Neto de húngaros por parte de pai, sou paulistano, nasci às 4h45, do dia 2 de Agosto de MCMLXIV, ou melhor de 1964 (ano bissexto e da Revolução de 64). Em outros calendários corresponde ao ano 5724 (no hebreu) e ao ano 1383 (no islâmico).

No horóscopo chinês sou do signo de dragão e no astrológico, de leão com ascendente em câncer.

Desde a infância sou fascinado pela arte de fotografar, e vivia encantado com os momentos mágicos capturados pela minha tia-madrinha. Em frente a casa onde cresci, havia uma loja de um certo japonês onde eu revelava as fotos.

Assim nasceu o meu interesse por fotografias, pois me lembro bem da ansiedade em ver o resultado daquelas artes...

Como a maioria, fui office-boy e auxiliar de escritório. Após ter servido ao exército em 1983 (Quartel 39 Bimtz, Quitaúna – Osasco), fui bancário.

Durante alguns anos trabalhei como vendedor, decorador, vitrinista e arranjador em lojas de decoração, uma no Shopping Ibirapuera, zona sul de São Paulo, e outra no interior do Estado, Sorocaba (1986/1987).

Sérgio Sakall, by Katia Yamada (05/10/2007).

Depois, tive a minha própria floricultura, onde adquiri vasta experiência em dar formas a arranjos florais, tanto nos naturais como em artificiais.

Exerci durante nove anos um trabalho de auto-análise, orientação e previsões nos campos da Psicologia, Psicanálise e Filosofia de vida. Exímio jogador do Oráculo das Runas (ex), sempre procurei de uma maneira prática auxiliar o consulente através de seu autoconhecimento. Fiz vários cursos de Numerologia, Astrologia e Tarôt, abrangendo todas as suas possibilidades, principalmente, a arte de aconselhar e orientar.

Cansado de tudo, arrumei uma mochila e “perambulei” durante quase três meses pela Espanha, tempo em que também percorri a pé os quase 800 quilômetros do Caminho de Santiago de Compostela. Foi uma experiência única! Naquelas terras, entre tantos aprendizados e amizades, foi onde senti um “despertar” fotográfico...

Formado pela Escola Panamericana de Arte de São Paulo, hoje, atuo como fotógrafo autônomo em revistas e como free-lancer na área, tendo um vasto banco de imagens, sobretudo de turismo.

Gosto de retratar características arquitetônicas de grandes capitais, sobretudo.

Com o tempo realizei diversas exposições fotográficas individuais, entre elas: “De Olho na Liberdade” (2000), “Revelando o Bairro do Tatuapé Hoje” (2000), “Um Sonho de Caminho pelo Reino da Espanha” (2000), “Festa do Divino” (2001), todas através de Secretaria de Cultura do Município de São Paulo.

Assim como ministrei palestras sobre o processo de inspiração para fotografar e escrever percorrendo o Caminho de Santiago de Compostela e sobre a História da Fotografia no Brasil.

Adotei também as profissões de poeta e escritor, publicando no dia 19 de junho de 1999, de forma totalmente independente, minha primeira obra: “Atmospheras Humanas”.

Esse livro contém poesias filosóficas de dimensões inusitadas que representam ideais e reflexões sobre o comportamento humano. Mesmo abordando assuntos palpitantes com profundidade nos sentimentos, acredito fazer um passeio pelas veredas da mente, numa literatura que representa a ficção, a poesia, o sonho, a crônica e por diversas vezes a realidade de todos nós. Um livro que traça um paralelo entre o inóspito e ininteligível do nosso interior, ainda analisa os fenômenos da querência e da insensatez humana, numa linguagem contundente.

Posteriormente, participei de várias antologias e concursos literários.

Paralelamente e desde cedo, sou colecionador temático sobre a família dos girafídeos, a qual compreende duas espécies endêmicas do Continente Africano: as girafas e os ocapis...

