Cadeira Girafa com mesa” Foto do Museu Virtual A CASA |
O Museu expõe ainda o “Banco Girafa” – peça mais singela da Família Girafa, é empilhável e pode ser utilizada também como mesinha de apoio ou assento reserva.
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► “Banco Girafa” Foto do Museu Virtual A CASA |
O Museu Nacional está vinculado ao Ministério da Educação, é a mais antiga instituição científica do Brasil e o maior museu de história natural e antropológica da América Latina.
Criado por D. João VI, em 6/6/1818 e, inicialmente, sediado no Campo de Sant’Anna, serviu para atender aos interesses de promoção do progresso cultural e econômico no país.
Originalmente denominado de Museu Real, foi incorporado à Universidade do Brasil em 1946. Atualmente, o Museu integra a estrutura acadêmica da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Alojar-se no Paço de São Cristóvão, a partir de 1892 – residência da Família Imperial brasileira até 1889 – deu ao Museu um caráter ímpar frente às outras instituições do gênero.
O comerciante Elias Antônio Lopas começou, em 1803, a construir sua casa de campo em São Cristóvão (Quinta da Boa Vista), doando-a ao Príncipe Regente D. João, em 1808.
O prédio passou por várias reformas de ampliação e embelezamento, até chegar às linhas arquitetônicas atuais. Em frente ao antigo Palácio Imperial foi colocado o Pórtico Monumental, vindo da Inglaterra, presenteado a D. João, cópia do existente no Palácio de Lorde Percy, Duque de Nothumberland.
Abaixo o cartão-postal mostra o antigo edifício que abriga o museu; clique e veja outra foto! Próximo ao museu está localizado o Zoológico do Rio de Janeiro...
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Por estar situado no mesmo local que serviu de moradia a família real por vários anos (onde nasceu D. Pedro II e se realizou a 1ª Assembléia Constituinte Republicana), hoje, atua na interface memória e produção científica.
As peças que compõem as exposições abertas ao público (cerca de três mil atualmente) são parte dos 20 milhões de itens das coleções científicas conservadas e estudadas pelos Departamentos de Antropologia, Botânica, Entomologia, Invertebrados, Vertebrados, Geologia e Paleontologia.
O Museu dispõe ainda de um Horto Botânico e de uma Biblioteca Central (aberta ao público) situados na parte sul da Quinta da Boa Vista.
► Exposição do Museu Nacional da UFRJ, ocorrida em junho de 2007, atrai visitantes com esqueletos originais de elefantes, girafas e até gorilas...... (soube disso por cima, jamais encontrei algo a respeito)...
Acesso: O Museu Nacional/UFRJ se localiza no Parque da Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, na cidade do Rio de Janeiro. O parque é uma unidade de Conservação Ambiental, tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN e administrada pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.
Museu Nacional da UFRJ
Quinta da Boa Vista – São Cristóvão
Rio de Janeiro, RJ – CEP: 20940-040
Telefone: (21) 2568-8262
http://www.museunacional.ufrj.br/
Museus da UFRJ (http://www.ufrj.br/)
Abaixo, outra lista de Museus, os quais não têm girafas (que eu saiba), mas todos eu gosto e já visitei; a maioria em São Paulo...
Veja página sobre a Bandeira Paulista e outros Museus Paulistas!
Conheça a interessante página dedicada ao Museu Emílio Goeldi!
Veja também os museus do Parque do Ibirapuera, como o Museu do Folclore o MAC ou MAM!
O Museu do Ipiranga ou Museu Paulista da USP, com o Palácio do Ipiranga e Parque da Independência, tem uma exposição permanente de um fotógrafo: veja em GIRAFAMANIA uma página dedicada a Militão Augusto de Azevedo!
MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand
O Masp é o maior e mais importante museu de arte da América Latina, possui a mais rica coleção de toda América do Sul, com mais de 7 mil obras, como peças assinadas por Metsys, Portinari, e Ticiano, por exemplo.
São obras da escola italiana de Rafael (Bloco sobre o 5º Centenário de Nascimento), Andrea Mantegna, Botticceli e Bellini; passando pela flamenga de Rembrandt, Frans Hals, Cranach ou Memling; e pela espanhola de Velázquez e Goya, além dos impressionistas franceses Monet e Cézanne.
A maior parte do núcleo de arte européia do MASP é de pintura francesa. Podemos apreciar os quatro retratos das filhas de Luiz XV, pintados por Nattier, ou as alegorias das quatro estações de Delacroix.
Do movimento impressionista, encontramos várias obras de Renoir e Manet. Dos pós-impressionistas é possível apreciar vários quadros de Van Gogh ou de Toulouse-Lautrec.
