Ordem: Carnívora
Família: Felídeos (Felidae)
As palavras em tupi-guarani significam: “îagûara, jaguar, jaguara, yagua, yawara” (do que devora: cachorro, lobo, gato, onça), “jaguaretê” ou “yaguareté” (de onça verdadeira, puma), “jaguaruna” (onça-preta)...
“Jaguatirica” de “îagûara” (onça) + “tyryk” (escapulir), portanto onça que escapule, onça arisca, onça medrosa...
Nota: A jaguatirica aparece com o nome científico (Felis pardalis) no Bloco Serra do Japi – Patrimônio Natural de São Paulo...
Nome em inglês: Ocelot
Nome científico: Leopardus pardalis (Linaeus, 1758)
Leopardus pardalis mitis (Cuvier, 1820)
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Distribuição geográfica: América do Norte, Central e do Sul.
UF: AL, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MG, MS, MT, PB, PE, PI, PR, RJ, RN, RS, SC,
SP, TO...
Habitat: Florestas
Hábitos alimentares: Carnívoro
Reprodução: Gestação de 70 dias
Período de vida: Aproximadamente 20 anos.
É um dos felinos mais populares na América do Sul. Tem porte médio, medindo de 95 a 140 cm de comprimento incluindo a cauda e pesando de 7 a 15 kg.
Tem pelagem espessa, de coloração amarelo-dourada com rosetas escuras dispostas principalmente nas laterais do corpo. No dorso as rosetas se fundem formando listras que vão do topo dos olhos à base da cauda. Comunicam-se por miados.
Atualmente ocorre em toda a América Latina exceto no Chile. Nos Estados Unidos a espécie foi praticamente extinta. Vivem em florestas, campos, savanas e regiões alagadas.
É de hábitos solitários com atividade predominantemente noturna. Durante o dia, dorme em ocos de árvores ou em arbustos. Tem grande habilidade para subir em árvores, saltar e nadar. São territorialistas, ocupando, na dependência do tipo de hábitat, de 1 a 12 quilômetros quadrados.
Alimenta-se basicamente de animais silvestres, principalmente de pequenos roedores, mas também de aves, répteis e outros mamíferos.
O período de gestação varia de 70 a 80 dias, nascendo em média 3 filhotes. Os filhotes permanecem com a mãe até a idade aproximada de um ano.
Foi um dos felinos mais explorados para o comércio de peles. No Brasil, eram exportadas 80.000 peles anualmente. Com a lei de proibição à caça este comércio diminuiu e, hoje, a principal ameaça a este felino é a destruição de seu hábitat.
É classificada pela IUCN (União Internacional para Conservação da Natureza) como espécie vulnerável e pelo IBAMA, como ameaçada de extinção.
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Espécie ameaçada de extinção!
Nome comum: Gato-maracajá (de “maraca”?, chocalho)
Nome científico: Leopardus wiedii (Schinz, 1821) ou será Felis
wiedii
Categoria de ameaça: Vulnerável. UF: AC, AM, AP, BA, DF, ES, GO, MA, MG, MS,
MT, PA, PI, PR, RJ, RO, RR, RS, SC, SP, TO...
Outros Nomes: Gato-maracajá-verdadeiro ou Maracajá-açu...
O espécime de felino selvagem, Leopardus wiedii, conhecido popularmente como gato-maracajá, apresenta hábito noturno, terrestre, arbóreo e solitário. Alimenta-se de pequenos mamíferos, aves e répteis, sendo encontrado em matas de todo o território nacional, exceto na Região Nordeste...
Dorso amarelo-queimado e acinzentado na cabeça. Linhas e manchas arredondadas e listras negras distribuídas pelo corpo.
Anéis completos na metade final da cauda. Alto da cabeça e lados da cara amarelados. Possui manchas brancas sob os olhos e na parte externa das orelhas. Orelhas redondas. Olhos muito grandes.
Sobe com facilidade em árvores e é a única espécie que desce com a cabeça para baixo como os esquilos. Espécie primordialmente noturna, terrestre e arbórea, solitária.
Alimentam-se de pequenos mamíferos, aves e répteis. Ocorre em matas pouco perturbadas em todo território nacional, exceto região Nordeste...
Última atualização: 25/07/2008. |