Texto e fotos de Sérgio Sakall (?/?)
Como tínhamos 3 dias de folga: sexta-feira, sábado e domingo (afinal, nós todos da REVISTA ALÉM DA PESCA necessitávamos disso), resolvemos dar umas voltas pelo interior do Estado de São Paulo. Nosso primeiro destino foi Ribeirão Preto.
Saímos sem pressa, por volta das 8 horas da manhã. Escolhemos a Rodovia Anhanguera, que por sinal, vem sendo muito bem conservada nesses últimos anos pela AUTOBAN – empresa de iniciativa privada prestadora de serviço público.
Passamos as entradas de Campinas, Americana, Limeira e Rio Claro. Depois de mais de 180 quilômetros (desde a porta do escritório), entramos em Araras para tomar um café e esticar as pernas. É uma cidade típica do interior.
Conhecemos a enorme praça Barão de Araras que abriga a matriz Nossa Senhora do Patrocínio (padroeira de Araras) e a Casa da Cultura – localizada num antigo edifício que já foi até penitenciária. Lá também conhecemos um pequeno zoológico e um lago, ambos no Parque Ecológico da Cidade.
"BARULHO DE PEIXE"
Depois do dito café, passamos pela entrada de Leme. Na estrada vimos milharal, canavial, laranjal, cafezal, entre outros. Resolvemos almoçar em Pirassununga. Este nome estranho, para muitos de nós, tem raízes indígenas e parece significar: "barulho de peixe". Na entrada da cidade há várias chaminés, de uma antiga indústria desativada, que fotografei.
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Lá tem base da Força Aérea, centro do IBAMA e, sobretudo, Pirassununga é um dos lugares onde acontece a famosa piracema (época em que os grandes cardumes de peixes arribam para as nascentes dos rios para desovarem).
Tal fenômeno acontece no final do ano, principalmente no começo do mês de dezembro. Por lá, pode-se praticar a pescaria, ou então, degustar diversos tipos de peixes frescos dos vários restaurantes existentes na região, quase em frente a comporta. Tem dourado, tucunaré, piapara, pacú, feitos à milaneza, abafado, com molho, na chapa, frito, na brasa e à passarinho.
Bloco emitido em 2005 (RHM: B-139): Piracema – processo de reprodução dos peixes. Foram utilizadas microletras, inscrições feitas nos selos que só podem ser vistas com o auxílio de lentes de aumento, proporcionando maior segurança e riqueza de detalhes. Além das micro letras, este bloco teve aplicação de tinta especial e relevo seco (matéria).
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Escolhemos o restaurante Beira Rio – "o máximo em peixe", como o senhor Flávio nos disse. No final, depois das delícias do almoço, fizemos uma caminhada. Fomos até uma praça adornada com um antigo avião e com o busto do Dr. Fernando Costa.
CALIFÓRNIA BRASILEIRA
Pé na estrada. Passamos por Porto Ferreira, Cravinhos e vimos muitas placas indicando: Tráfego de Treminhões. O nosso percurso inteiro desenharia no mapa, mais ou menos, uma pirâmide bem no centro do Estado de São Paulo...
Finalmente chegamos em Ribeirão Preto, que fica a 311 quilômetros de São Paulo, pela SP-330. Os hotéis estavam lotados por causa de um evento de agropecuária que estava acontecendo na cidade. Penamos, mas conseguimos achar uma vaga.
Lá tem o Aeroporto Leite Lopes, a Igreja Matriz de Ribeirão Preto – Catedral Metropolitana de São Sebastião, a Praça das Bandeiras, o Conjunto Esportivo Municipal Cava do Bosque, o Museu Municipal, a Faculdade de Medicina, o Jardim Japonês e a Avenida Jerônimo Gonçalves – com suas tradicionais palmeiras imperiais.
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Dizem que Ribeirão Preto é a "Califórnia Brasileira" ou o "Texas do Brasil". Essa cidade tem uma das mais altas rendas per capita do país e uma vida noturna agitadíssima. Produz café, cana e laranja. É também parada obrigatória a choperia Pingüim (são duas, bem no coração de Ribeirão, na esquina das ruas General Osório e Álvares Cabral). A serpentina tem mais de 800 metros e fornece mais de 4.500 litros de chope claro e escuro por dia. Já era noite quando enfrentamos uma enorme fila para conhecer a casa de chope mais famosa do país. Bebi "bem", imagine senão... Nesse local, comprei de lembrança um pingüim de porcelana – daqueles que nossas avós colocavam em cima da geladeira. Devido a isso, tiraram-me "sarro" até! Foi pura gozação. |
RICAS CURIOSIDADES
De manhã, bem cedo, descemos (no mapa) para Araraquara. É uma boa estrada, na qual vimos plantações de eucalipto e fotografei muitos homens cortando cana-de-açúcar – Rodovia Antonio Machado Sant’anna – na qual pegamos dois focos de chuva localizados...
