MARAVILHAS PERUANAS

A cidade peruana de Cuzco e as famosas ruínas de Machu Picchu, com grande potencial turístico, testemunham a magnitude do antigo Império Inca... O atual Peru apresenta três regiões bastante distintas:

1 – A costa do Pacífico é rica em peixes e concentra as maiores cidades, como a capital, Lima.

2 – A cordilheira dos Andes possui reservas minerais, mas sua população – predominantemente indígena – se mantém com precária economia de subsistência.

3 – A terceira região é a Amazônia peruana, onde nascem os rios que formam o Amazonas.

Divisão administrativa: 25 departamentos capitais, 155 províncias e 1.586 distritos.

Sua economia, baseada na agricultura e na extração de minérios, sofre pela falta de infra-estrutura. A desigualdade social é grande e 70% da força de trabalho está no setor informal da economia. Estima-se que no vale Huallaga sejam produzidos 60% da coca mundial...

Cultura Andina

A civilização andina, que se desenvolveu nos Andes Peruanos, está composta de oito grandes culturas que duraram desde o século XV a.C. até o século XVI d.C., sendo a cultura inca a mais importante e a última delas à época da chegada dos espanhóis.

Desde milênios, o homem peruano reverencia a natureza em cenários sagrados, sejam estes nevados, montes, lagoas, rios, bosques ou vales, através de ritos que destacam o seu profundo vínculo com tudo aquilo que o rodeia.

As relações entre o homem, a natureza e o sobrenatural continuam sendo um ponto referencial para crenças e práticas religiosas de caráter bem diferente aos seus similares ocidentais.

No Peru atual, as religiões nativas, embora interligadas com muitos elementos provenientes do catolicismo, conservam a sua sabedoria primitiva e a sua mágica essência, o que se reflete nos diversos rituais místicos religiosos vigentes que formam parte de uma tradição esotérica que abre um mundo de inesgotável riqueza espiritual.

Um xamã é alguém cujos poderes supranormais permitem a prática do sagrado, na qualidade de vidente, curador ou condutor de almas.

Os xamãs são intermediários entre o mundo dos espíritos e o povo, e mantêm contato direto com os espíritos, sejam eles de pessoas, plantas, animais ou outros elementos do meio ambiente.

A interação, o contato com estas energias sutis, ocorre a partir de um estado de transe induzido pela dança ou pela música. Durante o êxtase, o xamã tem o poder de conscientizar-se de coisas muito distantes, predizer o futuro ou esclarecer o passado.

A iniciação de um xamã propriamente dita lhe é conferida diretamente pelos espíritos ou divindades. Esta iniciação comporta os 3 tempos do esquema seguido por todas as cerimônias tradicionais: sofrimento – morte – ressurreição. A primeira escola de um xamã é essa experiência cósmica direta.

O cosmo andino está dividido em 3 mundos: o mundo de baixo (Ukhu Pacha), este mundo (Kay Pacha) e o supra mundo (Hanaq Pacha). Estes 3 mundos estão interligados e é possível transitar deste mundo ao mundo interno e ao supra mundo por meio de rituais místicos, realizados exatamente por um xamã.

Depois de iniciado, o xamã torna-se um homem de corpo aberto, torna-se a sede dos espíritos que incorpora e das forças que representa.

Em transe, faz um elo entre o macrocosmo e o microcosmo, podendo, portanto, restabelecer o equilíbrio dos campos vibracionais dos corpos das pessoas.

A mesa de trabalho de um xamã – sua mesa curandeira – é formada por um lado positivo ou justiceiro; o centro médio ou neutro; e o esquerdo, usado pelo lado negativo para proteger os rituais.

Para alcançar o equilíbrio perfeito, é necessária a total integração dos polos positivos e negativos do Universo. Em sua mesa estão dispostos vários elementos, tais como pequenos objetos de metal, cristais, estatuetas, machados, pedras, frascos com perfumes, crucifixos etc.

