GIRAFAS EM MUSEUS DO MUNDO

Você sabia que 18 de Maio é o Dia Internacional dos Museus?
Muitos deles não cobram a entrada neste dia!

Os museus são casas que guardam e apresentam sonhos, sentimentos, pensamentos e intuições que ganham corpo através de imagens, cores, sons e formas. Os museus são pontes, portas e janelas que ligam e desligam mundos, tempos, culturas e pessoas diferentes. Os museus são conceitos e práticas em metamorfose...

Etimologia da palavra Museologia: do grego μουσειόν = museión 'museu', mouseîon, através do lat. muséum, lugar ou templo das musas, lugar onde as musas residem, museu, biblioteca, academia (cada uma das nove deusas que presidiam às artes), e λόγος = logos, razão; área do conhecimento dedicada especialmente à administração, manutenção, organização de exposições e eventos em museus.

Preservar alguma coisa, em seu sentido mais simples, é possibilitar a sua permanência por mais tempo que o estipulado ou previsto. Quando um museu preserva um objeto, seja uma obra de arte, uma máquina, ou uma simples chave, ele tenta levar adiante, de preferência para outras gerações, não só a aparência física dessas coisas, mas também suas histórias e as memórias a elas associadas...

Definição de 1956: Museu é um estabelecimento de caráter permanente, administrado para interesse geral, com a finalidade de conservar, estudar, valorizar de diversas maneiras o conjunto de elementos de valor cultural: coleções de objetos artísticos, históricos, científicos e técnicos, jardins botânicos, zoológicos e aquários.

Museu é uma instituição permanente sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e de seu desenvolvimento e aberto ao público, que adquire, conserva, pesquisa e exibe para finalidades do estudo, da educação e da apreciação, evidência material dos povos e seu ambiente. Essa definição foi dada pelo Conselho Internacional de Museus, o ICOM, na Assembléia Geral de Copenhaguem, em 1972. Usando-a, podemos incluir em sua abrangência máxima os jardins botânicos, zoológicos, aquários, planetários, parques nacionais e outras instituições.

Definição aprovada pela 20ª Assembléia Geral, ocorrida em Barcelona, Espanha, 06/07/2001 (Comitê Internacional de Museus – ICOM): Instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público e que adquire, conserva, investiga, difunde e expõe os testemunhos materiais do homem e de seu entorno, para educação e deleite da sociedade.

Os museus modernos concentram-se em um assunto particular, e a maioria dos museus pertencem a uma ou a mais das seguintes categorias: artes finas, artes aplicadas, arqueologia, antropologia, etnologia, história, história cultural, ciência, tecnologia. Dentro destas categorias muitos museus especializam-se mais, por exemplo, museus de arte moderna, ecomuseus, museus industriais, de história local, da história da aviação, da agricultura ou da geologia. Há também os museus ao ar livre, que mostram e erguem edifícios antigos em zonas amplas ao ar livre, geralmente em locais que recriam paisagens do passado.

Os primeiros museus, chamados “Gabinetes de Curiosidades” ou “Os Quartos das Maravilhas”, surgidos entre os séculos XV e XVI, eram um “amontoado” de objetos sem relação entre si, sem nenhuma classificação ou ordenação, que praticamente não transmitiam nenhuma informação.

Somente no fim do século XIX que um certo museu, o Museu de História Natural de Londres, exibiu seus objetos ordenados cientificamente, graças à classificação de Carlos Lineu. Durante o século XX, as técnicas de exposição foram incorporando os avanços da comunicação e da ciência da informação, havendo, hoje, museus que fazem uso de multimídia. No Brasil, por exemplo, o Museu da Língua Portuguesa usa recursos como projeção de imagens para transmitir a informação sobre o “acervo” (no caso, a própria língua portuguesa).

Hoje, a museologia trata desde as técnicas de restauração, conservação, acondicionamento e catalogação do acervo até a preparação de mostras, exposições e ações culturais. O museógrafo trabalha com as ciências da comunicação e da computação. A televisão e a informática tem sido incorporadas para transmitir os conteúdos de forma lúdica e eficiente e a manipulação, estudo e catalogação dos objetos passou a ser praticamente uma condição essencial aos museus, assim como a inclusão de tecnologia.

