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REPÚBLICA DEMOCRÁTICA FEDERAL DA ETIÓPIA
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Ethiopia – Ethiopie – Äthiopien – Federal Democratic Republic of Ethiopia
– Abyssinia
Nome oficial: Ityjopya.
Capital: Addis Abeba (fundada
por Menelik II, em 1887).
Data Nacional: dia 29 de maio...
Religião: Cristianismo
57% (ortodoxos etíopes 52,5%, outros cristãos 4,5%), Islamismo
31,4%, religiões tradicionais 11,4%, outras 0,2% (1993). Outros dados encontrados:
catolicismo ortodoxo etíope ou cristãos ortodoxos etíopes 45%; sunitas muçulmanos
40-45%; protestantes 5%.
Presidente: Girma Woldegiorgis (08/10/2001).
Primeiro-ministro: Meles Zenawi (1995). Outros países africanos com primeiro-ministro:
Congo (Kinshasa), Congo
(Brazzaville), Costa do Marfim, Djibouti,
Gabão, Guiné Equatorial,
Ilhas Maurício, Lesoto,
Ruanda, Suazilândia
e Togo.
Moeda (numismática): “birr”
(Birr Ethiopien), palavra que em amárico significa “ser branco”... (Birr também
é uma comuna da Suíça).
O nome do país tem origem na palavra grega “aethiops” que significa “rosto queimado” e que designa à África Negra. Já o antigo nome Abissínia, em árabe, significa “comunidade reunida”, por referência ao reinado da Abissínia que compreendeu a Etiópia atual, a Eritréia, a Somália e se estendia até a Núbia, no atual Sudão.
O sistema de governo baseia-se na repartição do poder entre nove regiões administrativas, delimitadas segundo critérios étnicos, e um Parlamento forte, integrado por uma câmara baixa com 548 representantes (Conselho de Representantes do Povo) e pelo Senado com 108 assentos (Conselho Federal).
Os representantes do povo são eleitos por voto popular direto, enquanto que os senadores são designados pelas regiões administrativas. O Presidente da República exerce funções mais protocolares, sendo designado por ambas as casas do Parlamento. O atual ocupante do cargo é Girma Wolde Giorgis, que substituiu Negaso Gidada, em outubro de 2001.
O Chefe do Governo e mandatário de fato, igualmente designado pelo Parlamento, é o Primeiro-Ministro, Mélès Zenawi, no poder desde agosto de 1995. O Governo é dominado pela Frente Democrática Revolucionária Popular da Etiópia (EPRDF), coalizão de grupos rebeldes que assumiu o poder em 1991, após longo período de conflitos internos.
A Constituição, promulgada em agosto de 1995, formalizou o atual sistema de “federalismo étnico”, concedendo, em teoria, ampla autonomia às regiões administrativas, inclusive o direito de votar pela secessão. Na prática, as regiões estão fortemente submetidas ao controle financeiro do governo central.
A importância da Etiópia no contexto da África cresce em razão de sua capital constituir a sede da União Africana, organismo regional que sucedeu, em 2001, à Organização da Unidade Africana, igualmente instalada em Addis Abeba, em 1961.
Na capital etíope, também se encontra a Comissão Econômica para a África e estão instaladas mais de 70 representações diplomáticas de países de todos os continentes. A Etiópia integra o COMESA – Mercado Comum da África Austral e Oriental, bem como a IGAD – Autoridade Intergovernamental para o Desenvolvimento.
Secas periódicas assolam o país, mas dois terços das terras são férteis e a região tem muitos lagos. Cereais e café são as culturas predominantes. Ainda hoje o país sofre as conseqüências da longa guerra civil iniciada nos anos 60.
Na década de 80, o país é assolado por uma grande fome, provocada pela seca e pela guerrilha da província separatista da Eritréia (ex-província etíope), que conquista sua independência nos anos 90, fechando o acesso da Etiópia ao Mar Vermelho.
Em julho de 1977, a Etiópia é invadida pela Somália, que defende o separatismo de comunidades somalis no Deserto de Ogaden ou Ogadén. Veja mais em História da Etiópia!
Bandeira Nacional: as cores populares da Pan-African da Etiópia (amarela, verde e vermelha) são utilizadas também nas bandeiras nacionais de outros países: Benin, Burquina Fasso, Camarões, Congo, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Mali, Ruanda (antiga bandeira), São Tomé e Príncipe, Senegal e Togo.