Estes elementos são incorporados pelos espíritos da natureza, que deles se valem para restaurar a harmonia das vibrações...
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Patrimônios da Humanidade no Peru – Maravilhas do Mundo

Centro Histórico de Lima
Cidade de Cuzco
Santuário Histórico de Machu Picchu
Linhas de Nazca
Sítio Arqueológico de Chavín
Parque Nacional de Huascarán
Zona Arqueológica de Chan Chan
Parque Nacional de Manu
Parque Nacional de Rio Abiseo
Cidade de Ica – Museu Regional Oasis Huacachina
Cidade de Paracas – Reserva de Paracas e Ilha Ballestas


Centro Histórico de Lima

– Aeroporto Internacional Jorge Chávez
– Plaza de Armas. A principal da cidade, reúne alguns dos mais importantes edifícios históricos do Peru. Foi onde o conquistador espanhol Pizarro fundou a cidade. Existem carruagens que levam os turistas para ver a cidade.
– Prefeitura de Lima, localizada a 565 quilômetros a oeste de Cuzco.
– Mirante. Daqui se tem uma bela vista do mar, das praias de Lima e de um forte.
– Catedral Mayor
– Palácio do Governo
– Igreja de São Francisco
– Museu del Oro (Museo Oro Del Peru e Museo Armas Del Mundo) – soberbo acervo de peças de ouro dos incas e admirável arsenal de guerra, com armas de todos os povos, de todos os tempos.
– Miraflores, um bairro turístico, é um setor comercial de Lima com distintas lojas na Avenida La Paz ou os “mercados de artesanato” que se encontram perto da tenda Hiraoka, na Avenida Petit Thouars. Av. Camino Real, 485 – Centro Comercial El Conquistador.
– Expresso Internacional Ormeño S.A. Companhia de transporte rodoviário excelente! Av. Javier Prado, 1059 – San Isidro (em frente ao colégio San Agustin).
– Disco Gitano: em frente ao Hotel Las Palmas, na Calle Berlin, em Miraflores.

Carla – Saindo de Lima e mais ou menos 90 quilômetros chega-se no Vale de Santa Elália.
Pegar uma rodovia que passa por Vitarte, Chaclacayo, Chosica e Ricardo Palma. Chegando aqui tem um desvio e vai para o Vale de Santa Eulália; outro desvio e vai para Huinco (neste caminho tem uma central hidrelétrica), depois chega-se numa ponte: Autisha, que leva para o povoado de São Pedro de Casta, lugar terminal onde se encontra o Altar dos Deuses (perguntar onde fica).


Cidade de Cuzco (Cusco ou Qosqo)

Fundada no século XI pelo lendário Manco Capac. A cidade peruana de Cuzco e as famosas ruínas de Machu Picchu, com grande potencial turístico, testemunham a magnitude do antigo Império Inca.

A cidade de Cuzco está situada na região andina ao sul do país, a 3.399 metros de altitude. A antiga cidade do Sol dos Incas foi reerguida pelos espanhóis com quilos de ouro. Teve desde o início vocação para a grandiosidade.

Primeiro, sediou durante muitos séculos o vasto império Inca pois, foi a capital de Tawantinsuyo (o país dos Incas, antes da chegada dos espanhóis).

Depois, os colonizadores espanhóis, com sua sede de ouro e ostentação. Muitas de suas igrejas e prédios oficiais – que testemunharam o poder dos europeus – foram erguidos sobre as fundações de antigas construções Incas.

Parcialmente destruída durante a conquista espanhola, foi reerguida em 1534 por Francisco Pizarro.