Pertenço ou já pertenci as seguintes entidades, primeiramente relacionadas ao Colecionismo:

• CIC – Cadastro Internacional de Colecionadores, Rio de Janeiro (RJ)
Clube Virtual da Página dos Colecionadores, São Paulo (SP) – associado nº 3
• SPP – Sociedade Philatélica Paulista, São Paulo (SP) – associado (sócio deliberante) nº 1.658
• ABRAJOF – Associação Brasileira de Jornalistas Filatélicos, São Paulo (SP) – associado nº 310

Associação de Confrades e Amigos do Caminho de Santiago de Compostela, São Paulo (SP)
• Clube dos Escritores Piracicaba, Piracicaba (SP)
• DCL – Divulgação de Concursos Literários, Santos (SP)
• FCCB – Foto Cine Clube Bandeirante, São Paulo (SP)
• Os Alquimistas – São Paulo (SP). Conheça a história desse Grupo de Artistas!
• SOS Mata Atlântica, São Paulo (SP)
• UBE – União Brasileira de Escritores, São Paulo (SP) – associado nº 3.419

Gepam da V. Jaguara...

Um lindo mangá representando o autor, by Lucas Shindi Sakaguti, presente de Lídia no meu aniversário de 2006.

29/08/06: Este desenho é para comemorar o dia mundial da fotografia e do fotógrafo (19-08-06). Nossa homenagem por seus trabalhos de excelente qualidade. Clique no artpad abaixo e veja mais um momento de deslumbramento feito exclusivamente para você, pelo nosso amigo Lucas. O Lucas estava pesquisando a cidade de Brusque (trabalho de arquitetura da trupe) e acabou encontrando o desenho do seu niver... Ficou super feliz de ter agradado. By Lucas Shindi Sakaguti (http://artpad.art.com/gallery/?j2f4setz4gg)

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mapa astrológico Brasil – “RAIO X” – mapa astrológico mundo

Altura: 1,92m
Peso: 85kg
Cor: laranja, branca
Número: 2
Perfume: “Le Male” e “Joop”
Prato preferido: comida japonesa (sushi, sashimi)
Bebida: suco de laranja, frozen marguerita
Esporte: caminhar (trekking)
Time de futebol: não gosto
Um amor: GIRAFAS
Filhos: “a coleção e este site”
Estação do ano: primavera
Flor: gérbera
Um lugar: minha casa
Hobby: colecionar
Lazer: viajar
Dança: tango
País: França
Cidades: Brasília, Ouro Preto e Paris
Praia ou campo: campo
Ambidestro, canhoto ou destro: destro
Animal: girafa (claro!)
Ave: avestruz
Maior qualidade: ser verdadeiro
Maior defeito: ansiedade, timidez
Palavras: “inté”, “Smile” *
Frase: Você pode voar sempre feliz com todas as suas aventuras...
Um sonho: a África...
Uma conquista: Museu Girafamania
Medo: de urso
Pedra preciosa: diamante
Ídolo: aquele que conquista
Ator: Richard Gere
Atriz: Fernanda Montenegro, Maryl Streep
Uma pessoa inteligente: Marília Gabriela
Relógio: não gosto
Carro: qualquer um (não gosto de dirigir)*
Livro: Fernão Capelo Gaivota
Filme: “Fome de Viver” * e “Entre Dois Amores”
Símbolo Sexual: Carolina Ferraz, Leonardo Vieira
Programa de TV: Planeta Terra, Jornal Nacional
Idéia fixa: esperança

* “Smile” – Confesso que esta palavra me “persegue”... Já a utilizei como descanso de tela; durante anos como mensagem de saudação no celular etc... Quando tinha 14 anos, recebi um cartão-postal com a mensagem: “Smile, você pode voar sempre feliz com suas aventuras...”, a qual utilizei na noite de autógrafos...

* “qualquer um” – Bem, no momento não dirijo nenhum carro, exceto o da “vida”... Quando faço isso, em raras ocasiões, sinto que realmente não gosto de dirigir, é apenas uma questão de praticidade...

Confesso que sei dirigir um carro, sobretudo quando estou numa estrada de terra indo para a Chapada dos Veadeiros, por exemplo – última vez que me lembro de ter gostado de realizar tal feito: dirigir. Ah! Me lembrei de uma vez mais recente... quando dirigi na Estrada Parque, voltando do Pantanal... amei! Só dava o meu carro, por quilômetros e quilômetros.