MUSEUS DE ARTES

Museus de arte são estabelecimentos permanentes criados para conservar, estudar, valorizar pelos mais diversos modos e, sobretudo, expor para deleite e educação do público, coleções de interesse artístico, histórico e técnico.

MUSEUS DE HISTÓRIA NATURAL

Museus de história natural contam a história do planeta e da vida na Terra. Neles encontramos ossos, fósseis, pedras e outros objetos que contam como as plantas, o homem e os outros animais evoluíram e passaram a ter a forma que têm hoje.

Nesses museus aprendemos sobre formas de vida que deixaram de existir, como os dinossauros, por exemplo, e as transformações que aconteceram nos lugares onde viviam. Igualmente, eles ensinam sobre espécies que ainda existem, como as girafas e os ocapis, por exemplo.

Abaixo, dois selos emitidos pela Alemanha, ilustram o que também podemos aprender em Museus de História Natural...

Do lado esquerdo, emitido em 1980 (Scott: 9N541), o selo mostra a configuração do mundo como Alfred Wegener acreditava ser na época do Eoceno (54,8 a 33,7 milhões de anos atrás) – a maioria da moderna ordem dos mamíferos apareceu nesse período...

Do lado direito, série de 2 valores emitida em 1978 (Scott: 1275/1276), cujos selos mostram morcego fóssil e cavalo primitivo (eohippus) – Arqueologia de Massel opencast mine, datada de 50 milhões de anos.


As girafas estão representadas de várias maneiras
nos maiores e mais famosos museus do mundo!

As girafas estão representadas nesses museus das mais variadas formas como: pedaços fósseis de girafas, pinturas rupestres com girafas, esqueletos e girafas empalhadas inteiras (taxidermia – arte de empalhar animais), afrescos com girafa, óleo sobre madeira com girafa, óleo sobre tela com girafas, fotografias com girafas... etc.

Em alguns dos Museus Brasileiros temos peças girafídeas expostas ou mesmo objetos relacionados ao tema...

Abaixo, uma lista de museus mundiais que têm girafas expostas:

Museu Britânico – Londres, Inglaterra – Reino Unido da Grã-Bretanha

“Fragmento de pintura da tumba de Sebekhotep” (arqueologia de 1400-1390 antes de Cristo, Tebas – Egito)
“A girafa da Núbia” (óleo sobre tela, pintura inglesa de 1829), Jacques-Laurent Agasse
“A girafa em Bloomsbury” (fotografia de 1875), Frederick York

Museu do Louvre (1793) – Paris, França

“Girafa” (escultura francesa em bronze, de meados do século XIX), Antoine-Louis Barye

Centro George Pompidou ou “Beaubourg” (1977) – Paris, República Francesa

“A Girafa” (escultura em ferro, arte moderna de 1935), Julio Gonzàlez
O almoço sob à árvore” (óleo sobre tela, pintura moderna russa de 2002), Vladimir Dubosarsky e Alexander Vinogradov

Museu Nacional do Prado – Madri, Reino da Espanha

“O Jardim das Delícias” (tríptico, óleo sobre painel, pintura medieval de 1504, aproximadamente), Hieronymus Bosch

Museu de Figueras – Catalunha, Reino da Espanha

“A Girafa em Chamas” (vitral do Museu de Figueras, de 1974), Salvador Dalí

Museu Hermitage (1764) – São Petersburgo, Federação Russa

“Girafa – Porcelana Zôo” (porcelana russa de meados do século XX), Victor Zhbanov

Museu de História Natural de Viena – Áustria

“Crânio fóssil de Paleotragus roveni
“Esqueleto de Girafa”
“Girafa empalhada da subespécie reticulada”
“Ocapis empalhados” (2 fêmeas)

Museu de Arte Metropolitano de Nova Iorque – Estados Unidos

“Pente de Marfim” (Período Pré-Disnástico – Egito)

National Gallery of Art – Washington, Estados Unidos

The Gathering of Manna” (pintura renascentista de 1540 – Itália), by Francesco Bacchiacca

Kunstmuseum Basel – Basiléia, Confederação Helvétia (Suíça)

“Girafa em Chamas” (óleo sobre madeira, pintura de 1936-37), Dalí
“Girafas queimando e telefones”, Dalí
“Venus a La Giraffe” (escultura em bronze de 1973), Dalí
“A Girafa-elefante”, Dalí

