ARTE MODERNA – MODERNISMO (1920 a 1940)
Cadeiras e mesas passam a ter formas geométricas e desenhos com motivos abstratos. A moda são as linhas retas e o pecado é o excesso de ornamentos. Os eletrodomésticos invadem a decoração das cozinhas: ferro elétrico, aspirador de pó, enceradeira, refrigerador e batedeira.
Anita Malfatti
Cândido Portinari
Emiliano Di Cavalcanti
Lasar Segall
Mário de Andrade
(escritor)
Oswald de Andrade (escritor)
Tarsila do Amaral
Victor Brecheret (escultor)
MASP – Museu de Arte de São Paulo (página Museus Brasileiros)
Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Melo, também chamado de Chatô, “O Rei do Brasil”, foi jornalista e grande defensor da Semana de Arte Moderna.
Entre 11 e 18 de fevereiro de 1922, o Teatro Municipal de São Paulo abriga a Semana de Arte Moderna, que inaugura uma nova fase na cultura brasileira... Abaixo (lado esquerdo da tela), bloco emitido em 05/05/1972, para comemorar o Cinquentenário da Semana da Arte Moderna de 1922 (RHM: B-31), com valor facial de 1,00. Do lado direito, destacado do bloco, selo comemorativo avulso (RHM: C-0732), cotado em quase 200 reais...
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Brasília da o tom (1950 a 1960)
Seguindo a trilha da construção de Brasília, no final dos anos 50, as linhas retas permanecem e ganham destaque os móveis de designer, assinados. Fazem parte da lista: Lina Bo Bardi, Oswaldo Arthur Bratke e Sergio Bernardes.
Anita Malfatti
Anita Malfati, pintora modernista, amiga de Oswaldo, Mário, Tarsila e Menotti Del Picchia. Com eles, forma o Grupo dos Cinco, participou da Semana de Arte Moderna.
“A Estudante Russa” e “A Boba”, óleo sobre tela (1915/1916)
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“Homem Amarelo” e “Torso”, carvão e pastel sobre papel (1917)
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Do lado esquerdo da tela: “Auto-retrato” de Emiliano Di Cavalcanti. No centro: “O Beijo”, têmpera sobre tela (1923). Do lado direito: “Sem Título” (Mulher Sentada), guache e grafite sobre papel (1941). Outras: “Composição” (Porto Alegre)...
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“Mulata com flores na cabeça”, Emiliano Di Cavalcanti
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“Mulata sentada”, Emiliano Di Cavalcanti
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“Morro”, Emiliano Di Cavalcanti
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“Samba”, Emiliano Di Cavalcanti
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Lasar Segall
“Auto-retrato” de Lasar Segall e “Perfil de Zulmira”, óleo sobre tela (1928)
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“O fim e o começo”, Museu Lasar Segall
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Tarsila do Amaral (nota: veja Urutu), pintora paulistana, retorna ao Brasil aos 30 anos, após temporada em Paris. É autora do célebre quadro Abaporu (1928) – a obra de arte brasileira que alcançou um dos maiores valores de mercado foi comprada em 1995 pelo colecionador argentino Eduardo Costantini, por 1,4 milhão de dólares.
Nota: Abá (homem) e poru (que come carne humana), em tupi-guarani.
“EFCB”
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“Costureiras”, óleo sobre tela de Tarsila do Amaral (1950)
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Última atualização: 21/05/2008. |