Mas posso acrescentar que odeio mesmo é dirigir qualquer carro leve... abomino isso! O carro atual me lembra muito 2 carros atrás que tivemos, o kadete, pesado, confortável e sobretudo “confiável”. De verdade, eu gostaria que existisse o nosso Metrô, novo, moderno e limpo, por toda a cidade. Portanto, eu gostaria de ser conduzido pelo Metrô, de verdade, hehehe

Currículo de carros que já dirigi, os quais tivemos por ordem cronológica:

  1. Fusca – não “caibo” dentro e é estranho, além de muito pequeno; não sei se gosto ou não... esquisito...
  2. Del Rei – uma banheira que eu não conseguia ter a devida dimensão ou porporção, sei lá, acho que era um “defeito” de retrovisor e não meu (risos).
  3. Voyage – leve de mais para o meu gosto, mas sinto saudades porque sou saudosista e foi o carro que mais dirigi, era prático e fácil. Esse carro eu mesmo lavava, acredita nisso!?
  4. Kadete – Amava dirigir pelas razões já ditas acima e até “me sentia” (Ôooo... coitado), mas morria de medo porque ele era muito potente para mim que estava acostumado com o anterior.
  5. Corsa Wagon – Odeio! Odeio! Odeio! Mas ficamos anos com esse carro e ele me levou para todos os lugares... sou grato a isso!
  6. Astra Advantage 2.0 Flex – sem reclamações, exceto que ele é duas portas, ao contrário do anterior, o qual estava acostumado... também não gosto do sistema de abrir a porta do lado do passageiro... sempre tenho que apertar um botão, próximo ao câmbio, para destravar a segurança e poder sair do carro... um horror de não facilidade, na verdade uma grande dificuldade... o engenheiro que bolou isso deve ter algum trauma em “segurança”, no mínimo a mãe dele voou pela porta do carro... (risos)

Como pode ver, eu sou a pior pessoa para se fazer uma pesquisa sobre carros, embora tenha achado muito divertido escrever isso... (07/03/2007)

* “Fome de Viver” (The Hunger) – Não à toa, considera-se que este filme possui a maior cena de sedução da história do cinema. Não é sempre que se vê Catherine Deneuve “cantando” Susan Sarandon ao som de Lakmé, do compositor Délibes. Trata-se de um filme que se inicia com “Bela Lugosi's Dead”, do Bauhaus, e tem uma trilha sonora de primeira qualidade, além de contar com David Bowie no elenco. Segundo o livro, a casa do casal de vampiros ficava na Sutton Place, bairro mais que exclusivo de Nova Iorque...
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Origens: Nomes e Sobrenomes

Sérgio Eduardo Sakall
João Alberto Sakall (pai)
Celina Elza Bruna Sakall (mãe)

Sérgio é um nome originado do latim “Sergius” (Roma antiga) e quer dizer: nome de família, romano, escravo, servo, aquele que cuida e protege.

Outra interpretação mais adequada que encontrei: Sérgio significa uma pessoa generosa e um idealista cândido que procura uma fé, uma verdade que o ajude a viver. É um ser complexo, com uma inquietação especial, que tanto exprime a emoção e o belo, como o desespero e o abandono. Pode surpreender ou incomodar, mas nunca nos deixa indiferentes.

Eduardo é um nome originado do anglo-saxão e quer dizer “próspero guardião”.


Abaixo, os significados dos nomes na caligrafia japonesa, enviados por Lídia, em 13/04/06:

Sérgio: Caráter viril, homem energético, perspicaz e corajoso.

Eduardo (Edu = pronuncia-se Edo): Pessoa ligada às artes, ao comércio. A era “Edo” é a divisão da história do Japão que compreende entre 1603 a 1867, também conhecido por ser o começo do período moderno do Japão, no qual o país saí do ostracismo. Até então agrário, ganha ênfase nas artes, acontece grande prosperidade econômica com destaque aos comerciantes que até agora viviam timidamente isolados... No teatro, o Kabuki e o Baranku – teatro de bonecos. Na música, o Sankyoky – música clásica executada por Koto Sangen e Shakuhachi. Na pintura, o Ukiyo e na poesia, o Haikai (haiku). Edo foi o nome da antiga Tokyo (1603-1867), terra fértil, próspera...