Palácio Pontífice – Cidade do Vaticano

“Decoração de Loggetta” (afresco datado de 1516-17), Rafael
“A Criação dos Animais” (afresco datado de 1518-19), Rafael

Museu de Ciências Naturais de La Plata – La Plata, República da Argentina

“Esqueleto de Girafa”

Museu Nacional – Nairóbi, República do Quênia

“Crânio fóssil de Olduvai Gorge” (Época Pleistoceno, 1,5 milhão de anos atrás – Tanzânia)

Museu de História Natural Álvaro de Castro – Maputo, República de Moçambique

“Três Girafas taxidermizadas”

Museu Nacional e Galeria de Arte de Garabone – Garabone, República de Botsuana

“Pinturas rupestres de Tsodilo Hills” (100.000 anos, aproximadamente – Botsuana)

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Monumentos, Museus e Galerias Pontifícias

O primeiro núcleo dos Museus Vaticanos foi a coleção de estátuas formada por Júlio II e expostas no chamado “Pátio das Estátuas”, hoje Pátio Octogonal. Na sua forma de coleções artísticas ordenadas em edifícios próprios acessíveis ao público, os Museus e as Galerias Pontifícias têm a sua origem com Clemente XIV e Pio VI e, por isso, inicialmente tinham o nome de Museu Pio-Clementino. Pio VII ampliou-os notavelmente, acrescentando-lhes o Museu Chiaramonti, o Braço Novo e a Galeria Lapidária.

Gregório XVI fundou o Museu Etrusco (1837) com peças arqueológicas encontradas nas escavações da Etrúria Meridional de 1828 em diante, o Museu Egípcio (1839) com monumentos egípcios provenientes de explorações feitas no Egito e com peças que se encontravam espalhadas nos museus de arte clássica e também no Museu Capitolino, e o Museu Profano Lateranense (1844), com estátuas, baixo-relêvos, mosaicos de idade romana que não teriam lugar nos Palácios Vaticanos.

Pio IX acrescentou ao Museu Profano Lateranense, em 1845, o Museu Cristão, que compreende esculturas, especialmente sarcófagos e inscrições cristãs antigas e, mais tarde (1856-1869), duas salas de monumentos extraídos das escavações de Óstia executadas em S. Herculano e S. Áurea; depois em 1866, doadas pelo Príncipe A. de Torlônia no Porto.

Sob o pontificado de São Pio X, em 1910, foi acrescentada uma seção que continha 137 inscrições de antigos cemitérios judaicos de Roma, em grande parte do cemitério da Via Portuense, doadas pelos antigos proprietários, marqueses Pellegrini Quarantotti. Estas duas coleções foram transportadas, por desejo de João XXIII, do Palácio Lateranense a um novo edifício construído de propósito para recebê-las no Vaticano; em 1970 foram reabertas ao público, com a denominação de Museu Gregoriano Profano e Museu Pio Cristão.

Também fazem parte dos Museus:

Antes dos Acordos Lateranenses os Museus e as Galerias Pontifícias dependiam da Prefeitura dos SS. PP. AA.; desde 1929 dependem do Governadorato do Estado da Cidade do Vaticano. Além das tarefas institucionais, a Direção Geral dos Monumentos, Museus e Galerias Pontifícias deve garantir, como sua competência, a plena tutela do patrimônio histórico, arqueológico e artístico da Santa Sé.

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Projeto: “SENHORA DA ÁFRICA”
Museu Girafídeo – MUG – Museu Girafamania

Desde pequeno sou colecionador da família dos girafídeos: GIRAFAS e OCAPIS – ambos endêmicos do Continente Africano. Especialmente as girafas, eu coleciono absolutamente tudo relacionado a esse belo animal – considerado o mais alto do Mundo! Por hobby, prazer e desejo de intercâmbio mantenho um site na internet chamado GIRAFAMANIA, criado em 09/04/2003, ele tenta mostrar as grandes possibilidades de que uma coleção temática pode alcançar...

Nessa coleção, com quase três mil peças, por todos os lados está intrínseca a palavra CULTURA... A grande maioria dos objetos traz uma determinada história, seja mundial ou folclórica... Por isso (ainda outros motivos relevantes) costumo chamar a minha coleção de Museu Girafamania... Aliás, meu maior sonho é montar um museu! Como não tenho possibilidades financeiras para isso, pensei em uma ONG educativa, também porque acho fundamental não cobrar a entrada dos “pequenos” visitantes e agendar escolas para visitação...