– Aeroporto Velasco Astete. Heli Cusco – Helicópteros de Cusco.
– Plaza de Armas – a principal da cidade, tem fonte com decoração Inca.
– Existem 4 museus, um deles tem múmias.
– Pedra de 12 ângulos (próxima a igreja).
– Igreja Compañia de Jesus, marcas da colonização espanhola.
– Convento Santo Domingo – cujas entranhas são os restos de Koricancha, o templo mais importante do império Inca.
– Igreja de Santa Tereza (foi o primeiro passeio a pé).
– Centro Qosqo de Arte Nativa – danças folclóricas, músicas da região e vestiário típico. Das 19 às 20:15 horas, todos os dias. Av. Sol, 604 (10 soles por pessoa).

O hotel Monasterio é considerado monumento histórico do país e uma das edificações mais bonitas do Peru. Data de 1595 e possui uma capela decorada no estilo barroco indígena. Por toda parte se vê diversas pinturas da Escola Cusquenha e quadros com passagens da vida de Santo Antonio Abad. Visitas aos Ateliês de artesãos cusqueños.

Restaurantes: El Truco e José Antonio. Informações Turísticas – Fica a duas quadras da Plaza de Armas, na esquina da Avenida Sol com a Rua Almagro.

Localidades Próximas a Cuzco

Próximo de Cuzco há vários templos e cidades interessantes como Pisac, Chinchero e Ollantaytambo. São cidades praticamente intocadas pela civilização espanhola, principalmente esta última que está como a 500 anos, salvo a destruição dos edifícios religiosos antigos e a troca dos telhados de palha por telhas de barro. O artesanato peruano é fabuloso e barato, aproveite.

Sacsahuamán (pode-se ir de táxi) é um sítio arqueológico com vista para Cuzco, ... ruína de uma cidade Inca quase completa, com muros e templos, cercada de pequenos morros. Fortaleza de Sacsayuaman, vem impressionando desde a chegada dos espanhóis pela sua construção. A famosa Festa do Sol ou “Inti Raymi” acontece neste local, todos os anos, de 22 a 26 de junho.

O rio Urubamba rasga o Valle Sagrado de los Incas...

Pisac – cerca de 32 quilômetros a nordeste de Cuzco, essa cidade é conhecida pelo seu mercado e feira de artesanato às quintas-feiras e domingos.

No alto de uma colina ficam as ruínas de uma fortaleza Inca, com um grande cemitério e uma vista espetacular de um vale recortado nos Andes, com seus terraços para agricultura cavados nas rochas.

Vilarejo de Ollantaytambo – Esta pitoresca vila encontra-se a cerca de 90 quilômetros a noroeste de Cuzco. Um dos melhores exemplos do planejamento urbano Inca, que não foi reconstruído pelos espanhóis. Acima da cidade ficam as ruínas de uma fortaleza Inca com terraços e pedras sagradas.

– Vilarejo Winchiri, a 100 quilômetros de Cuzco.
– IMPERDÍVEL – Rio Apurimac, com sua ponte Inca sagrada Keswachaca, tem uma estrutura de 50 metros segurada por longas fibras naturais retorcidas feitas pelos incas.
– Chinchero – Mercado típico aos domingos.
– Há o Coricancha que é o templo do Sol, o qual foi preservado parcialmente pelo fato dos espanhóis terem feito de parte dele um monastério, o qual, felizmente em 1955 foi destruído por um terremoto, deixando aparecer a parte Inca.

A foto mostra apresentação folclórica em Cuzco, Peru, by Sérgio Sakall (03/2000).

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Linhas de Nazca

As Linhas e Geóglifos de Nazca e pampas de Jumana estão localizadas próxima à costa peruana, em uma planície ao sul de Lima.

Os geóglifos são enormes figuras desenhadas no chão, traços imaginários riscados na terra, com desenhos geométricos ou com formas de animais e plantas, desenhadas sobre o deserto dos pampas de Nasca.

As linhas só podem ser vistas do alto (através de sobrevôo de um aeroclube local) e a sua finalidade é um enigma... Provavelmente, foram feitas entre 500 antes de Cristo e 500 de nossa era, pelo povo de mesmo nome.