Chegando em Araraquara, fizemos rápidas visitas ao Aeroporto Bartolomeu de Gusmão, ao Teatro Municipal, a Praça Pedro de Toledo, a Igreja Matriz de Araraquara e a Estação Ferroviária. Antigamente, alguns dos barões do café pegavam o trem para chegar em Santos, outros, os mais abastados, chegavam em Santos para irem rumo à Europa. |
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Visitamos também uma criação de avestruz. Chama-se SAMUA. É uma fazenda com todas as fases de uma criação, máquinas importadas, instalação moderna e com produção e venda de filhotes. Vale a pena conferir, pois é uma graça ver de perto os filhotes.
Mais tarde, em Jaú, conhecemos a Praça da República e a Praça do Barão do Rio Branco, onde está a Matriz e padroeira – Nossa Senhora de Fátima. Essa cidade é bem simples.
Ninguém estava com muita fome por causa do café da manhã servido no hotel de Ribeirão. Almoçamos lanches por lá. Jaú também tem uma larga avenida com coqueiros alinhados. Dessa cidade até Barra Bonita (nosso segundo destino) faltavam apenas 30 quilômetros...
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Chegamos às 14 horas. Demos sorte, pois um dos passeios de barco para se navegar no rio Tietê (1.100 quilômetros de extensão), passando-se pela Eclusa da usina hidrelétrica, sairia dentro de pouco tempo. Esse sistema é um tanque de concreto que funciona como elevador de barcos (por gravidade), transportando-os por um desnível de 26 metros entre o rio e a represa. A aventura dura, mais ou menos, uns 20 minutos para subir e o mesmo tempo para descer. Uma porta de 120 toneladas que permite a entrada ou a saída dos barcos à medida que o nível da água sobe ou desce no tanque. |
Zarpamos às 14:40. Navegávamos a 10 nós. Vimos biguás e garças, aves que pescam uns 8 mandis-chorões por dia para se alimentarem. Na parte de baixo da Eclusa, a profundidade é de 3,5 a 15 metros. Já na parte de cima da barragem tem 30 a 40 metros.
Antigamente, barra, era o nome que se dava para a margem do rio. Essas mesmas barras tinham boa terra para a plantação da cana-de-açúcar e também argila da melhor qualidade. Por isso Barra Bonita leva este nome e é uma das maiores produtoras de telhas do país.
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Visitamos o mirante, a Praça do Artesanato e dormimos por lá, de sábado para domingo, num hotel do tipo "BBB" (bom, bonito e barato), portanto recomendamos – Turi é o seu nome. Lá também estava ocorrendo um evento: segundo encontro dos amigos de carros antigos. Esse nós tivemos a oportunidade de conferir de perto.
ÚLTIMO DESTINO: O MELHOR!
Domingo, saímos para o nosso último destino – Águas de São Pedro, pouco mais das 9 horas da manhã. Fizemos uns "caminhos de rato". Vimos café, laranja e cana, muita cana-de-açúcar. Passamos pelas entradas de Mineiros do Tietê, Dois Córregos, Torrinha, Santa Maria da Serra e, finalmente, chegamos a Estância Turística de São Pedro.
Inicialmente, São Pedro era coberta por imensas matas sobre as encostas até as planícies. Essas áreas eram habitadas pelos índios Paiaguás, possivelmente da tribo dos Carijós que viviam em grupos e dedicavam-se à caça e à pesca. Por volta de 1807, com a abertura de um caminho ligando a Sesmaria do Limoeiro à Vila da Constituição (atual Piracicaba), houve prosseguimento desse caminho no sentido oeste que se tornou conhecido como Picadão. Lá existem bosques e matas com trilhas naturais, e muitas cachoeiras. Pé na estrada novamente.
Como era sentido leste, o Sol, bem na frente do pára-brisa, cegava as nossas vistas. Nem o pára-sol do carro adiantava. Percorremos mais 6 quilômetros e chegamos em Águas de São Pedro.
Cidade localizada numa região rica em turismo ecológico, onde encontramos dezenas de cachoeiras, grutas, trilhas, tudo em meio a uma exuberante vegetação. Foi eleita pela ONU, uma das melhores, senão a melhor cidade do Brasil em qualidade de vida. Trás o título também de menor município do país, com 3,7 quilômetros quadrados de área, projetado para ser uma estância voltada para a saúde e o lazer.