Infelizmente (mas a princípio), as pessoas não entendem o valor cultural que há na coleção... Só depois que vêem ou escutam algumas das histórias que narro... Portanto, ninguém acredita em meu projeto... só eu e mais alguns poucos... Tenho certeza de meu bom gosto e educação, tanto na montagem, como na disposição e organização de um museu. Material, coragem e fé já possuo, falta o dinheiro e o espaço... Talvez, o fato de ser único no Brasil, alguns fãs e colecionadores podem ser convidados para a inauguração e certamente serão parceiros em doações para ampliar o acervo...

De qualquer forma o Museu Girafamania – MUG se forma para trabalhar, divulgar e promover cultura, educação e lazer às pessoas. O MUG é uma entidade de caráter cultural e educativo, sem fins lucrativos com o intuito de promover a Arte do Colecionismo, sobretudo da Filatelia Temática. O MUG acredita que, muito mais importante do que cifras, é a cultura, a educação e a integridade das pessoas, independentemente de raça, origem, religião, língua ou posição social.

Sendo parte integrante de uma sociedade, o Museu Girafamania foi criado para lutar por um mundo melhor com dignidade, respeito e conscientização da necessidade de cultura, educação e lazer. Na condição de Museu, o MUG se apresenta sem afinidades políticas, econômicas, partidárias, religiosas, comerciais ou qualquer outra de interesses individuais...


“MUG – MUSEU GIRAFAMANIA”

Desde sempre a girafa é minha musa inspiradora, meu fomento de vida... Buscando a reunião destes sentimentos, assim como de um só lugar para essa morada, encontro o “Museu Girafamania”. Museu porque é conveniente o sentido de novas estruturas na museologia contemporânea, não esquecendo de seu significado original grego: “templo das musas” e razão. “Girafamania” porque alcança toda excentricidade humana de uma coleção temática.

Neste trabalho são utilizados termos e procedimentos museológicos (em sua abrangência máxima) como ferramentas de criação. Costumamos pensar em museu como lugar de acervo e exposições. Mas museus são redes de ações e permitem experiências, interpretações. Com apropriação disso, podemos dizer então que o “Museu Girafamania” compreende e exibe ao público o universalismo girafídeo. Ainda tem como objetivo e possibilita, através de seu formato lúdico-pentagonal, apreciação, cultura e educação, desvendando todo poliedro do animal mais alto da terra: a girafa.

Diretor Presidente e Fundador do Museu Girafamania, Sérgio Eduardo Sakall
WWW.GIRAFAMANIA.COM.BR


Tanto o térreo como o primeiro andar compreendem Exposições Permanentes do acervo do Museu... Já o subsolo é mesclado... Abaixo, projeto de organização do Museu Girafamania – MUG:

PISO SUPERIOR (com salas mais clássicas, silenciosas)
Departamento Artístico / Universalidade Histórico-cultural – Diretoria / Secretaria do Museu / Departamento de Coleções e Registro de Obras de Arte (Acervo de Objetos e Acervo Fotográfico), Departamento de Conservação e Restauração / Departamento de Documentação e Literatura / Departamento de Investigação e Difusão (realizar instalações de material anexo que possibilite maior compreensão das obras)...

Pinacoteca (coleção de quadros)
Museus com obras em Artes Plásticas (óleos, pátina, desenho, litografia, pinturas, spray, xilogravura): Espanha, Estados Unidos, França, Reino Unido, Suíça, Vaticano / “O Jardim das Delícias”, “A Criação dos Animais”, Pinturas “Giraffe” e “Fauna”, “A Floresta”, “O Jardim do Éden”, “Turco com Girafa”; Albery

Academia (coleção de esculturas, tapeçaria)
Museus com obras diversas – Brasil (Museu do Barro, Museu da Casa Brasileira), Estados Unidos (pente), Federação Russa (Museu Hermitage, Museu Lomonosov), França / Arte Brasileira (Figureiras de Taubaté, Mestre Vitalino, Palatnik), Artes Folclóricas (tradição popular / folclore), arte fricana (batique e tinga), dhokra, matryoshka, mulher-girafa, origami, pêssanka, raku, tatuagem, heráldica (bandeiras, brasões, Siena, Tanganica); Tapete: “Caça na África”, Escultura: “Girafa” (artesão esculpindo em madeira), Escultura: “Girafa