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No topo da página, vemos a bandeira nacional da Etiópia, cujas cores verde, amarelo e vermelho, são representantativas também do movimento Rastafari... A cor verde representa a vegetação da África (simboliza ainda fertilidade, trabalho e desenvolvimento), a cor amarela a riqueza que o continente africano tem a oferecer (significa também a justiça e a igualdade) e a cor vermelha o sangue dos mártires (representa o sacrifício à liberdade). No centro da bandeira encontra-se o emblema do país (imagem ampliada ao lado) – um pentagrama amarelo com raios amarelos nos vértices, cuja cor azul representa a paz e a estrela representa a unidade das nações, das nacionalidades e dos povos da Etiópia. |
O café é oriundo da ex-Abissínia onde, nas florestas do Reino Kaffa e na região da cidade de mesmo nome, ainda hoje, a planta é encontrada em estado silvestre.
Dizem que no ano de 575 depois de Cristo, o pastor Kaldi observou que suas cabras ficavam mais espertas e saltitantes ao comer as folhas e os frutos do cafeeiro. Ele experimentou os frutos e se sentiu mais alegre e com maior vivacidade... Rapidamente, o conhecimento dos efeitos da bebida disseminou-se e passou a ser utilizada no Oriente, sendo torrado pela primeira vez na Pérsia. Parece que também no Iêmen...
Por volta de 1500, o café foi introduzido na Arábia, onde sua infusão recebeu o nome árabe de “kahwah” ou “qahwa”, que significa força. Esta denominação foi observada por todos os viajantes europeus na Arábia e adotado pelos turcos como “kahwe” ou “cahue”. Originalmente, este nome era usado para vinho e foi transferido para o café provavelmente por causa do mesmo efeito estimulante.
Para a Etiópia em geral e para Kaffa em especial, a palavra “qahwa” emigrou mais tarde, quando o café já era conhecido nos países árabes. O “Vinho da Arábia”, como o café ficou conhecido, chegou à Europa no século XV, por meio dos holandeses.
O nome “Mokka”, para um café especialmente forte, é oriundo de um pequeno porto com este nome, no Iêmen, que até o século XIX era conhecido como principal fornecedor do produto (parece que foi nessas terras que o cafezinho foi inventado, no século XI). O primeiro estabelecimento para servir café ao público foi aberto na ex-Constantinopla, hoje Istambul, na Turquia, em 1550.
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A primeira série de selos postais da Etiópia foi emitida em 29/01/1895. 1 – ¼ guerche (verde) Menelik II Nota: Publicado no Filatelista número 7, Julho/2007 |
Curiosidade: No final de seu reinado, Sua Majestade, o rei Menelik II, enviou de presente uma girafa ao presidente da República Francesa, a qual chegou no Zoológico de Paris, em 1918. A girafa ficou conhecida como “La Girafe Ménélik”...
| FILATELIA |
Oromos (Oromo), amarás (Amhara), tigrinas (Tigre), sidamos (Sidamo), chanquelas, somalis, gurage, wolaita, afar e outros grupos étnicos compõem a população (69 milhões, 1997) de nacionalidade etíope. O idioma oficial é o amárico ou etiópico, mas também são falados o árabe e o inglês. Principais idiomas: tigrinia, oromigna, guaragigna, somali e outras línguas locais.
► “Girafa” em diferentes idiomas na Etiópia – ?
(amárico) – ?
(tigrinia) – giraffe (inglês) –
garaa (afar)
► Girafas das subespécies núbia
e reticulada – em Parques
e Reservas Nacionais da Etiópia (Localidades)
O nome “anabula”, citado por Albertus Magnus, provavelmente teve sua origem entre os etíopes que chamavam a girafa de “nabin” ou “nabu”... Bem próxima dessa região, a girafa foi chamada na língua da antiga Somaliland (atual norte da Somália – onde se fala o somali) de “girin”...
Será que o Pré-humano de Hadar, um esqueleto feminino com 3,5 milhões de anos que foi chamado de “Lucy” (Australopithecus afarensis), conviveu com o Paleotragus...?
Um “S” claramente identificado é achado sobre um Mapa Mundo Genovês, de 1457, nos lagos onde o Nilo tem seu recurso. Existe claramente identificado uma girafa e um elefante presentes no mapa da Etiópia...
| 1919 |
Em 1917, Crown Prince Lidj Yassou abdicou do trono da Etiópia under pressure for his Moslem beliefs. The crowning da Imperatriz Zauditu e Crown Príncipe Ras Tafari (Haile Selassie) foi comemorada filatelicamente pelo primeiro a crude selo feito à mão e pelo segundo by a typeset remarcada na Emissão Regular de 1909.