Um dos destaques do acervo é o espaço dedicado à coleção completa de esculturas de Degas (Bailarina de quatorze anos). Uma coleção de bronzes, feitos em tiragem de 73 peças, só pode ser vista integralmente no Masp e em poucos museus como no Metropolitan em New York, ou no Museu D'Orsay em Paris.
Seu prédio arrojado, foi projetado pela arquiteta Lina Bo Bardi, e inaugurado em 2 de outubro 1947. Fundado pelo empresário Assis Chateaubriand (página História da Arte Modernista) e pelo professor Pietro Maria Bardi, jornalista e crítico de arte na Itália, recém chegado ao Brasil.
Em 1982, foi tombado pelo Condephaat e, hoje, é símbolo da cidade de São Paulo.
Construído de 1956 a 1968, a nova sede do MASP foi inaugurada em 07 de novembro de 1968 com a presença de S.M. a Rainha Elizabeth II, da Inglaterra...
No vão externo com 74 metros de comprimento (maior vão livre do mundo), há uma feira de antiguidades, aos domingos (das 10 às 14 horas).
Avenida Paulista, 1.578 – Cerqueira César – Estação do Metrô Trianon-Masp –
São Paulo
http://www2.uol.com.br/masp – http://www.masp.art.br/
Masp centro: Galeria Prestes Maia – Praça do Patriarca s/n (atemasp@masp.art.br)
Nota: A obra óleo sobre tela (100 x 81 cm) de 1939, “O Lavrador” ou “O Lavrador de Café”, de Cândido Portinari, já foi retratada em selo comemorativo brasileiro! Veja abaixo! Após ser recuperada pela Polícia, esse quadro que havia sido roubado em dezembro de 2007, está em exposição no Masp desde o dia 11 de janeiro de 2008.
Série de 3 valores emitida em 18/05/1980: “Museus de Arte do Brasil”. Com picotagem de 11½ e tiragem de 2 milhões de selos cada, esta série foi impressa em Offset, papel couché, gomado e fosforescente. Yvert & Tellier: 1422/1424. Scott Publishing: 1691/1693. Michel Übersee-Katalog: 1765/1767. RHM: C-1142/C-1144. Os 3 selos mostram:
1. Cr$ 24,00: Museu de Arte de São Paulo (SP) – “O Lavrador”, de Cândido Portinari
2. Cr$ 28,00: Museu de Arte Moderna (SP) – “Melle Pogany”, de C. Brancusi
3. Cr$ 30,00: Museu Nacional de Belas Artes (RJ) – “O Copo D'Água”, de A. de
Figueiredo
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Museu Padre Anchieta – Pátio do Colégio
Reúne todo o histórico da vida de José de Anchieta, como utensílios de uso diário da época e trabalhos preciosos da arte sacra. Há uma maquete que mostra a antiga cidade de São Paulo, cercada por taipas e pelos rios da época. No interior do pátio, há uma parede histórica, de quase 500 anos, feita de barro e óleo de baleia pelo padre Afonso Brás.
Marco do início da cidade, ponto do Planalto Paulista escolhido pelos jesuítas Manuel da Nóbrega e José de Anchieta, em 1554, para fundação de São Paulo – cidade destinada a ser a segunda maior do mundo e primeira a nascer de um Colégio.
Páteo do Colégio, 2 – Centro – São Paulo
Casa das Áfricas
Telefones: (11) 3801-1718, 3333-5029 e 8118-4830
E-mail: secretariasp@forumafrica.com.br – vanderlis@ig.com.br
http://www.forumafrica.com.br/
Rua Engenheiro Francisco Azevedo, 524 – Vila Anglo Brasileira – São Paulo
Centro Cultural Banco do Brasil
Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 – centro (Metrô Sé) – São Paulo
Telefone: (11) 3113-3649 – Horário: Terça a domingo, das10 às 21 horas.
http://www.bb.com.br/appbb/portal/bb/ctr/index.jsp – http://www.cultura-e.com.br/
Museu da Imprensa
http://museudaimprensa.in.gov.br/
Inaugurado em 13/05/1982, nos jardins da Imprensa Nacional, o Museu da Imprensa tem a "Ala dos Pioneiros", inaugurada no dia 07/02/2001, em homenagem ao Dia do Gráfico, e conta a saga da criação da Imprensa Nacional desde a vinda da família Real Portuguesa para o Brasil em 1808, passando pelo ato de criação, a primeira junta diretória, o primeiro jornal impresso no Brasil, o primeiro livro e a Nau Medusa, que trouxe os primeiros prelos (máquinas de impressão) e 28 caixas de tipos para dar início a toda essa história... bem como microfilmes de Diários Oficiais antigos...
Segunda a sexta das 8 às 17 horas – Brasília (DF)
Telefones: (61) 3441-9618 – (61) 3441-9680
Última atualização: 06/08/2008. |