Esta cidade originou-se de várias prospecções para encontrar petróleo, o que não aconteceu. Mas surgiram 3 fontes de águas minerais de grande valor medicinal. Portanto, beba da água mineral das fontes: Gioconda e Almeida Salles, e tome banho de imersão na Fonte da Juventude que tem águas sulfurosas, ideais para reumatismo, diabetes, alergia, asma, colites, intoxicação, inflamações e doenças de pele.
FONTE DA JUVENTUDE
A Fonte da Juventude é a primeira das Américas e segunda do mundo em teor de enxofre para banhos de imersão. Perde somente para a Fonte Pergoli, Tabiano – Itália. Dessa fonte deve-se tomar de 50 a 80 ml. por dia. Após 24 horas da retirada da fonte, a validade da água perde seu valor medicinal. Foi nessa que resolvemos entrar. Tomamos banho de imersão, de vapor, sauna e eu usei a ducha circular e até a ducha escocesa (um jato de água com forte pressão, regulado por um homem que fica direcionando o tal jato no corpo do banhista).
A Fonte Almeida Salles tem água bicarbonatada sódica, indicada para o tratamento de azia, excesso de acidez gástrica, cálculos renais e diabetes. Já a Fonte Gioconda tem água sulfatada sódica radioativa, indicada para o tratamento de males do fígado, vesícula biliar e intestinos. Outros pontos turísticos de Águas de São Pedro: Parque Moura Andrade, Balneário Municipal, Capela Nossa Senhora Aparecida (na qual toda a primeira Sexta-feira de cada mês é celebrada uma missa às 19 horas), Bosque Municipal, Ciclovia, Mini Horto e Lago das Palmeiras. Na estação do inverno acontece o tradicional bufê de sopas da estância, no qual todos se aquecem com requinte e sabor. Também perto de lá existe um parque completo para o lazer, com 11 piscinas, vários toboáguas e tudo o que um parque aquático pode oferecer – Thermas Regional de São Pedro.
Enfim, passamos por Piracicaba e depois voltamos para São Paulo pela Rodovia dos Bandeirantes. O velocímetro do carro marcava no final 950 quilômetros! Nem imaginávamos percorrer tanto. Foi como conhecemos parte do interior de nosso Estado.
Nossos 3 dias de folga foram deliciosos. Assim que tivermos outra oportunidade já combinamos: todos da REVISTA ALÉM DA PESCA iremos nos aventurar por outras terras. Então, deixamos uma sugestão para todos vocês – façam turismo pelo interior do nosso Estado, vale a pena!
PIRASSUNUNGA:
Restaurante Beira Rio Ltda. Avenida Rosa Senhorini Zero, 36. Cachoeira de Emas.
CEP: 13.630-000. Telefones: (19) 565-1331 e 565-1233.
ARARAQUARA:
SAMUA – Fazenda Três Irmãs. Avenida Napoleão Selmi Dei s/nº. CP: 91. CEP: 14.802-500.
Telefone: (16) 224-1832. Fax: (16) 224-4098.
CALENDÁRIO DE EVENTOS PARA SÃO PEDRO:
JULHO – Festival de Inverno / Festa do Peão de Rodeio / Enduro Equestre
AGOSTO – Festival de Aerodesportivo
EVENTOS OCASIONAIS: Operação Gavião – FAB (Treinamento) / Raid Jeep (Passeio
das Montanhas) / Expo-Flora (Holambra) / Enduro Equestre (Provas de Hipismo)
/ Enduro das Águas / Feira de Cães & Cia / Encontro de Cowboys / Encontro
de Motos / Copa do Cavalo de Trabalho.
Rua 13 de Maio e Catedral Metropolitana Na. Sa. da Conceição: um marco da riqueza do café no desenvolvimento de Campinas. É uma das maiores construções em taipa de pilão da América Latina, com grande conjunto de altares entalhados em cedro, na linha rococó baiano, demorou mais de 70 anos para ser construída e sofreu várias reformas. Seu interior abriga o Museu de Arte Sacra de Irmandade do Santíssimo Sacramento.
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Também na cidade, encontra-se o Instituto Agronômico de Campinas, inaugurado pelo imperador D. Pedro II, que há mais de um século é referência nacional e internacional de pesquisas...
Foi no Teatro São Carlos onde ocorreu, em 1897, a primeira exibição de "cinematógrafo" — "aparelho que reproduzia os movimentos da vida", exibido na Europa, em 1895, pelos Irmãos Lumière...
Abaixo, monumento ao campineiro Campos Sales, um dos presidentes que se revezavam na política do "Café com Leite". De granito, o monumento-túmulo, obra do escultor Rodolfo Bernadelli ostenta a estátua de corpo inteiro em bronze. Na base, uma figura de mulher também em bronze representa a cidade.