Uma nova série de selos que comemoram a coroação foi ordered from França with a 15 mil francos franceses, depositados em ouro. Por causa da guerra na Europa, a ordem foi nunca completed and the deposit lost.
Em 1918, the former Postmaster of Harrar, J. A. Michel, approached the then Minister of Posts, Wassanie Zamanel, a youth of 10-12 anos. They made a secret agreement for uma nova emissão de selos para a Etiópia. However, Wassanie died of the Asian flu prior to the stamps being ordered. Early in 1919 Michel arrived na Suíça with a letter of autorização to purchase the nova emissão. O irmão de Michel, um empregado dos Correios da Suíça, had selected Busag de Berne as the printer. Michel deu uma garantia de $40 mil Francos suíços em depósito, and printing began. Michel took possession of 500,000 to 100,000 de 15 diferentes valores, a portion of which were delivered to Etiópia.
16/06/1919: Série de 15 selos regulares: Animais e Soberanos (Rulers). Tipografia, picotagem: 11½, gravado e impresso por Busag Works, Berne – Suíça. Com valores em “guerche”, emitida no reinado de Zawditu... Abaixo, o selo com a variedade erro de impressão deslocada sem picote (recebido por António).
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1/8 g (gazela
Sommering) ¼ g (girafas – Scott: 121) ½ g (leopardo) 1 g (Príncipe Ras Tafari) 2 g (Príncipe Ras Tafari) 4 g (Príncipe Ras Tafari) 6 g (Catedral St. George) 8 g (rinoceronte-branco) 12 g (avestruz-somali ou etíope) $1 (elefante-africano) $2 (búfalo-africano) $3 (leão-africano) $4 (Imperatriz Waizeri Zauditu) $5 (Imperatriz Waizeri Zauditu) $10 (Imperatriz Waizeri Zauditu) |
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| 1921 |
1921: Série de 21 selos regulares “Sobretaxa em Novos Valores na série de 1919”. Exceto os selos de 4 g e o de $2 que não foram utilizados nesta série. A série regular de 1919 e todos esses selos provisórios terminaram em 1928.
A taxa para serviço postal de guerra e a grande inflação mundial foram alguns dos motivos para que as taxas postais fossem aumentadas por 6 vezes, consecutivamente. Os valores mais requisitados foram remarcados com denominações baixas e o de menor valor facial usado é o “4g sobre $4”, o qual mostra a Imperatriz Zauditu.
Datas de emissão ou o primeiro uso são desconhecidos, geralmente, devido os arquivos postais serem queimados durante a invasão italiana de Addis Abeba. Sabe-se também que ensaios entraram no mercado, alguns com uso postal... Os ensaios aqui são usados com a definição do catálogo Scott: um ensaio é a impressão de um desenho que difere de alguma forma do selo emitido.
Os selos foram remarcados em preto, exceto um (azul) e outro (vermelho), identificados na tabela abaixo. Todos foram remarcados em anos diferentes (6 emissões), tiveram várias sobretaxas, das quais muitas são conhecidas, algumas até numeradas em catálogos especializados...
Dos 21 selos da série, o primeiro (1 valor) foi emitido ainda em 1919, com a Imperatriz Zauditu (4g sobre $4), teve sobrecarga azul em 2 linhas.
Em 1921-1922, foram emitidos mais 6 valores com sobrecarga em 3 linhas, dos quais um é com girafas. O primeiro selo com “girafas sobretaxadas” (1 guerche sobre ¼ guerche) apareceu no final de Junho e começo de Julho de 1921 (191A, SC: 137, SG: 198, MI: 81, YV: 133).
Depois tivemos remarcações em 1925-1926 (6 valores), em 1926 (1 valor), 1926-1927 (3 valores) e, finalmente, em 1927 (4 valores), completando a série de 21 valores sobretaxados (mostrados na tabela abaixo, organizados em 6 grupos de emissão e separados pela cor cinza de fundo).
A imagem central mostra um bloco com 9 selos sobretaxados na variedade COM os dois pontos no final. Já os selos das extremidades, ambos foram remarcados com a sobretaxa na variedade SEM os dois pontos, entretanto com diferença de posição.
No selo com “girafas sobretaxadas” (1 g sobre ¼ g) existem 5 tipos de sobrecargas, todas emitidas em anos diferentes 1921, 1923 e 1928. As três primeiras também foram impressas em grande número de variedades, como podemos ver abaixo:
Sobrecarga tipo 1 – “gnerche”, “guerhce”, linha do topo invertida, “1” faltando,
“1” diagonal, sem “:” na coluna 2, sobrecarga invertida, sobrecarga dupla, dupla
com o “1” invertido, dois pontos com espaço largo, fonte diferente da letra
“u”, “1” longe da letra g, “1” fechado do g, “1” curto do g, caractere
faltando,
faltando,
faltando,
para
,
fraco,
quebrado.