Elas foram descobertas pelo Dr. Paul Kosok, em 1927, da Universidade – Long Island University. Em 1946, ele passou todas as informações para Maria Reiche – alemã graduada da Universidade de Hamburgo.

Ela tornou-se uma espécie de protetora e se dedicou a examinar e preservar os desenhos. Também interpretou os desenhos durante os 50 anos em que viveu no local. Ela morreu em junho de 1998, envelhecida e com a visão perdida devido ao forte sol do deserto; porém deixou discípulos...

Outras atrações: ao lado da cidade de Nazca está o cemitério Chauchilla (este cemitério fica no distrito de Vista Alegre e custa 3 soles a visita); Arquetudos Kantalloc; Estaqeria Cahuachi. Viemos numa espécie de taxi – Dodge Brougham...

O selo emitido em 1987 (Yvert et Tellier: 855 ou Scott: 912) mostra o retrato de Maria Reiche e grafismo das Linhas de Nazca (Lineas de Nasca).

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Lago Titicaca

O lago localiza-se entre o Peru e a Bolívia, funcionou como um caldeirão de culturas pré-incaicas pouco explorado, pois as atenções se voltam sempre para Machu Picchu.

O lago possui 8.562 quilômetros quadrados (com menos de 200 km de comprimento por 50 quilômetros de largura, em média), e está situado a uma altitude de 3.812 metros acima do nível do mar. Existem ilhas flutuantes, urus, que são moradias de muitos aymarás.

Foram encontrados resquícios de civilização datados de 1.500 antes de Cristo, sendo que os incas surgiram por volta de 1.400 antes de Cristo.

O Titicaca foi também palco de povos guerreiros, que continuam sendo lembrados nas lendas regionais pela sua ferocidade, como os Lupakas (homens-sol) e os Pakajes (homens-condor).

A península de Yampupata é considerada uma das mais bonitas paisagens do lago...

Abaixo, o cartão-postal obliterado em 21/07/1905, mostra canoas de nativos no lago Titicaca.

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Santuário Histórico de Machu Picchu – Maravilhas do Mundo

“Soroche” ou mal das alturas é a expressão usada para o mal estar provocado pela altitude. Como os viajantes estão a mais de 3.300 metros de altitude, sentem muito cansaço, falta de ar, dor de cabeça ou náusea, vômito e diarréia.

Para evitá-lo é necessário andar bem devagar, comer carboidrato, beber muita água e evitar o sal alguns dias antes da viagem.

Ao chegar, beba chá de coca – tradicional elixir inca contra os males da altitude, e descanse algumas horas, aumentando gradualmente as atividades.

Embarque no “Hiram Birgham Train” com destino à cidade de Águas Callientes e visita à Machu Picchu.

Águas Calientes é um lugar entre montanhas, com piscinas de águas quentes. Última parada do trem para quem vai à Machu Picchu, descrita por Shirley MacLane...

Na beira da estrada de ferro há vários restaurantes que vendem trutas. São ótimos! De lá, partem os ônibus que enfrentam a subida com 700 metros de altitude até o santuário.

Programe-se para dormir em Águas Calientes, assim pode-se chegar bem cedo em Machu Picchu, evitando o tumulto turístico na parte da manhã. Além do chá de coca, experimente também da cuzqueña, deliciosa cerveja peruana.

Íngremes desfiladeiros contrastam com o clima suave que levou os colonizadores incas ao Vale do Urubamba. A maioria dos turistas viaja de trem, pois ainda não há rodovias para essa região quente e fértil, 700 metros abaixo de Machu Picchu.

Também é possível chegar a pé, pela Trilha Inca ou de helicóptero – como eu fiz (cerca de 25 minutos).

Já no destino final, envolto de mistério e neblina, o turista sente que a fantástica cidade de Machu Picchu (pérola da arquitetura inca), reina do alto dos Andes... Todos os dias, das 10 às 15 horas, uma multidão de pessoas está presente.

