FLAMINGOS

Ordem: Phoenicopteriformes
Família: Phoenicopteridae


Flamingo-grande ou flamingo-rosa

Esta espécie Phoenicopterus roseus é uma das mais velhas do mundo e é considerada pelas autoridades uma subespécie do New-World Greater Flamingo, cujo nome científico é Phoenicopterus ruber.

Tanto o “grande” como o “lesser” são encontrados no Quênia misturados em grupos. O flamingo-grande é considerado maior, 18” (46 cm), do que o flamingo-lesser e tem um bico rosa...

O selo (abaixo) foi emitido por KUT – Kenya, Uganda e Tanzania, em 1966, e compreende uma série de 4 selos postais. Tanto o selo como a fotografia ao lado mostram o Lago Nakuru repleto de flamingos.

Fotos de fauna tiradas pelo autor!

O Lago Nakuru está localizado dentro do Parque Nacional do Lago Nakuru - na região central da República do Quênia, e é um fantástico santuário de aves, com mais de um milhão de flamingos, frequentemente definido como “o maior espetáculo ornitológico da Terra”.

Flamingos

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Flamingo-vermelho ou Flamingo-caribenho – Espécie ameaçada de extinção!

Há a subespécie Phoenicopterus ruber rubur mostrada em um selo postal do Zoológico Nacional de Granada.

Distribuição geográfica: Norte da América do Sul e Antilhas até Flórida. Da região costeira da Venezuela até o Amapá, no Brasil.
Habitat: Lagunas rasas e salobras sem vegetação e beira mar. Regiões de banhado.
Hábitos alimentares: São onívoros mas comem principalmente larvas, moluscos, pequenos crustáceos e algas.
Reprodução: 1 ovo e raramente 2, incubação de 27-31 dias.
Período de vida: Em cativeiro podem viver aproximadamente 40 anos.

Grande ave pernalta com 90 centímetros de altura, rosa claro, asas carmim com as rêmiges negras. Pescam na água rasa com o pescoço curvado para baixo de forma que a parte de cima do bico fique para baixo. Bico muito corvado, quase em ângulo reto, com o qual filtram os alimentos que é composto de minúsculos animais aquáticos, larvas e algas, alguns ricos em caroteno que confere à plumagem a cor característica. Preferem as lagunas rasas salobras sem vegetação e beira mar, construindo o ninho com lama e na forma de cone.

Há duas subespécies, uma que ocorre na costa do Amapá e Arquipélado de Marajó e, a outra meridional, ocorrendo no Rio Grande do Sul durante a época de migração (janeiro, maio e outubro).

Abaixo, o selo foi emitido em 1979, pela África do Sudoeste (atual República da Namíbia), ele mostra o flamingo de nome científico Phoenicopterus ruber.

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O flamingo-lesser raramente está fora dos lagos porque a sua dieta principal é a Spirulina (uma alga azul-acinzentada), a qual é encontrada nos lagos alcalinos. Menor que o flamingo-grande, ao qual freqüentemente é associado, o flamingo-lesser pode ser facilmente identificado por sua “deep” vermelha e o preto no final do bico. A folhinha com 16 selos foi emitida pela República de Angola e mostra a logomarca da WWF e flamingos...

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No Brasil o Flamingo-chileno também é chamado de ganso-do-norte, ganso-cor-de-rosa ou maranhão.

Distribuição geográfica: Centro do Peru, sul das cordilheiras dos Andes, até a Terra do Fogo; ocorrendo também no leste das cordilheiras até o sul do Brasil e Uruguai.
Habitat: Ocupam terrenos lodosos e alagados, tais como, manguezais, estuários, lagoas, lagos hipersalinos originados do mar.
Hábitos alimentares: São generalista, pois filtram a superfície da água, alimentando-se de plâncton, pequenos invertebrados aquáticos como crustáceos (camarões) e moluscos; além de larvas e pupas de insetos.
Reprodução: 1 ovo com incubação de 27 a 31 dias.
Período de vida: Em cativeiro podem viver aproximadamente 40 anos.

Abaixo, o máximo-postal emitido pela Somália Francesa (atual República do Djibouti), em 1961, mostra o flamingo-vermelho.

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Última atualização: 15/09/2008.
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