Salão Oriental – A primeira girafa da China (1415) / Arte Asiática

Casa da Moeda – Filigranas, Filatelia Clássica (todos os selos ordinários e ex-Colônias), Cartas Patrimoniais, Numismática, Telecartofilia

Gabinete Ecumênico – “Arca de Noé”, Trecho da Bíblia escrita em hebraico: “Zemer”, Celebração da Igreja Católica: “Girafas Natalinas”, Pintura Natalina: “Nativité Tropicale”, Papa
Série Religiões: Outro projeto para ampliar a parte da coleção que compreende a temática religiões tem, como plano ou intento, divulgar as religiões através da simbologia de cada uma delas, em formato de pinturas no lugar das manchas da girafa...
Judaísmo/judeu – Estrela de Davi (hexagrama na bandeira de Israel, símbolo israelita), Menorá (candelabro de 7 braços), ramo de oliveira
Islamismo/muçulmano – meia lua, lua fina, islâmica, Islã, ramo de trigo
Cristianismo/cristão – cruz, peixe, cálice, pomba
Espiritismo/espírita – cepa da videira (ramo de parreira de uva)
Hinduísmo/hinduísta – flor de lótus ainda em botão, mandala, OM, elefante (Ganesha), vaca, riscos em torno dos olhos indianos
Budismo/budista – flor de lótus ainda em botão, mandala, ing e iang (chinês)

Biblioteca MUG (1º mezanino) – corredor literário no museu – arte literária, livro, livro estrangeiro / Sala dos Imortais (personalidades, Drummond, Murilo)
Hemeroteca (jornais e revistas), com Publicações Gerais, Publicações Jornalísticas, Publicações Internacionais: editais, folhetos, Folder dos EUA, Quênia (animais raros), Portugal, dossiês e portifólios, periódicos... Niemeyer
Setor Arte Folclórica Literária / Acervo histórico-cultural (lendas / fábulas / ficção / contos) / Seção de Publicações / Catálogo da Exposição; Áreas de guarda de arquivo histórico e atendimento a pesquisadores

“Gabinete de Curiosidades” (diversos) – cards, cartofilia, eucalol, finearts, Fotografia (Estúdio Fotográfico), gravura, pôster, propaganda / Desenho de propaganda: “Logotipo

TÉRREO (com muito verde, savana, árvores)
Departamento de Núcleo ou Central / Universalidade Histórico-biológica – Direção de Comunicação / Gabinete de Imprensa (divulgações) / Seção Protocolo e Eventos

Galeria da Evolução ou Darwin (entrada) – girafas, ocapis e paleontologia
Setor História Natural / Museus de História Natural: Alemanha, África do Sul, Argentina, Áustria, Bélgica, Botsuana, Brasil, Espanha, Estados Unidos, Federação Russa, França, Irlanda, Itália, Moçambique, Noruega, Polônia (Sivatherium), Portugal, Quênia, Reino Unido, República Tcheca

Salão África ou Cofre do Tesouro (coleção)
origem animalcêra, chifre (touradas espanholas), concha, coral, couro, marfim, osso, ovo, taxidermia
origem vegetal – álbum, acrílico, borracha, cigarro, colagem, embalagem, folha, látex, madeira, palha, papel, plástico, resina, rolha, silicone, sisal, ráfia, raiz (com imitação de acácia espinhosa que serve de anúncios na qual os visitantes deixam mensagens...)
tecidobordados, camiseta, crochê, gravata, linha, meia, pelúcia, tapeçaria, vestuário
metaisalumínio, arame, bronze, cobre, estanho, ferro, ímã, lata, ligas, níquel, ouro, prata, zinco
minerais – areia, argila, cerâmica, cimento, cristal, Swarovski, fibra de vidro, gipsita, mármore, murano, pedra, porcelana, rocha, vidro

“Quarto das Maravilhas” / Setor Científico (biologia): formação morfologia, anatomia, estrutura (corpo, pata, cabeça, cornos, língua), altura, tamanho, velocidade, peso / Zooética (indica qualidade, caráter, modo de ser, ritual), Características de Comportamento, Reprodução e Procriação, Vida Social, Hábitos, mimetismo... Setor Herbário Acácia (alimentação), Adaptação Especial (água)