No santuário descobrimos que a Praça Central ou Sagrada é cercada de templos e separa as principais áreas religiosas do setor residencial da cidade. Um deles é o Templo do Condor.

A pedra de Intihuatana, que significa “lugar onde se amarra o Sol”, indica que essa escultura de granito devia ser usada para observações astronômicas, como uma espécie de relógio solar para marcar as estações do ano.

A Rocha Sagrada é um dos pontos prediletos para meditação. O recorte da pedra forma o encosto de um banco e reproduz o desenho da montanha em frente.

O Templo do Sol é a única construção circular, com uma impressionante rocha altar e janela central alinhada com o Oriente (Foto P/B do Márcio).

Por toda parte podemos imaginar que nos vários terraços existentes os antigos habitantes de Machu Picchu produziam milho e batata. Mestres da irrigação, canalizavam água em aquedutos de pedra para as plantações e reservatórios.

Também podemos conferir que a lã da lhama dá proteção tanto para o animal quanto para as pessoas, no gelado cume das montanhas...

Huayna Picchu significa Jovem Pico e é a montanha vizinha a Machu Picchu. Para subir, o turista precisa assinar um termo de responsabilidade, pois a aventura é considerada perigosa.

Vale a pena, sobretudo pela vista esplendorosa, embora a escadaria até o topo seja mais cansativa que toda a trilha Inca.

“Trilha Inca”

O início da trilha fica a pouco mais de duas horas de Cuzco, via ônibus. No quilômetro 82 da ferrovia de Cuzco. Trilha Inca de uma agência especializada – Peruvian Andean Treks.

O trem parte às 6 horas da manhã e dura 3 horas. O trem de volta para Cuzco sai às 15 horas. Não viajar de segunda classe, a primeira é um pouco mais cara e muito mais segura.

O que levar: repelente de insetos (quíchua – mosquitos cujo nome diz tudo “aqueles que fazem o puma chorar”), cantil, papel higiênico, protetor labial, canivete, poncho de plástico com capuz, filtro solar, esterilizador de água, pouca roupa – 30 graus durante o dia e 2 graus à noite.

  1. Primeiro dia (11 quilômetros de subida):
  2. Segundo dia (12 quilômetros sendo a pior subida e depois da Passagem da Mulher Morta só descida):
  3. Terceiro dia (11 quilômetros):
  4. Quarto dia (08 quilômetros de descida):

“Trilha do Peabiru?!”

A Trilha do Peabiru é um caminho que liga Cuzco, no Peru, ao litoral do Brasil, no Atlântico, passando pela Bolívia e Paraguai e que, um de seus ramais no Brasil, percorre a região de Marília, próximo a Echaporã, há mais de mil anos...!

Paradoxo?

Seriam os Incas e não os portugueses os verdadeiros descobridores do Brasil, pois há mais de mil anos transitavam por aqui?

O povo inca, em 1500, era uma civilização avançada semelhante à européia, mas foi dizimado pelos conquistadores pois não possuía a cultura da belicosidade, perdendo assim, a sua identidade e as condições de reivindicar a posse das novas terras.

Portanto 22 de abril de 1500, apenas marca início do povoamento das terras do Brasil pelos portugueses...

As trilhas em linhas vermelhas e a posição de Marília em um de seus trechos secundários.

Curiosidade sobre a trilha: Em toda sua extensão, apesar de ter centenas de anos, o mato não cresce em seu trajeto nos lugares ainda não devastados pelo homem e uma rala vegetação continua identificando seu leito. A trilha ainda existente em Pitanga, no Paraná. Gráfico e notícia extraídas da Folha de S. Paulo, de 20/02/2000.


Outras emissões: PERU
1987 – 75 aniversário da descoberta de Machu Picchu (Yvert et Tellier: 871). NT
1992 – Bicentenário do jornal Diário de Lima (Yvert et Tellier: 966). NT

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Última atualização: 01/09/2008.
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