Sobrecarga tipo 2 – “1” faltando, “guerche” faltando, “1 guerche” faltando,
letra “e” do final guerche faltando, 1 straight serif, 1 sans serif, 1 guerche
with upright bar at end,
para
no topo da linha, duplo “1” invertido.
Sobrecarga tipo 3 – do selo com a sobrecarga sem os dois pontos, só se conhece
uma variedade: o ensaio com o caractere
faltando.
Tipo 1 dois pontos no final (:) |
Tipo 2 dois pontos duplos (::) |
Tipo 3 sem os dois pontos |
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Ainda temos 2 tipos de sobrecargas ensaios, ambas Amharic as shown, no rosettes.
Tipo 4 |
Tipo 5 |
Fonte: Doig's Ethiopia Stamp Catalogue (http://doig.net/EthiHome.html)
Selo da girafa com sobrecargas e sobretaxas: 191A, 191B, 191E1, 191E2 e 191E3
(http://doig.net/1919-28Provisionals.html)
| 1928 |
História Postal: envelope circulado para Viena (capital da Áustria), registrado, com três selos e mais uma QUADRA do selo com a girafa (#121) com valor facial de ¼ guerche.
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Nota: Vários cartões-postais “Abyssinie: indigenes de Boume – Lac Rodolphe”, obliterado em Dadua em 1931, entre outros lugares e datas podem ser vistos no site (http://doig.net/1919reprints.htm).
| 1961 |
Haile Selassie I (1892-1975) foi o último imperador da Etiópia, reinando entre 1930 a 1974. Salvo, quando o país foi ocupado pela Itália entre 1936 a 1941, tornando-se parte da África Oriental Italiana. Então, selos foram emitidos pela AOI entre 1938 a 1941.
Nota: O movimento “Rastafari”, comumente associado ao “reggae” e à Jamaica, tem suas raízes na Etiópia. Aliás, as cores da bandeira da Etiópia são representantativas desse movimento... (veja no topo desta página)
Quando o Ras (“príncipe real”) Tafari Markonnen assumiu o trono em 1930, com o nome de Haile Selassié, foi considerado o novo Messias, destinado a liderar as minorias negras oprimidas e restabelecer o esplendor dos antigos reinos africanos... O Ras Tafari foi deposto em 1974 e morreu na prisão, mas o movimento imortalizou seu nome, pregando o combate à opressão do povo negro...
Série de 6 valores sobre a Fauna da Etiópia com a efígie do imperador Hailé Selassié I (Scott: 369/374, Michel: 408/413). Animais selvagens ou mamíferos: asno (5c), elande (15c), elefante (25c), girafa (35 centavos, Scott: 372), orix-beisa (50c) e leão (1$). Existe o Envelope de Primeiro Dia de Circulação, o qual não tenho... Você tem para troca ou venda?
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(37k) |
Curiosidade: Hailé Selassié I visitou o Brasil em 31/01/1961, quando foi emitido o selo do lado esquerdo da tela, com valor facial de 2,50 (RHM: C-456). Sua Majestade, o Imperador Hailé Selassié I morre e a República é proclamada, em 1975.
| 1999 |
Série de 4 selos: Parques e Reservas Nacionais da Etiópia I, com desenhos alusivos aos mapas e seus respectivos animais. Scott: 1521/1524.
Parque Nacional Omo, 50¢ (girafa, leão, entre outros)
Parque Nacional Mago, 70¢ (elefante, leão, girafa, búfalo, gazela)
Parque Nacional Yangudi-Rassa, 80¢ (zebra, avestruz, entre outros animais)
Parque Nacional Gambella, 2b (elefante entre outros)
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Standard ISO: ET – Adesão UPU: 01/11/1908
Nota: Alexandre Frassini, editor do Guia de Reggae na Internet (http://www.sobresites.com/reggae/index.htm), publicou: “Esse interessantíssimo site destinado a colecionadores de selos, apresenta uma página dedicada totalmente à Etiópia. Vale a pena conferir” – referindo-se ao Girafamania.
MRE – Ministério das Relações Exteriores da Etiópia – http://www.mfa.gov.et/
Embaixada da Etiópia nos EUA – http://www.ethiopianembassy.org/index.shtml
Philatelic Section – Box 1112, Addis Ababa – Ethiopia
Última atualização: 21/06/2008. |