Galeria da Taxinomia ou Lineu / Classificação Científica – Em 1758, através de sua Classificação Binária ou Nomenclatura Binominal, Lineu “batiza” as girafas em latim com nome e sobrenome: Giraffa Camelopardalis – nome científico que as identificam em toda Nação.
– Reino: Animal – Primeiramente classificamos as girafas dentro do reino animal, por classificação oposta ao reino vegetal.
– Filo: Cordados / Subfilo: Vertebrados – Em filo saem todos os invertebrados, assim a classificamos como cordada (devido ao cordão no dorso) e vertebrada.
– Classe: Mamíferos – Nesse grupo ficam somente os vertebrados de sangue quente, cujas fêmeas produzem leite para seus filhotes.
– Ordem: Ungulados – A ordem expressa parentesco mais próximo dentro de uma classe. Desse grupo saem todos os carnívoros e ficam somente os mamíferos cujos dedos são providos de cascos.
– Subordem: Artiodáctilos – Artiodáctilos que têm número par de dedos em cada membro.
Família: Girafídeos (Giraffidae) – O nome da família deriva do nome de seu gênero, tipo a que se acrescenta a terminação “idae”. Constitui a entidade mais alta reconhecida pelas leis internacionais da nomenclatura. A família ainda pode ser dividida em subfamília e superfamília.
– O nome da subfamília deriva do radical do nome de seu gênero, tipo a que se acrescenta a terminação “inae”. O selo da República Togolesa (Togo), também sem picotagem, é o único conhecido que traz inscrita a palavra “GIRAFFINAE”.
– Gênero: Giraffa – Representa o indivíduo. Sua origem é uma unidade coletiva. E é considerada espécie um grupo de indivíduos semelhantes que se reproduzem entre si, gerando descendentes férteis.
– A família dos Girafídeos possui apenas duas espécies vivas, isto é dois representantes, ambos endêmicos ao continente africano: Espécies (Species): 1) Giraffa camelopardalis – girafa e 2) Okapia johnstoni – ocapi

Loja Girafamania – arte menor, bijuteria, bolsa, bottom e pin, cabide, caneca, dedal, diversos, marcas registradas, Avon, Nici e Nestlé, outros, pé de mouse, porta-interruptor, porta-retrato, prato, relógio / venda dos selos Zoológicos do Brasil / Loja de livros, souvenirs, vídeos, cartões-postais, selos e miniaturas de girafa / Loja virtual

Restaurante – culinária, estabelecimentos públicos (Giraffas, McDonald's), lugares

SUBSOLO (com salas mais coloridas, divertidas)
Universalidade Político-institucional / Informações sobre a Organização Social / Contrato de Gestão – O MUG, através da Fundação Museu Girafamania, articula parcerias com organizações não-governamentais, instituições públicas, iniciativa privada e sociedade civil com os objetivos de democratizar o acesso à cultura, promover programas de educação e difundir conteúdos gerados pelo Museu, dentro e fora do país.

MUG em Ação / Departamento Educacional – Setor de Atividades, Espetáculos e Eventos (Serviços Educativos de Ação Infanto-juvenis)

Auditório MUG / Departamento de Obras Audiovisuais (Acervo Multimídia): arte cinematográfica (Mazzaropi – Museu Mazzaropi), televisão (Chaves), Melman (Madagascar – quadra de selos da Áustria) e Popeye, Desenhos Disney (Bridget em Selvagem e o Rei Leão); Hergé / arte dramática e arte musical (CDs, LPs, Xuxa), cinema, fita VHS, teatro

Interatividades (Filatelia Contemporânea):
Salão da Criança (o UNICEF): Pró-Criança, Dia da Criança, Circo e carrossel, FDC do selo da Áustria
Sala História da Escrita / Dia da Escrita / Patrimônio Oral da Humanidade / Programa Idiomas em Cena ou Alfabetização – programa que busca interagir a diversidade das línguas, com Série Alfabetos: Alfabeto grego entre outros / Esperanto, Libras etc. (Emissão de Certificados de Participação): Arte Rupestre ou Arte Naturalista: Arte Saariana, Arte Austral (rupestre girafídeos), caligrafia, etimologia, idiomas e línguas / Sala Etimologia: Camelo e Leopardo (gregos e romanos que inventaram o seu nome)
Salão Amigos do Selo (notas: expo; personagem Selinho)

