Ares (nome grego) — Marte (nome romano)
ARES
Deus da guerra, simbolizado apropriadamente pelo abutre, era detestado pelos pais, Zeus e Hera, mas era estimado por Hades, porque as guerras que Ares provocava aumentavam a população do inferno. Ares embaraçou os outros deuses quando ele e Afrodite foram surpreendidos num encontro amoroso pelo marido de Afrodite, Hefesto, que os apanhou com uma rede quase invisível. Mas Ares, embora fosse um guerreiro persistente, nem sempre tinha êxito. Foi capturado pelos gigantes e ferido três vezes por Héracles e uma vez por Diomedes. Como símbolo da guerra e de seus males, sofrimentos e tristezas, infundia respeito e terror aos gregos, mas nunca foi objeto de adoração.
MARTE
Deus da guerra. Conforme Hesíodo, era filho de Júpiter e de Juno. De acordo com os poetas latinos, Juno, invejosa de ter Júpiter tirado Minerva de seu cérebro, quis imitar a façanha, e produzir um filho sem o concurso de seu esposo ou de qualquer outro homem.
Resolveu dirigir-se para o Oriente, a fim de aí encontrar os meios propícios a tal realização. Fatigada do caminho, sentou-se ao pé do templo da deusa Flora, que lhe perguntou a causa da sua viagem.
A deusa, ouvindo seu desejo, mostrou-lhe uma flor maravilhosa, a qual, pelo simples contato, fecundava qualquer mulher, sem o auxílio de qualquer homem.
Assim deu a luz a Marte, que foi confiado aos Dáctilos. O jovem tornou-se árbitro dos combates. Marte teve inúmeras amantes, mas amava sobretudo Vênus, esposa de Vulcano, que os apanhou em pleno adultério. Teve inúmeros filhos.
É o deus da guerra feroz, sangrenta, brutal, ao passo que Minerva é a deusa da guerra estratégica, hábil e inteligente. Dizem que sua voz era mais estridente que a de dez mil homens.
Os gregos não o veneravam e dizem ser odiado pelas próprias divindades. Os Romanos, porém, prestaram-lhe culto excepcional, chegando a ser o deus nacional.
Era o pai de Rômulo e Remo, ligados a fundação de Roma. Figuram-no armado de escudo, com capacete e lança.
VII ARES VII
No Olimpo ele era o deus da guerra, Ares é descrito como um guerreiro valentão, forte e másculo, mas insensível. Seus símbolos são todas as armas de guerra e destruição.
Como Ares era bastante impulsivo, Atenas era naturalmente sua inimiga, pois ela possuía inteligência, sensatez, autocontrole e ao mesmo tempo suas habilidades como guerreira eram extraordinárias.
Logicamente Ares não gostava da concorrência, até porque teria poucas chances em um conflito com Atenas.
Filho de Hera e Zeus, Ares corresponde a Marte na mitologia romana. As qualidades bélicas de Ares ficaram muito conhecidas nos idiomas modernos.
A carta do deus Ares significa um caráter industrioso, coragem, vigor, força muscular, eficácia em seus empreendimentos e uma paixão (ou várias) incontrolável.
Este deus significa para os homens que podem ser vistos facilmente como machistas e chauvinistas, quanto aos traços negativos. Em relação as influências positivas, pode-se observar que muitos podem ser grandes soldados, líderes militares ou sindicais e são quase todos muito trabalhadores.
A carta de Ares significa positivamente para as mulheres, que elas podem se dar bem em serviços militares, polícia ou indústria e que não são submissas a homem nenhum.
Negativamente, significa que podem ser explosivas e podem até ser alguma líder de “gang” de rua. As pessoas de ambos os sexos muito influenciadas por esta carta, têm ótimas oportunidades de serem excelentes vendedores.
Quando Ares sai na posição invertida, revela insensibilidade, atrevimento, agressividade, brutalidade, sentimento de pena de si mesmo, falta de educação e bons modos, conflitos e uma personalidade briguenta.
Numa analogia com o Tarôt de Marselha, Ares corresponde ao Carro, símbolo de equilíbrio com segurança.
Última atualização: 07/03/2007. |