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Holambra
A pequena cidade de Holambra, no interior de São Paulo, nasceu da imigração holandesa, logo após a Segunda Guerra. O nome da cidade é formado pela junção das palavras: Holanda – América e Brasil. O início não foi nada fácil para os imigrantes. O gado que eles trouxeram acabou por ser dizimado por doenças tropicais, mas a perseverança das famílias acabou por levá-los a importar sementes e mudas, fortalecendo a vocação para o cultivo de flores e plantas ornamentais. O resultado dessa perseverança está presente hoje em toda a cidade, que tem características arquitetônicas e culturais de seu povo de origem, sendo atualmente o maior produtor de flores e plantas do continente latino-americano.
Como nasceu a Expoflora
Em 1981 um grupo de produtores e apaixonados por plantas e flores criaram uma exposição para mostrar a variedade e beleza de seus produtos. Com o passar do tempo, o evento ganhou corpo e consolidou-se, transformando-se numa bem montada e organizada exposição em um grande parque, com diversos ambientes, dotado de locais para lazer, restaurantes e algumas atrações, como uma chuva de pétalas de rosa que acontece todas as tardes. Durante a festa (todos os anos em setembro), logo após a parada das flores, um canhão dispara as pétalas sobre o público, que ao longo do tempo criou uma lenda: quem conseguir apanhar uma pétala no ar terá um desejo realizado. Uma área da feira é destinada a exposições temáticas e compõe-se de diversos ambientes, que recebem decoração e ambientação floral, com plantas de diversos tipos. A cada ano surge um novo espécime e a coqueluche desse ano é uma espécie exótica de samambaia africana, que promete fazer muito sucesso.
Como chegar lá: Se você for de automóvel o acesso é feito pela rodovia Campinas – Mogi Mirim, altura do quilômetro 141.
Criado em 1937 e com 30.000 hectares, foi o 1° Parque Nacional no Brasil. Localizado a 250 quilômetros da cidade de São Paulo, o parque engloba um gradiente de elevação que vai de 300 (Mata Atlântica úmida) a 2.800 metros (campos de altitude).
Nas regiões mais baixas podem ser vistas grandes quantidades de palmitos (Euterpe edulis), que atualmente correm risco de extinção devido à extração ilegal.
Espécies interessantes de aves encontradas na região são o jacuguaçú, o beija-flor-papo-de-fogo, o topetinho-vermelho, o arapaçu-verde, o capitão-de-saíra, o tangará, a araponga, a garrincha-chorona, a saíra-lagarta, a saíra-douradinha, choquinha-da-garganta-estrelada, murucututu-de-barriga-amarela e beija-flor-tesoura-de-fronte-violeta.
Abaixo, um dos selos postais de uma série em quadra emitida em 04/09/2006, sobre Parques e Reserva Nacionais, que mostra o Parque Nacional do Itatiaia, com faixa da Mata Atlântica, mesclada com campos de pedra no alto da Serra da Mantiqueira, plantas e espécies da fauna...
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Lorena
Lorena está no Vale do Paraíba, entre as Serras da Mantiqueira e da Bocaina. É servida pela Rodovia Presidente Dutra, distando 182 quilômetros de São Paulo e 225 quilômetros do Rio de Janeiro; pela Rodovia BR 459 que faz a ligação com o Sul de Minas e pela Rodovia Washington Luís a SP 66 que liga ao fundo do Vale.
Lorena integra o Roteiro Religioso do Vale do Paraíba, distando 18 quilômetros de Aparecida onde se encontra a Basílica Nacional dedicada a Nossa Senhora da Conceição Aparecida - Padroeira do Brasil; a 12 quilômetros de Guaratinguetá, onde se encontra a Igreja dedicada ao Frei Galvão (filho da cidade) e que está em processo de Santificação para ocorrer em maio de 2007, com a visita do Papa Bento XVI.
Lorena possui a única Basílica Menor, no mundo, dedicada a São Benedito uma construção em estilo gótico francês e a Catedral dedicada a Nossa Senhora da Piedade, obra do arquiteto e engenheiro Ramos de Azevedo.
Lorena foi porto fluvial e local de travessia a margem esquerda do Rio Paraíba para aqueles que estavam de passagem com destino as Minas Gerais. Esta passagem foi marcante para a vida e obra de muitos desbravadores que elegeram Nossa Senhora da Piedade sua Santa de Devoção e conseqüentemente Padroeira de diversas cidades que fundaram no estado de Minas Gerais...
Última atualização: 27/03/2007. |