Museu do Brinquedo
Brinquedos dos séculos XVIII e XIX (comboios, barcos, automóveis, carros de pedais, triciclos e trotinetas, aviões, soldados de chumbo) / Brinquedos em plástico e celulóide – colecionáveis: (Corgi, Kinder Ovo, Lego, Playmobil, Schleich) / Brinquedos Brasileiros (Estrela, Gina, Gulliver) / Brinquedos artesanais ou de madeira (educativo, infantil, Ostheimer) / Jogos e livros (espaço lúdico / informática) / Quarto ou Casa das Girafas (Barbie, girafas de pano e pelúcia)

– Departamento de Exposições (Programação)
Exposição Temporária: “Festa da Imigração Japonesa”
Próxima Exposição: “Ano Internacional da Criança”
Exposições Passadas: “Comemorações Filatélicas” (Selos sobre Selos)
Exposições Itinerantes: “Milhões de Girafas nos navios e trilhos da Imigração” / “Mãos que Trabalham – Artes e Ofícios Femininos” / “História do Zoológico do Rio de Janeiro”

– Departamento de Parcerias e Patrocínios / Associação de Amigos
Entidades e Organizações (ONGs), Organizacional / WWF
Casa de Acantonamento (Escotismo)
Caminhada pela Terra deixa “rastros”, “pegadas”...

– Estação Científica (Fundação Girafamania / Departamento de Visitas Guiadas e/ou Orientadas / Departamento de Autarquias / Serviço de Apoio / Universalidade Zoológica); Autarquias (entidade autônoma, auxiliar da administração pública):
Autarquia “Zoológicos do Mundo” (conheça as nações do mundo através dos zoológicos de cada país)
Autarquia “Zoológicos do Brasil” (Consultas de Lista de Zôos em Terminais / Mapas) e Superintendências Regionais

Presença no País – Os melhores programas culturais ou educacionais muitas vezes nascem de iniciativas locais. Por isso, os escritórios regionais do MUG apóiam técnica e financeiramente projetos em parceria com organizações não-governamentais e governamentais. Localizados nas cinco regiões do país, esses escritórios colocam em prática as estratégias nacionais, apóiam projetos de atendimento direto, mobilizam a sociedade civil e os governos estaduais e municipais para a questão e promovem a criação de políticas públicas locais. O MUG tem um escritório nacional em São Paulo e cinco escritórios regionais sediados em...

– Superintendência Regional Norte: Acre/Rio Branco, Amazonas/Manaus, Rondônia/Porto Velho, Roraima/Boa Vista, Pará/Belém, Amapá/Macapá e Tocantins/Palmas.
– Superintendência Regional Nordeste: Alagoas/Maceió, Bahia/Salvador, Ceará/Fortaleza, Paraíba/João Pessoa, Pernambuco/Recife, Piauí/Teresina, Maranhão/São Luís, Rio Grande do Norte/Natal e Sergipe/Aracaju.
– Superintendência Regional Centro-Oeste: Distrito Federal/Brasília, Goiás/Goiânia, Mato Grosso/Cuiabá e Mato Grosso do Sul/Campo Grande.
– Superintendência Regional Sudeste: Espírito Santo/Vitória, Minas Gerais/Belo Horizonte, Rio de Janeiro/RJ e São Paulo/SP.
– Superintendência Regional Sul: Paraná/Curitiba, Rio Grande do Sul/Porto Alegre e Santa Catarina/Florianópolis.

Ateliê do MUG: Oficina de manutenção (Ex-Campanhas Publicitárias: Bote o Bicho no Selo... Q tal?)
Curso de férias e assessoria ao professor, uma “conquista girafídea”: Impressão com micro letras e aplicação de verniz UV sobre os animais (1º Selo Brasileiro Girafa) = já imaginou instalar uma lente de aumento grande, daquelas de ver os poros, para poder mostrar o nome científico da girafa que está grafada em micro letras? Talvez colocar onde se coloca a lâmpada...