Informações adicionais de outra amiga, Teruko Jyo, em 13/04/06:

Tenho a impresão de que se trata de escrita chinesa... Pesquisei no dicionário japonês pra ter uma idéia do significado. Mas, com certeza não vai dar o sentido exato... Pode ser também que tenham usados os ideogramas com sons semelhantes aas sílabas que formam o seu nome...

Os ideogramas tem os sons semelhantes aos das sílabas que compõe o seu nome:
O primeiro ideograma pode ser lido como “se” – tem o sentido do rio que corre rápido.
O segundo ideograma pode ser lido como “ru” – significa correr (rio).
O terceiro ideograma pode ser lido como “dji” – e se refere a si mesmo.
O quarto ideograma pode ser lido como “o” – significa homem.

O segundo bloco de ideogramas pode ser lido: e – do – aru – do. Os dois primeiros ideogramas que se le Edo, era o nome antigo da cidade de Tóquio.


Curiosidades sobre o meu nome...

Você não iria acreditar em um site que vi certa vez, de um português (perdi o endereço), com curiosidades sobre o nome Eduardo, origens e homônimos ilustres... Uma das coisas que eu me lembro é que na história mundial recente existiram vários reis “Eduardos” no continente europeu... O português relacionava cada um deles e oferecia uma pequena biografia... muito interessante essa idéia...

Eu só não copiei a idéia e a refiz aqui simplesmente por causa da quantidade de gente famosa que tem o mesmo nome que eu, tanto Sérgio como Eduardo... Agora, se um dia eu descobrir que existiu um tal de “Sérgio Eduardo” e que ele fez algo, mesmo que mínimo, ou que ele gostava de girafas (comprovadamente), você não acreditaria no que eu faria para conseguir dados, informações, biografia, fotos etc., desse cara famoso do passado... (risos)

Bem, eu tenho uma página em Girafamania sobre o São Sérgio... eh eh eh Na verdade, é que não o relacionei com o meu nome e sim com a religião ortodoxa, pois religiões, todas, são outros interesses colecionáveis (manias) que tenho, além da girafamania...


Quanto ao sobrenome Sakall

Quando nasci, o meu sobrenome foi grafado de maneira errada, acompanhando assim, o erro desde o nascimento de meu pai. O certo seria Szakall – sobrenome de meu avô e ascendentes dele...

Saakaly de Varad foi o sobrenome de uma nobre família húngara e romena (Siebenburg), para a qual foi dado o título de nobreza por Georg Rakoczyi II, príncipe de Siebenburg, na pessoa de Johann Szakaly, sua esposa Judith Csiallayi e seus filhos Stefan e Johann. Eles receberam o título de nobreza em Szekelyhid, em 20 de dezembro de 1658.

A primeira família estabeleceu-se na região de Bihar, onde seu status de nobreza foi anunciado em 8 de abril de 1659. Esta família também morou nas regiões de Abauj, Bekos e Szathmar. Membros desta linhagem obtiveram confirmação do status de nobreza em Bihar, em 1796.

No campo da onomástica, o sobrenome húngaro Szakaly é classificado como sendo de origem toponímica, tais nomes referem-se e são derivados do nome do lugar onde as pessoas iniciaram sua vida, moraram ou compraram terras.

Este sobrenome foi tomado diretamente de “Szakaly”, o qual é o nome da cidade localizada entre Kalocsa e Dombovar, no sudoeste da Hungria. Logo, a aparecimento deste sobrenome originou-se de uma pessoa que era identificado pelos membros de sua comunidade como aquele que veio de “Szakaly” ou “o lorde de Szakaly”.

Etimologicamente, este sobrenome, embora sem origem determinada parece ter sido derivado do termo húngaro “Szakállas” o que significa “árvore de castanhas”, ou de “Szakáll” o que significa “barba”. Também pode-se dizer que este sobrenome pode ter sido derivado do termo “Szkely”, o qual é o nome da tribo Magyar localizada no leste da Transilvânia...


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Foto by Katia, em 15/09/05, no dia seguinte do Hospital São Luiz (Unidade Morumbi).

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Última atualização: 27/11/2008.
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