– Setor Notícias – CAMPUS (Departamento de Pesquisa / Universalidade Geográfica) Toponímia: Subespécies
Sala 1 Simpósio “Girafas Ameaçadas de Extinção” (salvar)
Sala 2 Conferência Mundial sobre... (fogo, salvar etc.), Meios de Transporte
Planos ou Relatórios de Atividades, Seminários, Fóruns, Debates e Palestras promovidos pelo MUG...
Atuação Instrumentos de Preservação / Cursos Apoiados / Futuro, Lançamentos e Conclusão
Parques e Reservas Nacionais do Continente Africano / Turismo / Unesco (conheça as nações africanas através dos parques e reservas nacionais de cada país)
inter-relações – inimigos naturais: Pássaro, Inseto, Leão (amigos e inimigos)

Os Comitês Africanos são organizações não-governamentais que atuam na proteção e promovem a preservação da espécie, trabalham para arrecadar recursos no setor privado, estabelecem parcerias, vendem selos personalizados e outros produtos da marca GIRAFAMANIA, entre outras atividades.

Apesar dos Comitês Africanos serem parte da política nacional do MUG, eles possuem características peculiares. Os comitês estão presentes, atualmente, nos 48 países continentais, das 54 Nações independentes que compõem a África (exceto nos seis insulares). Onde atuam como organizações não-governamentais nacionais e independentes...

PS: Como eu sempre “morri de inveja” das tantas siglas e abreviações que o pessoal dos Correios utiliza após o nome, como cargo, Diretorias Regionais, Estados etc, então resolvi começar uma nova etapa de minha vida profissional e política... Portanto, a partir de agora passo a assinar: Sérgio Eduardo Sakall – FUPREDI/MUG//NEC/DR/SP/SP. Esclarecendo:

FUPREDI – Fundador, presidente e diretor
MUG – Museu Girafamania
NEC – Núcleo de Educação Cultural
DR/SP/SP – que todos dos Correios já estão cansados de saber os significados...

06/05/08: Estava fuçando um site sobre girafas e no momento oportuno espero ser convidada especialmente pelo FUPREDI, para a inauguração do MUG que fará parte do NEC da DR/SP/SP. Você realmente veste a camisa dos Correios né Sérgio! Um abraço e tenha uma ótima semana! Lucirene.


Outros Objetivos da Coleção

Depois que tive a idéia sobre a série religiões acima, apareceram várias e várias similares, com séries compostas por diferentes linguagens, por exemplo; outras listadas abaixo:

Série Datas Comemorativas:
Easter Giraffe – girafa com ovos de páscoa
Christmas Giraffe – girafa com bolas de Natal
Valentine's Day Giraffe (Dia dos Namorados) – girafa com corações e/ou beijos
Halloween Giraffe – girafa com abóboras
Dia dos Animais – girafa com desenhos da fauna do mundo inteiro, talvez separada por continentes
Dia da Flora – girafa com várias espécies de plantas, com árvores e flores
Dia do Selo Postal – vários selos como manchas – girafe timbre, giraffe stamp etc.
Dia das Comunicações – girafa com telefones, girafa com miniaturas de TVs, rádio, antena parabólica, computador

Série dos “bons”: Mandela, Gandi, Madre Tereza...

Série dos “ruins” ou regime de governo: Suástica – Hitler... / Foice e martelo – símbolos da antiga União Soviética ou do comunismo

Série Bandeiras: Bandeiras das Nações / Bandeiras dos Estados Brasileiros

Série Personagens Célebres e/ou Artistas Plásticos:
Símbolo do escotismo – Sir Powel / Penny Black – Sir Hill / Anjinhos – Rafael
Um portrait de uma girafa representando a Monalisa... / Pincéis e palhetas –

Série Mitologias:
Mitologia Grega e Romana / Mitologia Nórdica
Mitologia Egípcia – Dia de Bast (deusa com cabeça de gato)
Astrologia – girafa com os 12 planetas e símbolos astrológicos
Horóscopo Chinês – girafa com os 12 animais: Dragão...
Lendas – girafa com dragões... folclores...

Nota: no acervo deverá conter uma ação (ou mais) que seja da coletividade... pois Netuno, regente do signo de Peixes, é um planeta das ações de massa, das atividades realizadas em conjunto – para esse planeta a união faz a força!

Outros: Série símbolos mundiais diversos como AIDS, campanhas de prevenção (ver no arquivo símbolos)... UD – Utilidades Domésticas... Série ícones representativos da humanidade: Estátua da Liberdade, Torre Eiffel, Torre de Pisa, Cristo Redentor...

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Última atualização: 19/08/2008.
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